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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Uma janela de oportunidades para o futebol brasileiro

Após o vexame da seleção brasileira da Copa do Mundo, muito se tem discutido sobre os rumos do futebol nacional e a necessidade de sua reestruturação. Analisando a situação sob a perspectiva da atuação da CBF, o que é possível fazer? 


 

Por Anna Beatriz Anjos, na edição 157 da Fórum Semanal

Sete gols sofridos em uma única partida, diante de um estádio lotado. Quatro deles marcados em seis minutos. Uma pane, diria horas depois a comissão técnica, para justificar o massacre. A imprensa e o resto do país falariam ainda em pressão emocional, falha de escalação – por que Bernard e não Paulinho? –, ausência de um padrão de jogo, falta de raça e entrega dentro de campo.
As respostas serão construídas ao longo do tempo por meio dos mecanismos que apenas as análises a posteriori podem fornecer. Mas uma coisa é certa: o “passeio” de 7 a 1 que a Alemanha aplicou na seleção brasileira, seguido pelos 3 a 0 da Holanda, que nos relegou ao quarto lugar dentro de nosso próprio país, geraram debates sobre os rumos do futebol brasileiro. Entre discussões sobre os elementos que figuram dentro das quatro linhas, outros extracampo também retomaram sua projeção.
A própria presidenta Dilma Rousseff afirmou, em entrevista à emissora norte-americana CNN logo após a derrota para a Alemanha, querer a renovação do esporte no país, que deve, de acordo com ela, deixar de ser apenas um exportador de jogadores. Dessa maneira, sinalizou estar aberta ao diálogo e disposta a pensar transformações efetivas. Sem se relacionar com a direção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a mandatária já havia sinalizado essa disposição em encontro com jornalistas esportivos, realizado dois meses antes da abertura do Mundial.
Os sinais de uma possível mudança se refletiram na prática já nesta última semana. Na segunda-feira (21), o movimento Bom Senso FC, formado em 2013 por jogadores insatisfeitos com o atual cenário do futebol no Brasil, conquistou, pela segunda vez, o direito a uma reunião com a presidenta. No dia 25, foi a vez dos dirigentes de doze clubes (Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Botafogo, Flamengo, Internacional, Grêmio, Atlético Mineiro, Bahia, Coritiba, Santa Cruz e Paysandu) se sentarem com a petista – a pauta principal foi a votação, na Câmara dos Deputados,  do projeto de lei que prevê o refinanciamento das dívidas das agremiações.
Obviamente, cada um zela pela sua fatia do bolo. O futebol, como atividade coletiva em todos os âmbitos, envolve uma série de atores. Enquanto atletas e cartolas buscam defender seus interesses, a Confederação Brasileira de Futebol, entidade máxima do esporte no país, parece se abster do debate. Por que isso ocorre, se ela é a responsável pelas competições mais importantes em nível nacional e também pela seleção brasileira? Para entender seu posicionamento, é preciso antes compreender como e porque existe a CBF.
Como funciona a máquina
A Confederação Brasileira de Futebol é herdeira da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), entidade criada em 1914 que concentrava o comando de todas as modalidade esportivas no Brasil. Em 23 de novembro de 1979, segundo a pesquisa “A Regra do Jogo: Uma História Institucional da CBF”, de autoria do historiador Carlos Eduardo Sarmento, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a CBF passa a existir oficialmente como pessoa jurídica, após a extinção da CBD.
Atualmente, as principais atribuições da confederação são a organização do Campeonato Brasileiro em suas quatro divisões (A, B, C e D) e também de competições como a Copa do Brasil, além da supervisão da seleção brasileira de Futebol (masculina e feminina), tanto na categoria profissional, como nas de base – as equipes sub-20, sub-17 e sub-15.
Conforme consta no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), a CBF é uma associação privada. Seu estatuto reforça esse caráter: logo no artigo primeiro, consta que é uma “associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter desportivo, com personalidade jurídica e patrimônio próprio”. No mesmo artigo, o texto determina que a entidade se regerá pelos artigos 20 e 23 do Código Civil Brasileiro – com a vigência do Novo Código Civil (Lei 10.406, de 2002), passa a ser regulada pelo artigo 53º – e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis emanadas pela Federation Internacionale de Football Association (FIFA), sendo vedada qualquer ingerência do Poder Público em seu funcionamento.
Segundo o advogado Caio Medauar, membro da Comissão Especial de Direito Desportivo da Ordem dos Advogados do Brasil/Seção São Paulo (OAB-SP), a CBF está submetida a outros dispositivos legais, além dos já citados. “À própria Constituição Federal, ao Código Tributário Nacional [CTN, no que diz respeito à isenção de impostos a associações sem fins lucrativos]. A Lei Pelé também traz uma série de obrigações para as entidades esportivas, inclusive no que diz respeito à publicação de balanço e à transparência. Ao Estatuto do Torcedor também”, explica.
Embora tenha isenção fiscal garantida pelo CTN por ser uma associação sem fins lucrativos (como acontece com a maioria dos clubes e federações), a CBF perde esse direito ao remunerar seus diretores estatuários. Parte de significativa de suas despesas em 2013 foi destinada ao pagamento de impostos e taxas – R$ 64 milhões, segundo números da própria confederação. Outro setor que demandou parcela expressiva dos gastos totais é o de cargos administrativos – R$ 97 milhões, número relativamente maior em comparação a 2012 .

