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sábado, 31 de maio de 2014

Cruzeiro passa o Flamengo e é o terceiro clube com mais sócios-torcedores no Brasil

Segundo o site Futebol Melhor, a Raposa conta com 58.682 associados


O Cruzeiro ultrapassou o Flamengo e agora assumiu a terceira posição no ranking de sócios-torcedores. Segundo o site  Futebol Melhor, a Raposa conta com 58.682 associados - pouco mais que os 58.352 do rubro-negro carioca.

Em fevereiro, o Cruzeiro chegou à marca de 50 mil sócios. Neste ano, são 11.469 novos associados.

Os gaúchos lideram o ranking. O Internacional é o primeiro, com 118.710 sócios. Por sua vez, o Grêmio, com 77.306, está na segunda colocação.

Nesta temporada, o Cruzeiro reajustou os valores das mensalidades em todas as categorias, entre 9% e 20%. O preço da modalidade Cruzeiro Sempre subiu de R$ 27,50 mensais para R$ 30. O setor Tríplice Coroa passou de R$ 200 para R$ 220. A categoria Libertadores subiu de R$ 150 para R$ 165. O Brasileiro passou de R$ 100 para R$ 120, enquanto a categoria Copa do Brasil saltou de R$ 95 para 105.
Fonte: Super Esporte - MG

Nike fecha com Levante e amplia domínio no futebol espanhol

Marca americana é a nova fornecedora de materiais esportivos do clube



A Nike é a nova fornecedora de materiais esportivas do Levante. A empresa americana e o clube espanhol fecharam contrato por dois anos. Antes, a equipe tinha como patrocinador esportivo a marca espanhola Kelme.
Com mais essa parceria, a Nike amplia o domínio sobre o futebol espanhol. Agora a marca é a fornecedora oficial de sete equipes que disputam a Liga Espanhola (primeira divisão do campeonato da Espanha): Barcelona, Atletico de Madri, Athletic Bilbao, Real Sociedad, Málaga, Almería e Levante.
Recentemente, o Valencia, maior rival do Levante, fechou parceria com a Adidas. A marca alemã também é fornecedora de materiais esportivos do Celta, Real Madrid e Osasuna. A seleção espanhola de futebol também é patrocinada pela Adidas.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Com Fla sob pressão, Ximenes rasga elogios a novo clube e se diz pronto

Diretor executivo se sente lisonjeado pela chance e afirma que a vida de um profissional do futebol não fica completa sem passar pelo Rubro-Negro



São 30 anos dedicados ao esporte e com disposição para provar no Flamengo o potencial apresentado em outros trabalhos. Assim, Felipe Ximenes chegou a São Paulo nesta quinta-feira, onde vai acompanhar o time no jogo com o Figueirense, às 19h30 (de Brasília), no Morumbi, para assumir de fato o cargo de diretor executivo do futebol em um momento conturbado, com o time na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e à procura de reforços para mudar o seu destino em 2014.

Convidado na segunda-feira à noite para assumir o cargo, vago desde a demissão de Paulo Pelaipe no dia 12 de maio, Ximenes comunicou sua saída ao Vitória na quarta-feira. Empolgado, o dirigente já teve uma rápida conversa com os jogadores e aposta no que representa o Flamengo para o sucesso de seu trabalho.
- O desafio de superar, ultrapassar e conhecer os limites de um profissional faz com que você aceite o convite. Há clubes em que se um profissional não trabalhar não ter uma vida totalmente completa e o Flamengo é um deles. É uma oportunidade muito difícil de recusar - afirmou Felipe Ximenes, ao GloboEsporte.com, no hotel que abriga a delegação.

Nesta sexta-feira, o novo diretor vai ser apresentado oficialmente às 16h (de Brasília), na Gávea. No dia seguinte, embarca para Uberlândia, onde acompanhará o time no confronto com o Cruzeiro, domingo, pela 9ª rodada do Brasileiro, a última antes da parada para a Copa do Mundo.
- Seria ótimo se já tivesse parado o Brasileiro para iniciar um período de 46 dias para implementar algo e contribuir. Já conheço o elenco de fora e vou conhecer de dentro, de uma forma interna e profunda, dando o suporte para a comissão técnica trabalhar com mais tranquilidade - explicou o dirigente.
Com contrato até o fim de 2015, Ximenes fez questão de elogiar o trabalho da atual administração do clube. Como base, ele ressaltou as conquistas da Copa do Brasil do ano passado e do Campeonato Carioca deste ano.

- Vim para dar continuidade a um planejamento com um trabalho de um ano e meio. É mais uma etapa do projeto. Outros profissionais que aqui estiveram e ainda estão iniciaram e foram coroados com títulos. A posição delicada no Brasileiro não apaga o que foi conquistado nesse período. Sou muito consciente dessa responsabilidade e estou pronto para encará-la.

No Flamengo, o diretor vai reeditar uma parceria longa com o técnico Ney Franco, que também deixou o Vitória para assumir o cargo no clube carioca. Ele já havia sido seu auxiliar técnico nas categorias de base do Cruzeiro. Nessa nova fase, esteve ao seu lado em Coritiba e Vitória.

- Vamos trabalhar pela quarta vez juntos. Quando ficou sabendo do meu nome, tenho certeza que gostou, mas não participou dessa escolha - disse o dirigente.

Apesar do sucesso no Coritiba, Ximenes vem de um ano de 2014 de mudanças repentinas. Ele iniciou a temporada no Fluminense, onde trabalhou por apenas 35 dias até ser demitido. No Vitória, com poucos mais de 40 dias no cargo, pediu para ser liberado e acertar com o Flamengo.

- Foram duas situações diferentes. No Fluminense, tinha um contrato de três anos e romperam. Estavam no direito deles e não tenho do que reclamar. Mal tinha iniciado o trabalho. Por uma ironia do futebol, acabei tomando a atitude de sair do Vitória, mas com a aceitação dos dirigentes, que compreenderam a minha posição, de que não estava trocando o Vitória por uma equipe qualquer. Era o Flamengo. Sem dúvida é um desafio, que é uma religião. Entenderam que eu não poderia fugir. Há uma tendência no futebol de julgar as pessoas pelo momento, superestimando e subestimando. Não posso ser avaliado ou julgado por seis meses. Tenho 30 anos dedicados ao esporte - afirmou Ximenes.

Vaza nova camisa do Porto feita pela Warrior, empresa que tenta ganhar mercado no futebol

Vazou em redes sociais o novo uniforme principal do Porto, confecionada pela nova patrocinadora, a Warrior Sports.



Fabricante americana especializada em materiais de esportes como lacrosse e hóquei no gelo, a Warrior tenta, nos últimos anos, seguir os passos da conterrânea Nike e se consolidar no mercado do futebol mundial assinando com mais um gigante, que deixou justamente a Nike após parceria de 14 anos.
Na Europa, os americanos fornecem também o material esportivo de Liverpool (em contrato que rende R$ 90 milhões por temporada aos Reds) e Sevilla, além de uma tentativa, sem sucesso, de tirar a Nike do Manchester United com um contrato de cerca de R$ 92 milhões por ano.
A maior novidade na primeira camisa do Porto é a grande faixa branca no meio da camisa, deixando o uniforme bastante parecido com o utilizado na temporada 2003/04, quando os portugueses levantaram o título da Liga dos Campeões.
Fotos da segunda e da terceira camisa também vazaram.


Fonte: Lance Bizz

Com Paraná, italiana Erreà estreia no futebol brasileiro

Cube apresentou novos uniformes com o design da marca italiana




A Erreà, marca italiana que veste equipes europeias como Parma e Atalanta, iniciou a atuação dela no futebol brasileiro na noite da última quarta-feira (28). Foram apresentados os uniformes do Paraná, com quem assinou um contrato de cinco anos em março, primeiro clube do qual se torna fornecedora no mercado brasileiro.
Uma camisa três que homenageia o estádio Vila Capanema, utilizado na Copa do Mundo de 1950 e de propriedade do clube, foi o principal atrativo do lançamento. O responsável por trazer a marca ao país é Gustavo Túlio, sócio da companhia italiana no Brasil que estruturou toda a operação faz um ano, em maio de 2013.
O empresário quer mostrar, no Paraná, que consegue atender o clube com maior qualidade do que a antecessora, Kanxa, cujo contrato expirou em 1º de março deste ano. De lá para cá, o time jogou com uniformes provisórios. Uma das medidas para gerar mais receita para o time, por exemplo, é diversificar a variedade de produtos, com uma nova linha: fabricar blusas, camisas polo, etc.
Hoje, a Erreà atua no Sul do país – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – e em São Paulo, mas almeja ser nacional. Todo o vestuário é fabricado no Brasil, e só os acessórios é que vêm da Itália. O design das camisas é feito na matriz em parceria com os profissionais da marca que estão no Brasil. “O Paraná tem uma camisa com design europeu”, gaba-se Túlio.
“A Erreà, marca italiana que veste equipes europeias como Parma e Atalanta, iniciou a atuação dela no futebol brasileiro na noiteda última quarta-feira (28). Foram apresentados os uniformes do Paraná, com quem assinou um contrato de cinco anos em março, primeiro clube do qual se torna fornecedora no mercado brasileiro.
Uma camisa três que homenageia o estádio Vila Capanema, utilizado na Copa do Mundo de 1950 e de propriedade do clube, foi o principal atrativo do lançamento. O responsável por trazer a marca ao país é Gustavo Túlio, sócio da companhia italiana no Brasil que estruturou toda a operação faz um ano, em maio de 2013.
O empresário quer mostrar, no Paraná, que consegue atender o clube com maior qualidade do que a antecessora, Kanxa, cujo contrato expirou em 1º de março deste ano. De lá para cá, o time jogou com uniformes provisórios. Uma das medidas para gerar mais receita para o time, por exemplo, é diversificar a variedade de produtos, com uma nova linha: fabricar blusas, camisas polo, etc.
Hoje, a Erreà atua no Sul do país – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – e em São Paulo, mas almeja ser nacional. Todo o vestuário é fabricado no Brasil, e só os acessórios é que vêm da Itália. O design das camisas é feito na matriz em parceria com os profissionais da marca que estão no Brasil. “O Paraná tem uma camisa com design europeu”, gaba-se Túlio.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Academia Lance! Atlético de Madrid invertendo a lógica do futebol

Mesmo com o vice europeu, os colchoneros mostraram que é possível superar a diferença brutal de recursos e conquistar títulos




O excelente ano do Atlético de Madrid está chamando a atenção do mundo do futebol. O time dos colchoneros conquistou de forma heróica a Liga Espanhola sobre o poderoso Barcelona e chegou a final da Champions League contra o ainda mais rico, Real Madrid. E antes já tinha conquistado a Copa do Rei.
Mesmo com o vice-campeonato europeu, provou que mesmo contra rivais muito mais ricos, é possível superar a diferença brutal de recursos e conquistar importantes títulos.
Durante anos o futebol europeu vem observando uma dura realidade. Os clubes que mais faturam, conquistam os mais importantes títulos, pois montam os times mais valiosos e competitivos. Mas parece que o Atlético de Madrid conseguiu inverter essa lógica. Montou um time competitivo, tem um técnico competente, com um orçamento muito mais enxuto.
Em 2013, o Atlético gerou 120 milhões de euros em receitas, contra incríveis 519 milhões de euros do Real Madrid e 483 milhões de euros do Barcelona. Sob essa ótica parece impossível que o clube pudesse ser campeão espanhol e superar o time do Real na principal competição de clubes do Mundo.
O valor recebido pela dupla Barça-Madrid somente com os direitos de transmissão é superior ao gerado com todas as receitas do Atlético de Madrid. Enquanto os gigantes espanhóis faturam mais de 188 milhões de euros com a TV, o campeão espanhol recebeu apenas 52,5 milhões pela transmissão de seus jogos.
Entretanto, o que mais chama a atenção nessa comparação é o valor dos gastos salariais dos times. Em 2013, o Real Madrid gastou 246 milhões de euros em salários, contra 238 milhões do Barcelona. Já o Atlético de Madrid 64 milhões de euros.
No ano passado, o valor comntábil de todos os atletas do Atlético representaram um total de 59 milhões de euros, do Barcelona 179 milhões de euros e do Real Madrid 267 milhões de euros.
O ano de 2014 será de expansão do Atlético, com seu excelente desempenho, com mais receitas, mas muito distante das potências da Espanha e de outros mercados da Europa.
O que deixa a façanha do Atlético ainda mais representativa é sua precária situação financeira. Atualmente o clube tem uma dívida de mais de 500 milhões de euros. Somente suas dívidas financeiras superam 126 milhões de euros e com o Governo outros 173 milhões de euros. Em 2013 apresentou nada menos que 20,5 milhões de euros de despesas financeiras. Como exemplo o Real Madrid no mesmo ano pagou 11,3 milhões de euros por seus empréstimos.
O que vem atenuando um pouco essa situação para o Atlético são as transferências de atletas, que produziram nos últimos três anos 89,1 milhões de euros.
A conclusão é que o Atlético de Madrid merece ser estudado profundamente, por aqueles que ainda acreditam em um bom desempenho esportivo, mesmo com baixo faturamento e muitas dívidas, em um mercado dominado por gigantes.