 

Se os clubes brasileiros estão endividados e se mostram pouco rentáveis (em 2013, os 20 maiores do futebol nacional tiveram déficit de R$ 258,4 milhões), a saúde financeira da CBF vai muito bem, obrigada. No ano passado, ela apresentou a maior receita de toda a sua história – R$ 452 milhões, o que representa uma evolução de 18% em relação a 2012. Seu lucro no mesmo período foi R$ 56 milhões – desde 2003, acumulou ganhos de R$ 370 milhões. Os patrocinadores continuam sendo a “mina de ouro” da associação – em 2013, lhe pagaram R$ 278 milhões.
 




O Brasil frente ao mundo: as ligas
A CBF tem poderes sobre o campeonato brasileiro de que outras entidades dirigentes ao redor do mundo não dispõem. Enquanto no Brasil é ela quem organiza a maior competição nacional; nos países europeus figuram as ligas formais.
“Todos esses mercados mundiais, inclusive os Estados Unidos, não só no futebol, mas em outros esportes, têm uma liga, que é uma empresa – pessoa jurídica privada – tocada por executivos, da qual os clubes são fundadores, mas não têm o direito de opinar no dia a dia, funcionam apenas como conselheiros”, explica Amir Somoggi, consultor de marketing e gestão esportiva e estudioso da Football Industry europeia.
Somoggi destaca dois exemplos de ligas europeias cujo modelo de gestão é bem-sucedido, em sua análise. Na Inglaterra, a Barclays Premier League é formada por 20 times membros, da qual todos são acionistas. Já a Bundesliga, na Alemanha, é gerida pela Deutsche Fußball Liga (DFB ou, em português, Liga Alemã de Futebol) e formada por 36 clubes. Ambas são comandadas por uma equipe de executivos, assim como qualquer grande corporação do mundo financeiro.
A boa administração se reflete em números: de acordo com a empresa inglesa Deloitte, umas das gigantes no mundo da consultoria, a dupla é responsável pela duas maiores receitas do futebol mundial. Em 2013, a Inglaterra esteve na ponta, com receita equivalente a 2,9 bilhões de euros, seguida pela Alemanha, com 2 bilhões de euros (a medição leva em conta somente os direitos de transmissão dos jogos vendidos às emissoras de TV, marketing, sócios e estádios (sem transferências de jogadores).
No paralelo, o Campeonato Brasileiro, que não é uma liga formal, ocupa a sétima colocação, com receita de 800 milhões de euros, o que representa uma piora em relação a 2012, quando era dono do sexto lugar. “Na prática, você não tem [no Brasil] essa visão comercial, não só em relação aos melhores valores, mas também ao desenvolvimento da liga. Por exemplo, na Premier League, uma parcela do valor ganho com as transmissões vai direto para projetos sociais da liga, não dos clubes. A liga inglesa encaminha dinheiro para os clubes, mas também tem seus projetos sociais. Ela pensa em vários aspectos”, declara Somoggi. “Ela gasta a parte dela de forma inteligente, repassa quase tudo para os clubes, mas o pouco com que fica – que já é muito dinheiro – investe em projetos próprios para desenvolver o futebol no país.”
Cortando o bolo em mais pedaços
“Nas últimas décadas, parte do poder sobre o destino do esporte mundial migrou, lentamente, para a sede das grandes emissoras. A venda de direitos de TV é hoje a principal fonte de renda de clubes, ligas e federações. As emissoras, cujo faturamento depende cada vez mais do esporte, fazem de tudo para adular patrocinadores. E esses querem a maior visibilidade possível para suas marcas, nos horários mais atraentes”.
No universo do “esporte mundial” a que se refere o trecho do livro O Lado Sujo do Futebol (Planeta), lançado neste ano pelos jornalistas Luiz Carlos Azenha, Amaury Ribeiro Jr., Leandro Cipoloni e Tony Chastinet, certamente o futebol é a modalidade mais explorada pelas emissoras de TV. E não é para menos: estima-se que tenha, atualmente, cerca de 3,5 bilhões de fãs no mundo todo.
A maneira com que os clubes comercializam seus direitos de transmissão tem muito a ver com a forma de gestão do esporte em cada país. Nesse quesito, mais uma vez, o Brasil está distante das práticas adotadas nos centros considerados referência em Football Industry.
Novamente, Premier League e Bundesliga são exemplos de venda de direitos de TV. Além de fazer com que sejam mais rentáveis, essas ligas trabalham para que o bolo seja cortado em mais pedaços – isto é, seja divido de modo mais equânime entre as equipes que jogam os campeonatos. “A Premier League se preocupa muito com o equilíbrio. Ela detém os direitos de transmissão dos jogos e repassa aos clubes. No Brasil, essa negociação hoje é diretamente feita entre a Globo e os clubes”, elucida Somoggi. “As ligas não administram o negócio para 5 ou 10 clubes, administram para todos.”
Ainda avaliando o exemplo do campeonato inglês, as cotas de transmissão são repassadas da seguinte forma: 70% do total são repartidos igualmente entre os 20 times. Dos 30% restantes, 15% são prize money, direcionados conforme a classificação, e os outros 15% são destinados de acordo com o número de partidas transmitidas. No último balanço divulgado pela Premier League, referente à temporada 2012/2013, a diferença de faturamento entre o campeão Manchester United e o rebaixado Queens Park Rangers é de cerca de 21 milhões de libras – enquanto o primeiro recebeu 60.813.999 de libras, o segundo levou 39.752.462. A quantia embolsada pelo lanterna representa em torno de 65% da verba ganha pelo vencedor.