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Após campanha para atrair torcida, Náutico ganha mais de mil sócios em dois meses

Ações promocionais realizadas pelo clube visam diminuir a diferença no número de sócios-torcedores para os rivais Sport e Santa Cruz


Nos últimos dois meses, o Náutico atraiu mais de mil sócios para seu programa de sócio-torcedor, o que representa cerca de 25% do total dos pouco mais de quatro mil associados até esta semana. O resultado deve-se à campanha lançada pelo clube pernambucano no final do mês de março e que passou a oferecer diversos benefícios aos sócios do time.
Ao todo, foram três ações implementadas pelo Náutico: o Passe Livre Arena, que dá o direito do torcedor acompanhar todos os jogos do Timbu na Arena Pernambuco através do pagamento de um valor mensal, além da taxa de sócio; o Clube de Vantagens Timbu, que oferece descontos em vários estabelecimentos como restaurantes, lojas e centros de lazer; e o Passaporte Timbu de Exclusividades, onde o associado terá a oportunidade de viajar junto com o time e até participar de preleções junto com o elenco.
Com a iniciativa, o Náutico corre atrás de seus principais rivais, que estão bem à frente em relação ao número de sócios-torcedores. Em Recife, o Sport é o líder com cerca de 22 mil associados, sendo seguido pelo Santa Cruz, que conta com cerca de 20 mil sócios.
As ações promocionais do Náutico valem para as quatro categorias de planos disponíveis aos torcedores do time: Patrimonial, Contribuinte, Sócio-Torcedor e Standard, cujos preços variam de R$ 20 a R$ 60 a mensalidade.
Os números de associados são contabilizados pelo programa Movimento por um Futebol Melhor, iniciativa realizada pela parceria de 14 empresas que visa oferecer benefícios aos sócios-torcedores dos times que fazem parte do programa. As empresas participantes são: Ambev, Pepsico, Unilever, Burger King, Danone, Bradesco, Netshoes, SKY, TIM, BIC, Raízen, Multiplus, Editora Abril e CSU/Opte+.

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Entrevista: “Objetivo é chegar à elite do futebol brasileiro”, diz presidente da Red Bull

Executivo da fabricante de energético fala sobre o time da marca no país e dos projetos globais que a Red Bull mantém ligados ao futebol


Famosa companhia austríaca de energéticos, a Red Bull tem o esporte entre os pilares de sua comunicação e não mede esforços para colocar sua marca nas mais diversas modalidades, que vão da equipe própria na Fórmula 1 aos patrocínios a atletas de esportes radicais. Nesse contexto, a empresa investe também no futebol mantendo cinco times ao redor do mundo, sendo um deles no Brasil.
Segundo apurou o Lance!, a companhia investiu R$ 32 milhões em sua equipe brasileira e o orçamento para 2014 deve passar da casa dos R$ 35 milhões. Em 2015, a Red Bull Brasil disputará pela primeira vez a 1ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol, mas a meta da empresa é outra: chegar à elite do Campeonato Brasileiro.
Nesta entrevista exclusiva ao Lance!, o presidente da Red Bull Brasil, Rodolfo Kussarev, fala desse objetivo e de como o esporte mais popular do Brasil está integrado à estratégia da marca de energéticos.
Qual a estrutura do time da Red Bull atualmente no Brasil?
Temos um Centro de Treinamento (CT) com mais de 600 mil metros quadrados, localizado em Jarinu, no interior de São Paulo, que foi arrendado. Ali trabalhamos com cinco times: sub-14, sub-15, sub-19, sub-20 e profissional. São mais de 100 jogadores na base do clube e outros 30 atletas do profissional. Além desse CT, temos um escritório em São Paulo e nossa área comercial fica na cidade de Campinas-SP.
Além do Brasil, em quais outros países a Red Bull mantém times de futebol?
Estamos com times em cinco países atualmente: Brasil, Estados Unidos, Áustria, Alemanha e Inglaterra.
Há sinergia entre as equipes ao redor do mundo?
Com certeza. Realizamos encontros regulares entre os gestores desses times e temos dois chefes globais focados apenas em futebol, um deles especializado na área técnica e outro para assuntos em geral. Devido a esse trabalho, temos três atletas brasileiros jogando em outros países, um no time da Áustria e outros dois na equipe da Alemanha.
E como o Brasil se beneficia desse trabalho realizado em outros países?
Além dessa sinergia entre os clubes, há uma troca de informações sobre tendências e como o futebol está se desenvolvendo ao redor do mundo. E realizamos também um trabalho global para desenvolver goleiros. Temos uma equipe que estuda e percorre o mundo em busca de talentos para compartilhar com os times.
Quais as metas do Red Bull Brasil dentro de campo?
Nosso objetivo é chegar à 1ª Divisão do Campeonato Brasileiro. Mas antes temos que chegar à elite do futebol paulista. Nossa meta era atingir isso nesse ano de Copa do Mundo, mas perdemos por um ano. Agora a expectativa é de disputar o Brasileirão.
E qual o peso do futebol na estratégia da marca?
Nossa estratégia no mercado tem como base investimentos em Esporte e Cultura, e o futebol é um pilar importante nesse contexto.
Mas tem como reverter isso em números? Como o futebol tem auxiliado as vendas de energéticos da marca?
Não posso revelar números. Mas uma mostra da importância do futebol para nós é que dos cinco maiores mercados da Red Bull, em quatro deles temos times de futebol: Estados Unidos, Brasil, Áustria e Alemanha.
Qual foi o investimento da marca no futebol?
Esse dado está em nosso balanço. (Segundo apurou o Lance!, o investimento da Red Bull no time de futebol do Brasil foi de R$ 32 milhões no ano passado, e a expectativa para este ano é que a verba ultrapasse os R$ 35 milhões).