 

Na Bundesliga, cujo sistema também é considerado mais justo, a receita gerada pelos direitos de transmissão é dividida anualmente de forma igual entre todos os participantes – critério questionado pelo gigante Bayern de Munique, por exemplo.
No Brasil, como já mencionado por Somoggi, a comercialização não tem intermediários. Segundo o site Futebol Business, a  Rede Globo, que há anos detém os direitos, repassou aos clubes, pelo triênio 2012-2015, valor na casa dos R$ 2,7 bilhões pelos jogos da série A, nos canais abertos e fechados, sem contar o sistema pay-per-view. Aqui, o pagamento é feito em blocos: Flamengo e Corinthians formam o primeiro; São Paulo, o segundo; Vasco e Palmeiras, o terceiro; Santos, o quarto; Cruzeiro, Atlético Mineiro, Botafogo, Fluminense, Grêmio e Internacional, o quinto; e os demais constituem o sexto.
Pelo triênio seguinte (2016-2019), a Globo passará a pagar um montante ainda maior: R$ 4,11 bilhões. Assim, a emissora desembolsará uma média de R$ 170 milhões por ano com o primeiro bloco, R$ 110 milhões com o segundo, R$ 100 com o terceiro, R$ 80 milhões com o quarto, R$ 60 milhões com o quinto e R$ 35 milhões com o sexto. Como se pode notar, a desigualdade é muito maior – os últimos recebem cerca de 20,5% do total que faturam os primeiros. Isso acaba gerando um ciclo vicioso que impede os clubes pequenos de subir de patamar.
Uma iniciativa de união dos grandes clubes já ocorreu no Brasil. “O Clube dos 13 foi criado em 1987 no vácuo da bagunça que estava o futebol brasileiro. O objetivo inicial era organizar o campeonato nacional daquele ano [a Copa União], mas a coisa cresceu. A entidade ganhou corpo e se tornou a protetora dos interesses políticos e econômicos dos maiores clubes do país, especialmente a negociação dos direitos de transmissão. Nesse jogo, a Globo, parceira do grupo desde seu nascimento, sempre teve prioridade. Mas ter o poder de escolher o comprador era uma arma poderosa na mão do C13”, narram os autores de O Lado Sujo do Futebol.
“O Clube dos 13 foi o nascimento de algo que parecia uma liga, mas ficou restrito à negociação dos direitos de transmissão”, relembra Somoggi. Apesar do potencial do grupo, interesses divergentes entre seus membros o enfraqueceram a partir de 2011, e as equipes voltaram a tratar diretamente com o comprador.
As perspectivas
Como interferir nesse ciclo de desigualdade entre clubes que mina as chances de rompimento do status quo do futebol brasileiro, além de diminuir as possibilidades do esporte se transformar em um negócio mais rentável? Muitos têm se perguntado se a CBF tem o poder de modificar o modelo de gestão, e se isso pode se estimulado, talvez, por uma intervenção estatal.
A resposta é não – os governos não podem influenciar as atividades dos órgãos dirigentes em nenhum país. “No estatuto da Fifa e no Código Disciplinar há disposições a respeito disso”, pontua Caio Medauar. O advogado relembra o caso da Nigéria, suspensa pela Fifa de competições oficiais depois que o presidente Goodluck Jonathan solicitou a prisão de mandatários da Federação Nigeriana de Futebol (NFF, na sigla em inglês) – o motivo foi a eliminação da seleção nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Desse modo, nenhuma das seleções nacionais nem clubes da Nigéria poderão participar do torneio ou partida internacional. Durante o período de suspensão, o país tampouco poderá ser representado em competições regionais e continentais, incluindo também seus clubes. Até de amistosos os africanos estão vetados. ”Apesar disso, a gente sabe a questão política pesa muito em relação a isso”, destaca Medauar. “Existem vários países – como na Líbia – em que é o próprio governo que organiza tudo e a Fifa não se manifesta.”
Para ele, o papel do Estado deve ser apenas de apoio e fiscalização do cumprimento da lei. “A liberdade de associação é um direito fundamental no Brasil, está no artigo 5º da Constituição e é reforçada com a autonomia das entidades esportivas. O Estado tem que resguardar os interesses do cidadão brasileiro dentro da legalidade, fazer com que se cumpra as leis, que não se sonegue impostos, que os clubes tenham responsabilidade fiscal.”
Na avaliação de Amir Somoggi, o foco precisa ser a democratização da entidade hoje dirigida por José Mari a Marin e Marco Polo del Nero. “A CBF tem um modelo de eleição suis generis. Tem o poder de administrar uma estrutura imensa, e isso está nas mãos de 27 presidentes de federação e de 20 presidentes de clubes da série A. É um público de 47 pessoas que define tudo isso. É o que está no estatuto, tem que mudá-lo do ponto de vista interno – o que não deve acontecer nos próximos três anos”, considera.
(Crédito da foto de capa: Jefferson Bernardes/Vipcomm)
Fonte: Portal Fórum