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fluminense anuncia renovação com a Adidas por mais cinco anos

No novo acordo, Tricolor terá exposição igual a do Flamengo em lojas da marca no Brasil



O Fluminense anunciou nesta quarta-feira, através do site oficial do clube, a renovação de contrato com a Adidas, fornecedora de material esportiva, por mais cinco anos. O antigo acordo terminava em março do ano que vem. Além de celebrar o aumento do repasse anual de R$9 milhões para R$17 milhões, o Tricolor terá igualdade de exposição com o Flamengo em todas as lojas da patrocinadora no Brasil.
– Nos últimos três anos, temos trabalhado intensamente para aprimorar essa relação. A antecipação da renovação do patrocínio em um ano e meio é resultado desse esforço – disse o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, ao site oficial do clube.
A negociação pela renovação deste contrato foi longa e começou com o antigo departamento de marketing no clube. Em alguns momentos, o presidente Peter Siemsen chegou a declarar que o Fluminense negociava com outras empresas, mas o acordo acabou sendo sacramentado, conforme o LANCE!Net antecipou na última semana.

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Pesquisa do Ibope diz que brasileiros são a favor do refinanciamento da dívida dos clubes

Apoio popular é constatado em pesquisa contratada pelo LANCE!


A maioria dos brasileiros é a favor do refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol. Esse apoio vai na direção do projeto da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, que prevê o refinanciamento das dívidas com a União, estimadas em R$ 4 bilhões.

O apoio foi apurado por uma pesquisa do Ibope, contratada pelo LANCE! com exclusividade. O instituto entrevistou 2.331 pessoas acima de 10 anos, em 141 municípios de todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos para mais e para menos.

Na pesquisa, 39% mostraram-se a favor do projeto de lei, e 32% contra. Quase 1/5 dos entrevistados falou estar indiferente ao que for decidido e 10% não souberam opinar.

- O contexto do pagamento da dívida é importante. Os brasileiros assimilaram que não é uma anistia. A pesquisa mostra que houve uma compreensão dos clubes, dentro da política de transparência, credibilidade e profissionalização - disse Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba e líder da comissão de clubes que acompanha o projeto.

Das regiões do país, o Sul é a que mais representa rejeição ao projeto, com 38% contrários. O Nordeste é o que menos apoia: 42%. Na renda familiar, o grupo de brasileiros que ganha de dois a cinco salários mínimos representa 42% dos que aceitam. Porém, a maioria dos mais abastados (35%) - que ganham mais de cinco salários mínimos - reprova o projeto.

Otávio Leite, relator do texto substitutivo do Proforte, disse que se fosse possível explicar com maior clareza o que significa o projeto de refinanciamento, o apoio dado pela população seria maior.

- Teríamos um percentual mais favorável se tivéssemos uma explicação mais abrangente do que significa o projeto. Porém, o percentual já é muito positivo e, mais do que isso, acho que está na hora de fixarmos um marco zero na gestão dos esportes no Brasil - analisa o parlamentar do PSDB-RJ.

Na votação que aprovou a Lei de Responsabilidade Fiscal para tramitar na Câmara, no último dia 7, os presidentes de Vasco e Flamengo foram a Brasília e presentearam com camisas de seus clubes o presidente da casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB). Os clubes têm especial interesse na aprovação do projeto, devido ao tamanho das suas dívidas.

- Ninguém pede isenção de nada. Buscamos uma maneira de cumprir com as nossas obrigações. - disse Dinamite à época.

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Novo Valencia: não só tem dono, como tem Adidas

Após ser adquirido por bilionário, clube trocou material esportivo

 
Se você achou que a primeira medida da “era Peter Lim” no Valencia seria a contratação de algum atleta, enganou-se: o clube de futebol espanhol anunciou o patrocínio da Adidas. Embora os termos financeiros não tenham sido divulgados, estima-se que este seja o negócio mais valioso de sua história.
Para acertar com a companhia alemã, o Valencia se viu obrigado a romper abruptamente com a Joma, sua ex-fornecedora de material esportivo, uma vez que o vínculo entre as duas instituições possuía mais um ano de duração. Suas roupas eram assinadas pela empresa local desde 2011.
Segundo comunicado oficial, a relação com a Adidas entraria em vigor apenas a partir de 1º de julho (início da próxima temporada), porém a equipe valenciana já está trajada da marca germânica, como constatou-se em sua delegação durante viagem para Hong Kong, onde disputará torneio amistoso. Lá, deverão ser apresentados seus novos uniformes.   
“Estamos muito entusiasmados com esta parceria com a Adidas, cujo patrimônio no futebol e história de inovação têm muita afinidade conosco. Este acordo vincula o passado e o futuro em um momento que entramos em uma nova era de nossa na história. A Adidas representa uma importante oportunidade, tanto na área comercial quanto na de marketing, de reforçar nossa credibilidade como um dos clubes mais importantes do mundo. Isto representa outro passo à frente em nosso progresso, tanto no campo quanto fora dele”, declara Amadeo Salvo, presidente do Valencia.
“Estamos muito orgulhosos deste contrato com o Valencia. Temos certeza de que se trata de um dos melhores clubes da Europa, e é uma grande honra fazer parte deste novo projeto. Somos a marca mais emblemática da história do futebol, e é um prazer compartilhar nosso patrimônio com este clube tão histórico. Desejamos o melhor para o Valencia”, acrescenta Nigel Griffiths, CEO da Adidas.
Este patrocínio é o primeiro do Valencia desde que o mesmo foi adquirido por Peter Lim, empresário oriundo de Cingapura. No sábado retrasado (17), o bilionário adquiriu 70% de suas ações. Em troca, o executivo deverá quitar a dívida de R$ 666 milhões do time alvinegro.   
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

terça-feira, 27 de maio de 2014

São Paulo e Flamengo são destaques entre as dívidas dos maiores clubes do país em 2013

Clube do Morumbi reduziu seu rombo financeiro em 27% e time carioca obteve queda em sua dívida em 2013 após vários anos de alta

Após cinco anos de alta, o Flamengo conseguiu reduzir suas dívidas. No ano passado, o clube carioca somou R$ 618,6 milhões, o valor 5% inferior ao de 2012, quando o time rubro-negro somou R$ 654,1 milhões em pendências. Apesar da queda, o Flamengo continua liderando o ranking dos maiores devedores do país.
– Essa queda é resultado do trabalho que está sendo realizado pela nova gestão – afirma Frederico Luz, diretor-geral do Flamengo, sobre o primeiro ano da nova diretoria à frente do clube.
Já o São Paulo foi o clube brasileiro que apresentou a maior queda percentual, diminuindo sua dívida em 27%. A pendência financeira do time do Morumbi foi de R$ 238,7 milhões, em 2012, para R$ 175 milhões ao final do ano passado.
– Apesar das dificuldades em relação aos patrocínios, tivemos a maior receita do futebol brasileiro em 2013 e somos o único grande clube do país a apresentar superávit desde 2003 – comenta João Paulo Jesus Lopes, vice-presidente de administração e finanças do São Paulo.
Por outro lado, o Palmeiras teve sua dívida aumentada em 31% no ano passado, saindo de R$ 155 milhões, em 2012, para R$ 203 milhões em 2013. Só em empréstimos, a dívida do time paulista passou de R$ 67,5 milhões para R$ 109 milhões. O clube paulista não quis comentar os resultados.
Veja o ranking das dívidas dos times em 2013 e a variação sobre os valores de 2012.

Clube            Dívida em 2013 (em R$ milhões)      Variação sobre 2012
Flamengo                 618,6                                              -5%
Botafogo                  609,6                                              +8%
Vasco                        464,7                                             +15%
Atlético-MG             456,9                                              +12%
Fluminense              389,1                                              -3%
Corinthians               224,1                                              -7%
Santos                      223,9                                              +29%
Palmeiras                 203                                                 +31%
Grêmio                     198,3                                              +12%
Internacional          183,1                                              +19%
São Paulo                 175                                                 -27%
Coritiba                    139,8                                              +17%
Cruzeiro                   129,8                                              +19%
Atlético-PR               53,9                                              +74%
Fonte: Mazars

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Dívida dos clubes brasileiros passa dos R$ 4 bi

Levantamento da auditoria Mazars aponta alta de 6% nas pendências financeiras dos 14 maiores times do futebol brasileiro em 2013

A dívida dos principais times brasileiros somada aumentou 6% em 2013 e ultrapassou a casa dos R$ 4 bilhões, sendo que nos últimos cinco anos a alta atinge a casa dos 67%. A situação parece irreversível dado o histórico de más gestões dos clubes, mas esse quadro pode começar a mudar.

É que está prevista para hoje a votação pelos deputados da Câmara Federal, em Brasília, do projeto de lei que visa renegociar as dívidas fiscais dos clubes e cujos dirigentes estão apostando todas as suas fichas em sua aprovação. Essa é mais uma tentativa do governo de reaver quase R$ 2 bilhões de pendência financeira junto aos principais times do país, que há anos deixaram de pagar seus impostos.

- A renegociação das dívidas dos clubes é o marco zero para o futebol brasileiro – afirma o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), exaltando a importância do projeto de lei de sua autoria.

Segundo relatório da Mazars, empresa de auditoria especializada na análise financeira dos clubes brasileiros, o valor total das dívidas dos clubes aumentou R$ 242,7 milhões apenas no último ano. Desse montante, R$ 62,2 milhões (o equivalente a 25,6%) refere-se ao Vasco, time que mais aumentou a dívida em valores absolutos.

O Atlético Paranaense é o clube com a menor dívida entre os grandes do país, com uma pendência de ‘apenas’ R$ 53,9 milhões. Entretanto, o clube foi o que teve a maior alta percentual, de 74%. O fato deve-se à base baixa de sua dívida em 2012, que era de R$ 31 milhões.


Dos 14 principais times do país, apenas quatro tiveram resultados positivos: Flamengo, São Paulo, Corinthians e Fluminense.

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Goiás apresenta novos uniformes para 2014

Desenvolvidos pela Puma, modelos serão utilizados já na partida da próxima quarta-feira, 28, em partida contra o Vitória pelo Brasileirão




Terceiro colocado no Campeonato Brasileiro, o Goiás Esporte Clube apresentou nesta segunda-feira, 26, os novos uniformes que serão utilizados no restante da temporada de 2014 em evento realizado para convidados no Estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia.
Desenvolvidos pela Puma, parceira do clube no fornecimento de material esportivo, os novos produtos já serão utilizados pelos jogadores do clube na próxima quarta-feira, 28, na partida contra o Vitória, em jogo válido pela 8ª rodada do torneio nacional.
O uniforme principal manteve o tom verde que é tradicional do Goiás e tem detalhes nas cores do Estado goiano nas mangas. Já o modelo reserva é predominantemente branco e mantém os detalhes nas mangas do uniforme principal.
- Estamos no segundo ano dessa parceria e os esmeraldinos poderão prestigiar o design e tecnologia que a Puma aplica nos uniformes de times e seleções em todo mundo. Com certeza essa novidade embalará a torcida e jogadores por grandes vitórias – afirma Roberto Goldminc, presidente da Puma no Brasil.

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Coca-Cola lidera patrocínio entre seleções da Copa do Mundo

Marca mantém acordo com 12 confederações que estarão no Mundial


Com exceção dos fornecedores de material esportivo, ninguém tem tantos direitos de imagem na Copa do Mundo quanto a Coca-Cola. A empresa tem contrato que a mantém como um dos seis principais patrocinadores da Fifa. Mas, além disso, a marca de refrigerantes é patrocinadora oficial de 12 seleções, mais de um terço de todas as equipes. Nenhuma empresa está tão presente quanto ela.
Entre os 12 times, estão no grupo seleções favoritas ao título, casos de Alemanha, Argentina e Uruguai. Não entra na lista, no entanto, o país-sede. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) teve contrato com a empresa americana entre 1990 e 2001. O acordo foi rompido um ano antes de seu término e um novo documento foi fechado com a Ambev, colocando o Guaraná Antárctica como o refrigerante oficial da seleção brasileira.
Mundialmente, a principal concorrente da Coca-Cola é a Pepsi, mas essa não tem uma grande participação entre as seleções. Como exemplo, a Adidas é patrocinadora da Fifa, mas vê sua principal rival, a Nike, como parceira de dez times do Mundial. Não é o caso da Pepsi. A marca é patrocinadora apenas da seleção dos Estados Unidos. A aposta, nesse caso, recai mais em jogadores em campanhas de grande porte. Para este ano, a empresa criou um time liderado pelo argentino Lionel Messi, que conta também com o holandês Van Pierse, o inglês Wilshere, o brasileiro David Luiz, o espanhol Sérgio Ramos e o argentino Sergio Agüero.
Depois da Coca-Cola, duas empresas aparecem com seis seleções, mas dessa vez o time brasileiro está contemplado. A Gillette e a Volkswagen são patrocinadoras de seis equipes da Copa. No caso da Gillette, a curiosidade está no foco na América Latina. Além de Brasil, Argentina, Chile, Costa Rica e México recebem aporte da marca. Já a Colômbia expõe o apoio da Procter & Gamble, grupo que detém a Gillette. A Espanha completa a lista da marca de lâminas para barbear.
O cenário da Volkswagen é bem mais heterodoxo. A marca é patrocinadora da Argentina, do Brasil, da Bósnia e Herzegovina, da Holanda, da Rússia e da Suíça. A patrocinadora da Fifa que concorre com a montadora alemã, a Hyundai, fica atrás entre os times, com o apoio a apenas duas seleções.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