Puma repete ação da final do Paulista e fornece chuteiras a atletas do Londrina

Todos os jogadores do clube paranaense utilizarão calçados da marca contra o Santos


 

A Puma não é patrocinadora do Londrina, mas estará nos pés de todos os atletas do clube paranaense. Os jogadores utilizarão chuteiras fornecidas pela fabricante de material esportivo contra o Santos, pela Copa do Brasil. A companhia alemã apenas repete a ação de marketing realizada com o Ituano na final do Campeonato Paulista.  
Todo o elenco do Londrina, atual campeão estadual, entrará em campo com o modelo laranja da evoPower, uma das principais chuteiras da Puma. A parceria com os esportistas compreende as duas partidas diante do Santos. A primeira acontecerá nesta quinta-feira (31), no estádio do Café, em Londrina, enquanto a segunda ocorrerá duas semanas mais tarde, no estádio da Vila Belmiro, em Santos.
A Puma, aliás, também possui seus patrocinados no Santos. O goleiro Aranha e o atacante Thiago Ribeiro são apoiados pela empresa europeia. A marca de sportswear ainda tinha um terceiro nome na equipe paulista, o também atacante Neilton, atualmente no Cruzeiro.
A iniciativa da Puma com os atletas do Londrina não é inédita, uma vez que a mesma já havia fornecido chuteiras para os jogadores do Ituano na final do Campeonato Paulista. Dez dos 11 titulares disputaram o segundo jogo da decisão com seus calçados. O time de Itu bateu o próprio Santos e se sagrou campeão da competição. Dias depois da ação de marketing, a corporação germânica fechou com o atacante Rafael Silva, um dos destaques do clube rubro-negro.   
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Palco da Copa, Arena Pantanal tem projeto exposto em evento na África do Sul

Presença em exposição deve-se às características ambientais e de responsabilidade social do estádio utilizado na Copa do Mundo

 
Na próxima semana, o projeto da Arena Pantanal, em Cuiabá, será exposto durante o 25º Congresso da União Internacional dos Arquitetos (UIA), que ocorre em Durban, na África do Sul. No evento, que ocorre entre os dias 3 e 8 de agosto, serão mostrados cartazes do estádio ressaltando suas características ambientais e de responsabilidade social.
Utilizada na Copa do Mundo de 2014, a Arena foi escolhida pela organização do evento por ter valores próximos ao do projeto ‘Rivertown’, que foi responsável pela requalificação urbana de uma área histórica da cidade sul-africana de Durban. Entre os pontos do estádio brasileiro destacados pelos organizadores estão os fundamentos de sustentabilidade, requalificação urbana e responsabilidade social em um e empreendimento público de grande visibilidade.
"A Arena Pantanal representa a nossa linha de trabalho, apoiada sempre em um design de qualidade e em requisitos de qualificação urbana, responsabilidade social e ambiental", afirma Sergio Coelho, um dos sócios da GCP Arquitetos, escritório responsável pelo projeto.

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Durante Copa, Sport foi líder em vendas no Brasil e TOP 10 mundial da Adidas

Clube pernambucano ficou acima de outros brasileiros patrocinados pela marca, como Flamengo, Fluminense e Palmeiras, e até de seleções que disputaram o Mundial


 

Entre clubes e seleções patrocinadas pela Adidas, em junho, o Sport Recife foi líder em vendas de uniformes e ficou entre os dez mais vendidos da fornecedora de materiais esportivos alemã. O clube pernambucano ficou acima de outros brasileiros que são parceiros da marca – Flamengo, Fluminense, Palmeiras e Botafogo-SP. A lista completa não foi divulgada pela empresa.
O que explica o resultado é que junho foi o primeiro mês de vendas da camisa do Sport. O contrato de quatro anos foi assinado em janeiro de 2014, mas só nos últimos dias de maio a peça chegou às lojas. Esses seis meses de espera ajudaram a aumentar a demanda da torcida, a quem a diretoria de marketing do clube credita o resultado surpreendedor.
"Nós sabíamos que tínhamos um grande apelo por ser uma marca global e por termos uma torcida que realmente consome produtos do clube, mas não a ponto de sermos líderes no Brasil. É extraordinário", comemora Sid Vasconcelos, diretor de marketing da equipe, em contato por telefone com a Máquina do Esporte.
O dirigente acredita que as vendas de camisas terão outro pico em novembro, quando será aberta a loja oficial do clube, hoje fechada. "Torcedores têm o entendimento de só comprar produtos na loja oficial", justifica. A Copa do Mundo, para Vasconcelos, não teve grande impacto neste cenário. "Foi a torcida do Sport, a nossa boa campanha no futebol, que sabemos ter relação próxima com as vendas, e a chegada do novo fornecedor que nos fizeram vender tanto".
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Corinthians fatura o dobro que seus rivais somados em bilheteria no Brasileirão

Com um valor médio de R$ 61 por ingresso, clube do Parque São Jorge soma R$ 12,9 milhões de receita com jogos no torneio nacional

 

Estádio novo e boa campanha no Campeonato Brasileiro. Esses dois fatores tem sido cruciais para o Corinthians faturar alto com a renda de bilheteria de seus jogos. Até a 12ª rodada do torneio, sendo sete delas como mandante, o clube do Parque São Jorge soma R$ 12,9 milhões de faturamento com a venda de ingressos, cujo valor médio gira em torno de R$ 61.

O montante obtido pelo time é mais que o dobro da receita arrecadada por todos os seus rivais juntos, cujo valor total chega a R$ 6,2 milhões. Com seis rodadas como mandante, o São Paulo faturou R$ 2,76 milhões até o momento. O Palmeiras, que teve cinco jogos em casa, soma R$ 1,88 milhão. Já o Santos, que tem o mesmo número de jogos que o Corinthians em seus domínios, sete no total, atinge apenas R$ 1,53 milhão.

A grande diferença do Corinthians para seus rivais está na boa presença de público em seus jogos mesmo com um valor alto dos ingressos. Por conta da Arena Corinthians, o preço médio da entrada para partidas do clube gira em torno de R$ 61. Nesse quesito, o Palmeiras atinge R$ 37,7, o Santos R$ 21,3, e o São Paulo apenas R$ 16,2.

Veja os dados abaixo.

Time               Valor/Ingresso         Receita/Jogo       Faturamento Total   
Corinthians         R$ 61,0               R$ 1,84 milhão       R$ 12,9 milhões

São Paulo          R$ 16,2                R$ 460,3 mil          R$ 2,76 milhões

Palmeiras          R$ 37,7                R$ 377,3 mil           R$ 1,88 milhão

Santos              R$ 21,3                 R$ 219,7 mil           R$ 1,53 milhão

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Com Citroën nas mangas, Boca Jrs apresenta novos uniformes


O Boca Jrs apresentou hoje de maneira oficial seus novos uniformes para a próxima temporada. Exceção feita aos layouts, a grande novidade das indumentárias é a entrada da Citroën nas mangas das camisas.
Antes apenas montadora oficial dos xeneizes e presente em materiais de divulgação e em La Bombonera, a francesa renovou com o clube e entrará no lugar da petrolífera Total, que focará seus investimentos no naming rights da Copa Total Sul-Americana.
A estreia do novo manto será no próximo domingo, 3 de agosto, contra o Newell’s.
Fonte: MKT Esportivo

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Barclays Premier League bate recorde de patrocínios máster

 

Antes mesmo da bola rolar para a temporada 2014/2015 da Barclays Premier League, ela já bateu recorde. Impulsionado pelo recente acordo entre Manchester United e Chevrolet, a liga inglesa já registra um total de £ 191.35 milhões em patrocínios master (combinados os valores dos 20 clubes da elite). O montante é £ 25.6 milhões superior em relação a última temporada.
Além dos Red Devils, Everton, Swansea e Hull City terão aumento dos seus respectivos acordos de camisa. Por outro lado, com a saída da HP, o Tottenham sofrerá uma baixa de £ 3 milhões em seus cofres.
Outro dado que mostra quão global a Premier League está é o aumento de empresas estrangeiras na cota master dos clubes. Se eram 10 marcas na temporada passada, para a próxima este número já está em 14.
Nos últimos cinco anos, o valor combinado de patrocínios master das 20 equipes da Barclays Premier League valorizou 90.5%, saltando de £ 100.45 milhões para os atuais £ 191.35 milhões.

 
Fonte: MKT Esportivo

Por que Ronaldinho Gaúcho deixa o Brasil sem prestígio no mercado publicitário

Atleta dependeu do desempenho dentro de campo e esqueceu de aprimorar imagem fora dele, algo que o distanciou de jogadores como David Beckham e Kaká

 