‘Final’ da segunda divisão do futebol inglês paga o triplo de uma década atrás

Derby County e QPR lutam pela última vaga na elite no próximo sábado, no Wembley

A final dos play-offs da Sky Bet Championship, a segunda divisão do futebol inglês, nunca pagou tanto a seu vencedor. Na atual temporada (2013/2014), o prêmio financeiro corresponderá ao triplo do valor de uma década atrás, segundo a Deloitte.
Há dois clubes na disputa: Derby County e Queens Park Rangers (QPR). A empresa de consultoria calcula que o primeiro lucrará 120 mil libras (R$ 447 mil) em caso de vitória, enquanto o segundo ganhará 80 mil libras (R$ 298 mil) caso vença o duelo.  
No caso do QPR, o montante é mais baixo pelo fato de ele já receber bônus referente ao rebaixamento da Premier League, a elite nacional, na temporada anterior (2012/2013). Sim, lá os rebaixados são recompensados com auxílio financeiro para se manter na divisão inferior.
“O crescimento no valor da promoção para a Premier League oferece a oportunidade de os clubes recém-promovidos realizarem investimentos estratégicos dentro e fora do campo”, explica Adam Bull, consultor sênior do segmento esportivo da Deloitte.
E as cifras dos novatos serão elevadas também na Premier League. Os integrantes da primeira divisão registram altos faturamentos com a competição. Os índices do torneio são alavancados principalmente pelos direitos de transmissão das partidas.  
A decisão está marcada para o próximo sábado (24), no estádio Wembley, em Londres. Derby County e QPR lutam pela última vaga na elite para a próxima temporada (2014/2015). Leicester e Burnley já estão garantidos. Os promovidos serão substituídos por Fulham, Norwich e Cardiff. 
Fonte: Máquina do Esporte - UOL
 

domingo, 25 de maio de 2014

Finanças do Futebol Brasileiro 2013

Por Amir Somoggi em 23.05.2014
Texto: Fernando Martinho

O faturamento dos clubes brasileiros


Os 24 clubes brasileiros de futebol que mais arrecadaram em 2013, somaram R$ 3,3 bilhões considerando todas as receitas. Se forem desconsiderados os ganhos oriundos das transferências de jogadores, os 20 clubes do Brasileirão série A e os quatro que mais faturaram do Brasileirão Série B, totalizaram R$ 2,6 bilhões.
O São Paulo foi o clube que mais arrecadou em 2013 (R$ 362,8 milhões), se beneficiando da venda de Lucas para o PSG por € 40 milhões no início de 2013. Já o Palmeiras, mesmo tendo disputado a Série B do Brasileirão, foi o nono clube com maiores receitas (R$ 176,8 milhões), considerando a venda de atletas. Sem considerar as receitas de transferências de jogadores, o Flamengo, que teve um crescimento de 36% com relação à 2012, foi o clube que mais faturou com R$ 272,9 milhões.

O ano de 2013 apresentou algumas mudanças no cenário. O Flamengo se reergueu com a nova gestão, e teve um crescimento excelente, assumindo a liderança das receitas sem transações de atletas, mas foi o único a fechar o ano com crescimento dentre os cinco que mais arracadaram.
Flamengo e Cruzeiro, campeões da Copa do Brasil e do Brasileirão respectivamente, se beneficiaram das excelentes campanhas nas competições e dos novos estádios (Maracanã e Mineirão), que permitiram alavancar suas receitas com bilheteria. O Cruzeiro foi o clube que mais arrecadou com bilheteria no Brasileirão, e em seguida aparece o Flamengo. O Grêmio que dispôs de seu novo estádio desde o início do ano, não aumentou seu faturamento total, e somente com bilheteria o clube aumentou levemente sua arrecadação no Brasileirão. O tricolor gaúcho faturou R$ 11,2 milhões em 2012, enquanto em 2013 o clube arrecadou R$ 14,3 milhões (R$ 3,2 milhões a mais, ou 27,4% com relação ao ano anterior). Muito pouco em comparação com o que se esperava e se especulava.
Fonte: Futebol Business

Náutico prepara ações de marketing para volta aos Aflitos

Sem Arena Pernambuco, equipe recebe Avaí e Vasco em seu estádio


 

Nada como voltar para casa. O Náutico disputará suas próximas duas partidas como mandante no estádio dos Aflitos. Na ocasião, serão realizadas uma série de ações de marketing. Denominada “Revivendo os Aflitos”, a campanha resgatará a história da casa da equipe pernambucana.
Os 11 melhores atletas de todos os tempos do Náutico, escolhidos por meio de votação em seu site, serão homenageados. Seus nomes serão inscritos no uniforme dos jogadores do elenco atual. A camisa para os dois duelos também será especial. Trata-se de um modelo limitado, a ser comercializado exclusivamente para sócios.
Além disso, os fãs poderão adquirir um selo postal em alusão ao estádio dos Aflitos. Por fim, haverá um concurso cultural para os sócios. Para participar, é necessário enviar uma narração sobre algum gol ou alguma vitória marcante. A melhor história será divulgada no site do clube recifense, e seu autor será premiado com uma camisa da iniciativa "Revivendo os Aflitos" autografada pelos atletas.
Há um ano, o Náutico não atua mais nos Aflitos, uma vez que passou a mandar seus jogos na Arena Pernambuco, responsável por receber cinco confrontos da Copa do Mundo. O retorno para casa, aliás, se dá justamente pelo fato de a arena já ter sido entregue à Fifa. O próprio estádio do time alvirrubro servirá de centro de treinamento para seleções.
Os dois compromissos nos Aflitos serão válidos pela Série B do Campeonato Brasileiro, a segunda divisão do futebol nacional. O Náutico enfrentará o Avaí na próxima terça-feira (27), às 21h50, e o Vasco da Gama, em 6 de junho, às 21h.  
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Vice-líder da Série B, Joinville apresenta novos uniformes para temporada 2014