Ronaldinho Gaúcho expôs com claridade o risco de apostar na imagem de um jogador com foco exclusivo em seu desempenho. Ele sairá do Brasil sem o mínimo de prestígio no meio publicitário, algo impensável há alguns anos.
Em 2006, ele chegou a ganhar mais que Beckham. Hoje, no entanto, o inglês continua esbanjando contratos milionários. O que fez com que os patrocínios fossem efêmeros é a aposta das empresas exclusivamente no desempenho do jogador. Se ele estiver bem dentro de campo, há destaque, mídia, retorno, ainda que momentâneos.
Beckham sempre foi uma aposta muito mais segura. Quando se aposta nele, a empresa pensa na associação de valores provenientes de sua imagem, algo construído em anos. Ronaldinho e suas polêmicas nunca foram interessantes para além do talento que o fez duas vezes melhor jogador do mundo.
Na Copa do Mundo, houve exemplos claros desse risco. A Wise Up apostou em Kaká, mesmo com remotas chances de o jogador disputar o Mundial. A justificativa era a ideia de ligar a empresa a um atleta bem sucedido com boa formação, o que faz absoluto sentido para a marca.
Por outro lado, a Magazine Luiza quis a visibilidade proporcionada pelo desempenho e contratou um atleta até então pouco procurado pelo mercado: Fred. Um centroavante da seleção também fazia sentido, considerando o objetivo do momento. Mas, no fim da Copa do Mundo, ficou claro o risco inserido. Hoje, o investimento pouco valeu.  
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Flamengo lança campanha de doação de dinheiro para contratação de atletas

Idealizado por grupo de torcedores, projeto foi rapidamente abraçado pela cúpula do clube


 

O Flamengo lançou uma campanha de doação de dinheiro. A ideia é que os torcedores auxiliem financeiramente o próprio clube carioca. Denominada “Flamengo da Nação”, a iniciativa verá todo o capital angariado ser destinado ao departamento de futebol para que o mesmo contrate atletas.
Na verdade, o projeto foi criado por um grupo de fãs. Apresentado à cúpula flamenguista, foi aprovado e ganhou uma conta disponibilizada pela equipe da Gávea. O valor mínimo para doação é de R$ 5,00. Nesta quarta-feira (30), o presidente Eduardo Bandeira de Mello fará uma contribuição simbólica.
O torcedor Lucas Defanti foi um dos idealizadores da ação. “Criei um grupo no Facebook chamado ‘Flamengo a 1 Real’ para difundir essa ideia, que inicialmente era para a doação de, pelo menos, R$ 1,00 por mês. Soubemos que era inviável e por questões e que por questões bancárias o mínimo deveria ser de R$ 5,00. Apresentamos o projeto para a diretoria, que aprovou e nos deu uma conta. Somos a maior torcida do mundo, está na hora de participarmos da vida financeira do clube, trazer o torcedor para perto. A ideia central é dar à torcida a chance de reerguer o time, de ver o jogador que ela pagou em campo”, explicou.
“Todos podem ajudar, cada um oferece o valor que pode, a partir do mínimo de R$ 5,00, e tem a garantia da transparência da operação. Temos um sistema para colocar os extratos e um relógio financeiro no site. Além disso, o Flamengo se propôs a fazer auditoria a cada seis meses. O movimento é pelo amor ao clube, o retorno para o torcedor será ver o time dele bem em campo”, acrescentou Lucas.  
No futebol brasileiro, já aconteceu de torcedores juntarem dinheiro para a contratação de determinado atleta, mas nem sempre a ação é oficializada pelo clube. Em 2012, no entanto, o Palmeiras recorreu ao auxílio financeiro dos fãs para comprar Wesley. No fim das contas, um investidor ajudou a equipe paulista.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Academia Lance! A crise na Ucrânia e o Shakhtar Donetsk

Entre os clubes localizados na região de conflito com a Rússia está o Shakhtar, o maior do país e que tem vários brasileiros no elenco

Chamou atenção do mundo a negativa de jogadores brasileiros e argentinos de voltarem para o Shakhtar Donetsk e Metalist da Ucrânia. O país vive uma grave crise política e grande clima de insegurança, cujo epicentro dos movimentos rebeldes separatistas é exatamente na região que estão os dois times.
Os dois clubes foram informados pelos atletas que estão com medo de voltar ao país, nove no total, cinco do Shakhtar Donetsk e quatro do Metalist. Alguns casos já foram contornado. Os clubes exigem o retorno imediato dos jogadores. Sem dúvida um tema com vários desdobramentos futuros.
Na última década o país se tornou um destino para os jogadores brasileiros. Durante anos ouvimos que seus clubes tinham poder de investimento, graças aos fartos recursos dos magnatas que controlam os clubes.
Com essa crise envolvendo os atletas na Ucrânia analisei alguns dados dos clubes, especialmente. o Shakhtar Donetsk, o maior deles. A Liga da Ucrânia ocupa apenas o 16º posto entre as maiores ligas europeias, atrás de países como Áustria, Noruega e Dinamarca.
Entretanto o futebol ucraniano conta com alguns clubes muito fortes na atualidade como o Shakhtar, Dynamo de Kiev, Metalist e Dnipro. A média de público dos jogos do Shakhtar atingiu 40,5 mil torcedores por partida, do Metalist 30.5 mil e do Dynamo 28,7 mil. De fazer inveja aos clubes brasileiros.
O Shakhtar tem um estádio moderno com custo de construção de 320 milhões de euros, a Donbass Arena, inaugurada em 2009. O maior público sempre é contra o Dynamo de Kiev, em 2013 o jogo teve 53.423 torcedores. O clube conta com 24,5 mil torcedores que compram os season tickets para a temporada.
Em 2013, a receita total do time superou os 120 milhões de euros, maior que qualquer clube brasileiro e um recorde na história do time. Em 2012 o faturamento foi de 40 milhões de euros, o que representou um crescimento de 220%.
O principal motivo foi a receita com vendas de atletas, que em 2012 somaram apenas 9 milhões de euros e que passaram para 86 milhões de euros no ano passado. Somente a transferência de Fernandinho para o Manchester City rendeu 40 milhões de euros.
Suas prnciapis fontes de receitas em 2013 foram os ganhos com a UEFA que atingiu 18 milhões de euros, as receitas de marketing 10 milhões de euros, o estádio outros 10 milhões de euros e com a Liga 2 milhões de euros. Em 2012 os jogadores representaram 22% do faturamento e em 2013 esse percentual saltou para 68% da receita.
A crise atual pode afetar o maior clube ucraniano que vive em uma região em conflito que deseja fazer parte da Rússia. A Liga Ucraniana garantiu o inicio da competição para esse último fim de semana, mas longe de Donetsk.
Os times estão concentrados e jogarão distantes da região da crise, no leste do país, o que comprova que a crise já afetou o futebol do país.

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No trimestre da Copa, Puma perde receita

Fornecedora de materiais esportivos alemã passa por profunda reestruturação desde a chegada de Björn Gulden ao cargo de CEO, em 2013


 

A Puma divulgou na última terça-feira que perdeu receita no segundo trimestre de 2014, período de Copa, em relação ao mesmo trimestre de 2013. A fornecedora de materiais esportivos alemã faturou € 652,2 milhões, queda de 5,8%.
Björn Gulden, CEO que chegou em 2013 para reestruturar a empresa, escreveu a acionistas que tem feito progressos em “prioridades estratégicas” para que 2014 seja o ano da virada. “Eu digo o tempo todo:  nós sabemos que o reposicionamento da Puma levará tempo”.
O chefão elogiou as chuteiras de duas cores, azul e rosa, e ressaltou o acerto com o Arsenal, cujo início das vendas foi “muito bom”, mas não revelou números.
O plano da Puma, para o segundo semestre, é começar uma campanha global para torná-la na “mais rápida”, conceito alinhado ao principal atleta patrocinado pela marca, Usain Bolt. Desde que chegou, Gulden fechou fábrica no Vietnã, tirou a sede da empresa de Londres e a levou para a Alemanha e vem trabalhando neste reposicionamento da marca.
Durante a Copa, o CEO havia dito que a Puma seguraria investimentos em marketing, pois era um período “muito lotado” por outras marcas. No balanço do segundo trimestre aparece que, mesmo com um aumento nos gastos por causa da Copa, as despesas operacionais foram mantidas em € 297 milhões no período. É a política pés no chão de Gulden.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Alta em vendas de jogadores faz Barcelona faturar € 530 milhões em 2013/2014

Enquanto outras receitas permaneceram estagnadas, despesas aumentaram, quadro temerário para um time que não se caracteriza como exportador de atletas

 
O Barcelona apresentou nesta terça-feira os resultados financeiros da temporada 2013/2014, e, apesar do lucro de € 41 milhões e da receita de € 530 milhões, 8% acima do que havia faturado em 2012/2013, os números mostram um cenário pouco motivador para os dirigentes catalães.
O que fez o faturamento do clube espanhol crescer foram vendas de jogadores. Os € 53 milhões obtidos com atletas foram 430% maiores do que na temporada anterior, quando só € 10 milhões vieram desta fonte de receita.
Todas as outras entradas de dinheiro permaneceram estagnadas. Sócios renderam € 19 milhões, 5% a menos do que em 2012/2013; o estádio Camp Nou gerou € 128 milhões, 2% acima; direitos de transmissão continuaram em € 161 milhões; e receitas com marketing ficaram em € 169 milhões, 2% abaixo da temporada anterior. Ou seja: fora transferências de atletas, o Barcelona faturou € 3 milhões a menos do que no ano anterior.
O problema é que, de uma temporada para outra, as despesas não estagnaram junto com as receitas. Os salários pagos aos atletas aumentaram 4%, para € 254 milhões, e as despesas com a gestão subiram 16%, para € 86 milhões. Ao todo, o custo que o Barcelona tem para se sustentar no ano aumentou de € 443 milhões em 2012/2013 para € 472 milhões em 2013/2014.
Contar com transferências de jogadores para manter lucros e receitas em alta é temerário, sobretudo para um time que não tem como característica ser exportador de atletas, como acontece com brasileiros. Nem todo ano o Barcelona terá atletas de ponta que não estejam sendo usados para se desfazer e ganhar dinheiro sem desfalcar a equipe. 
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Clubes brasileiros mantêm discrição em lançamentos de novas camisas

Enquanto europeus adotam apresentações chamativas, brasileiros preferem apenas mostrar uniformes para imprensa ou fazer ações de pouco alcance com o público

Neste mês de julho, uma série de clubes brasileiros apresentou novos uniformes, seguindo o padrão europeu de temporada 2014/2015. Hoje, os times já têm clara preocupação em exibir os modelos de forma mais intensa, com comunicações personalizadas. Ainda assim, comparada com alguns exemplos europeus, a discrição ainda é a palavra de ordem. Veja como alguns clubes lançaram suas novas peças para o restante do ano.
Lá fora
Manchester United
 

Fez um vídeo teaser com jogadores históricos caminhando até o estádio Old Trafford. A gravação levava a um hotsite criado em diversos idiomas, que fez a apresentação da nova camisa para o público do mundo inteiro. O uniforme é o primeiro com a Chevrolet e o último com a Nike.
Real Madrid
Na fachada do estádio Santiago Bernabéu, fez projeções com efeitos tridimensionais diante de milhares de torcedores. O evento apresentou uma camisa rosa que o time usará na próxima temporada.
 