Criados pela Umbro, produtos serão utilizados pela equipe catarinense neste sábado, 24, no jogo contra o Vasco, na Arena Joinville

 
Vice-líder da Série B do Campeonato Brasileiro, o Joinville E.C. apresentou nesta quinta-feira, 22, os novos uniformes da equipe que serão utilizados ao longo da temporada 2014. Os produtos foram desenvolvidos pela marca inglesa Umbro, parceira do clube catarinense no fornecimento de material esportivo.
O Joinville utilizará os uniformes pela primeira vez neste sábado, 24, no jogo contra o Vasco, que será realizado às 16h20, na Arena Joinville.
- Despertamos o interesse de firmar essa parceria, pois conhecemos a importância do JEC e a força que tem a torcida tricolor, essa é uma grande oportunidade de conquistar ainda mais espaço e fortalecer a marca Umbro, em todo estado de Santa Catarina - comenta Eduardo Pogetto, gerente de sports marketing da Umbro Brasil. O contrato da companhia com o Joinville vai até 2016.
As novas camisas têm gola ‘V’ e recortes nas laterais e nas costas para facilitar a transpiração dos atletas, segundo informou a fabricante de material esportivo. O uniforme número 1 mantém as tradicionais cores preto e vermelho, enquanto o uniforme 2 tem camisa branca com listras vermelhas e pretas.

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sábado, 24 de maio de 2014

Santos fecha patrocínio pontual com SEB para jogo contra o Flamengo

Clube está sem patrocinador máster há um ano e meio e, no ano passado, viu receita cair de R$ 40,4 milhões para R$ 17,7 milhões com publicidade no time profissional

 
Sem patrocinador máster há um ano e meio, desde que o BMG decidiu sair do futebol, o Santos acertou um acordo pontual para colocar o Sistema Educacional Brasileiro (SEB) na camisa no jogo contra o Flamengo. A empresa de cursos a distância vai ficar no peito e nas costas apenas nesta partida, válida pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro Chevrolet, no próximo domingo (25).
O confronto terá transmissão em TV aberta por Globo e Bandeirantes, em TV fechada pelo Sport e no pay-per-view. Só jogos com TV interessam neste caso. A negociação foi intermediada pela agência Wolff Sports & Marketing.
Todo este tempo sem o principal patrocinador da camisa derrubou as receitas do Santos com publicidade. Em 2013, o clube arrecadou R$ 17,7 milhões com o time profissional, muito menos do que os R$ 40,4 milhões de 2012. Hoje, o Santos tem CNA nos ombros e Corr Plastik nas mangas.
Fonte: Máquina do Esporte

Finalistas da Liga dos Campeões, Real fatura cinco vezes valor do Atlético de Madrid

Final da Liga dos Campeões deste sábado tem o clube mais rico do mundo de um lado e um time que sofre para ficar no azul do outro



O Atlético de Madrid ganhou o Campeonato Espanhol, desbancou o Barcelona na Liga dos Campeões da Uefa e, neste sábado (24), disputa o título europeu com o Real Madrid. Deixe todo o aspecto do futebol de lado por um instante. Ignore a ótima fase de Diego Costa, os méritos de Diego Simeone ao treinar e montar a equipe espanhola, e foque nas finanças. A realidade é que as chances de o time vermelho e branco repetir a façanha são mínimas.
O Real Madrid fatura cinco vezes o valor do Atlético de Madrid. Em 2012/2013, o time de Cristiano Ronaldo arrecadou € 520,9 milhões, e o de Diego Costa, € 106,6 milhões. O primeiro teve lucro de € 47,7 milhões, e o segundo, de apenas € 2 milhões.
Por parte das despesas, de um lado há um Real que gastou € 246 milhões em 2012/2013 com salários de jogadores, comissão técnica e funcionários, e de outro há um Atlético que conseguiu destinar só € 63,8 milhões para remunerações.
Esses são números que escancaram o abismo financeiro que há entre um rival e outro na final da Liga dos Campeões. Ganhar mais dinheiro, ter mais lucro e poder pagar maiores salários não faz necessariamente com que títulos sejam conquistados. O Barcelona está aí, eliminado antes das semifinais, para provar, e o Atlético de Madrid pode levantar a taça no fim de semana sem surpreender tanta gente. Difícil vai ser levantá-la de novo nos próximos anos.
 

Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Penalty lança camisa do Vasco dupla face alusiva à Seleçao Brasileira

Fornecedora lançou camisa dupla face em homenagem à camisa canarinho




A Penalty, fornecedora de material esportivo do Vasco, resolveu inovar na fabricação das camisas e lançou um modelo de vestimenta dupla face para o clube. De um lado, o tradicional uniforme com a faixa transversa no peito. Do outro, o amarelo em alusão à camisa da Seleção Brasileira. A pré-venda iniciou-se nesta sexta-feira com o preço de R$229,90.

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Sport monta evento VIP em jogo contra o Corinthians para apresentar Adidas

Sócio que pagar R$ 240 receberá a nova camisa e ingresso para o jogo

 
O Sport estreará o novo uniforme da Adidas no jogo contra o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro, no próximo domingo (25). Para lançar a nova parceria com a marca de artigos esportivos, o clube realizará um evento VIP para sócios-torcedores.
Por R$ 240, o sócio do Sport receberá a nova camisa da equipe, o ingresso para o jogo contra o Corinthians e acesso ao camarote VIP, com direito a buffet de comidas e bebidas. Apenas 500 bilhetes serão colocados à disposição da torcida.
“É para privilegiar o sócio com esse evento e também ressaltar essa importante parceria com a Adidas. O torcedor tem essa vantagem de ter acesso a coisas diferentes, exclusivas”, afirma o diretor de marketing do Sport, Sid Vasconcelos.
A expectativa da diretoria é que os convites VIPs se esgotem rapidamente. O clube vai arrecadar um valor bruto de R$ 120 mil apenas com a venda os ingressos especiais.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A nova geração do Ituano Futebol Clube

Gestor Presidente - O pentacampeão Juninho
Na ultima quinta-feira (22/05) tive a oportunidade de participar da Palestra do Curso Master em Gestão do Futebol da Federação Paulista ministrada pela Diretoria do Ituano Futebol Clube. Na verdade não foi exatamente uma palestra, o clima era bem descontraído e o papo se desenvolveu de forma bem informal. Lá estiveram representando o Clube de Itu o Diretor de Futebol das categorias de base Thiago Cruz e o Técnico do time sub-20 o ex-jogador Vinicius Bergantin.
Turma 2014 com a Diretoria do Ituano
Realmente o tema da Palestra se confirmou, pois o que se pode perceber foi uma equipe jovem, moderna, unida e com planejamento.

Algo que ficou nítido, foi à liderança positiva que o Gestor-Presidente Juninho (Pentacampeão) tem sobre os jovens gestores.
Um trabalho muito interessante vem sendo desenvolvidos por eles, totalmente pautado e norteado pelo Planejamento, nada de diferente do que sabemos que dá resultado e poucos dirigentes atuais seguem.
Segundo eles, dividido em três fases: curto, médio e longo prazo.
Ao assumirem em 2009 o Clube não possuía sequer bolas e coletes para realizar um treinamento, fato este a 01 mês do inicio da série D do campeonato brasileiro daquele ano.
Na linha do que foi planejado, o primeiro objetivo em curto prazo traçado por eles era o resgate da credibilidade do Clube que estava totalmente perdida inclusive com prestadores de serviços e empresários da região, onde levavam a fama de “não pagadores”. Além disso, era objetivo a manutenção na séria A1 do paulista e também a reforma do Estádio Novelli Júnior e demais instalações que se encontravam em situações precárias. Com muito esforço desta equipe foi-se alcançado o objetivo inicial da Gestão.
Partiu-se então para a segunda etapa do planejamento que seria o médio prazo, mais focado em resultados dentro de campo tanto para o time profissional quanto para as categorias de base e algumas conquistas pessoais para o Clube voltadas para o futebol moderno, como a criação do sócio-torcedor e a TVItuano, que já estão acontecendo.
Outro ponto a se destacar, são as conquistas que o Clube terá com o legado da Copa, onde a estrutura que foi construída para a seleção russa ficará toda para o Ituano. Com isso, a equipe de Itu simplesmente passa a ter o seu próprio CT moderníssimo que fica anexo ao Estádio. Isso possibilita, segundo eles, uma redução de custo com transporte para treinamento não só do profissional como também da base, isso sem contar a maior integração do Profissional com os meninos da base. A diretoria também vem trabalhando com a questão das Leis de incentivos fiscais a fim de captar recursos para ampliar ainda mais sua estrutura.
Com isso pude avaliar e considerar que o objetivo em médio prazo também foi alcançado, ainda mais porque teve um ingrediente especial “o Título da Séria A1” deste ano, que veio a coroar todo esse trabalho de 05 anos e também dar um feedback positivo para eles perceberem que o trabalho está no caminho certo.
A terceira etapa é o planejamento em longo prazo que termina até o ano de 2018 e tem como norte um novo título paulista da série A1, chegar à série B do brasileiro e formar atletas a ponto de ter um elenco profissional com 50% de jogadores formados no Clube.
Eu sinceramente fiquei muito satisfeito com o bate papo, pois me possibilitou momentos de aprendizagem, também por perceber que a nova geração está chegando ao mercado e implantando uma metodologia moderna/inteligente de se gerir uma instituição esportiva.
Para mim que estou buscando fazer parte de fato desta geração foi super positivo e espero um dia ter a oportunidade que eles tiveram para desenvolver meus ensinamentos.
Parabéns ao Juninho por abraçar o Projeto, principalmente ter a sabedoria em escolher uma equipe jovem, competente e com pensamentos modernos. Desejo sucesso, muita conquista para o futuro próximo do Rubro-Negro de Itu e obrigado pelos ensinamentos! 

Saudações,
R. Veríssimo

Academia Lance! A força do torcedor brasileiro

Grêmio e Cruzeiro mostraram que é possível equilibrar as forças no futebol brasileiro buscando o apoio de seus torcedores

Fonte: Amir Somoggi


Durante muitos anos os clubes brasileiros foram extremamente dependentes das receitas com transferências de atletas e dos direitos de transmissão. Em anos recentes o dinheiro da televisão ganhou importância e se consolidou como a principal fonte de ganho dos nossos clubes.
Nesse novo cenário os maiores clubes em torcida, Flamengo e Corinthians, conseguiram aumentar seu faturamento com os melhores contratos televisivos, fruto do novo acordo individual para a transmissão de seus jogos. Isso também acarretou em melhores contratos de patrocínio, distanciando também essa fonte de receita dos demais clubes brasileiros.
Entretanto em 2013 foi possível verificar que clubes com menos torcida, em comparação com a dupla que mais arrecada com TV, estão mostrando qual o caminho para crescer, independente dessa situação de desequilíbrio de forças.
Os exemplos do Grêmio e Cruzeiro provaram que buscando o apoio do torcedor, é possível equilibrar as forças no futebol brasileiro. O gaúcho e o mineiro faturaram mais em 2013 com seus sócios e bilheteira do que os valores recebidos pela TV.
No ano passado, o Grêmio gerou R$ 67 milhões com seus sócios e venda de ingressos, valor 21% maior que o recebido da TV que foi de R$ 55,4 milhões. Já o Cruzeiro gerou R$ 63,7 milhões com seus sócios e bilheteria, 6% maior que o dinheiro da TV, que atingiu R$ 60,1 milhões.
Isso significa que com o apoio do torcedor, clubes com menos projeção nacional podem equilibrar as forças contra os maiores clubes em cobertura de mídia. O Cruzeiro conquistou o título nacional e o Grêmio uma vaga na Libertadores, consequência destes novos recursos gerados com o seus torcedores.
No caso do Grêmio chama a atenção sua excelente receita com licenciamento da marca e exploração de sua loja no estádio Olímpico, que geraram R$ 15,7 milhões para o clube no ano passado. Essa fonte é resultado do consumo dos produtos do clube por parte da torcida.
Assim, está claro que o equilíbrio de forças do futebol brasileiro passa pelas novas receitas geradas com a torcida. O segredo do sucesso deste processo será a busca da rentabilização de seus programas de sócios, fazendo com que o torcedor se converta em um cliente cada vez mais ativo, tanto na aquisição de ingressos e produtos oficiais dos times, como em novos produtos e serviços de seus patrocinadores.
Esse trabalho gerará melhores cotas de patrocínio, já que empresas pagarão mais para se associar aos clubes com maior apelo comercial, mesmo com menos mídia.
Esse sem dúvida, o grande desafio futuro de marketing para os clubes brasileiros.

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