No Brasil 
Náutico
 

Fechou uma casa de eventos em Recife para apresentar os novos uniformes, que terão numeração fixa. Foi a primeira camisa lançada com o contrato com a Umbro.
Coritiba
Usou a rede social snapchat para exibir partes do novo uniforme. O teaser, nesse caso, testou o uso de uma nova rede. Na mostra aos torcedores, o pedaço da camisa era exposto por apenas três segundos.
Corinthians
Lançou camisa listrada, em referência a um modelo usado no início da década de 1970. Para apresentar, usou a parceria com a GoPro e gravou um vídeo do elenco posando com o novo uniforme.
 
Palmeiras

A camisa azul marca a comemoração ao centenário do clube. A Adidas, no entanto, optou por uma apresentação bastante tímida, apenas apresentando a imagem do uniforme para a imprensa.
 
Botafogo
Apresentou o uniforme número 4, confeccionado pela Puma. Fez evento discreto com jogadores, na sede do clube. Estavam presentes também ex-jogadores do time carioca.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Risco de debandada: sindicato dá assessoria e jogadores podem deixar o Botafogo

 

O que está ruim pode piorar no Botafogo. Por causa dos salários atrasados (três meses, além de cinco de imagem e FGTS), os jogadores podem se desligar de General Severiano por lei. O presidente do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol do Rio de Janeiro, Alfredo Sampaio, reafirma a situação insustentável e já disponibilizou assessoria jurídica ao elenco. Por mais que não creia, o risco de debandada existe.
— Podem fazer, caso queiram. Estamos prontos caso eles nos solicitem. Temos as documentações necessárias e conversado diariamente com alguns, como Bolívar e Julio Cesar — disse Sampaio: — Muitos já têm mais de seis jogos no Campeonato Brasileiro e não poderiam jogar por outro clube na Série A. Isso meio que inibe a ação.
A terça-feira foi de reunião entre os jogadores e a diretoria do clube por causa dos salários atrasados. Foram duas horas de conversa antes do treinamento no Engenhão. Alguns dirigentes, como o gerente técnico Wilson Gottardo, demonstraram descontentamento em relação à atitude do grupo, de entrar em campo no clássico contra o Maracanã, com uma faixa que expôs detalhes da crise financeira: cinco meses no direito de imagem, três de salários e mais FGTS.
— Uma reunião que se alonga é proveitosa para cada um colocar tudo o que aconteceu no último jogo e acertar outros detalhes. Nada do que aconteceu antes influenciou no resultado. Gottardo tem o direito de discordar, e tem de ser assim mesmo. O objetivo da reunião foi bom, e quando é assim há mais ganho do que perda — comentou o meia alvinegro Carlos Alberto.
Para amenizar o problema financeiro, dirigentes do Bota tentam, de todos os jeitos, auxiliados pelo Sindicato dos Jogadores, que parte das receitas, hoje 100% bloqueadas, seja liberada.
Em General Severiano, na parte da tarde, o clima ficou tenso quando cerca de dez torcedores invadiram a sede à procura do presidente Maurício Assumpção. O dirigente, porém, não foi encontrado e um novo protesto está sendo marcado.

Bahia aproveita Copa do Mundo no Brasil e vê venda de produtos crescer 30%

Segundo o clube, foram comercializadas mais de 50 mil peças da Nike durante o Mundial


 

O Bahia não disputou a Copa do Mundo, mas aproveitou muito bem a competição. No último trimestre, a venda de produtos do clube baiano cresceu 30% em relação ao período anterior. Para a equipe de Salvador, o Mundial no Brasil foi diretamente responsável pelos ótimos índices.
As mercadorias mais vendidas foram as roupas. Não apenas camisas de jogo, mas jaquetas e agasalhos, por exemplo. Todos os uniformes são fabricados pela Nike, sua fornecedora de material esportivo. Previsto inicialmente para durar até 2015, o patrocínio da companhia norte-americana deve se encerrar já no fim de 2014, por conta de algumas divergências entre ambas as partes.
“No último trimestre, a venda de produtos do Bahia registrou crescimento de 30%. Foram vendidas mais de 50 mil peças da Nike. A Copa foi importante para o marketing do clube”, afirma Lênin Franco, gerente de marketing do Bahia.
Salvador foi uma das 12 cidades-sede da Copa. Mas este não foi o único fator que alavancou os produtos. Como se não bastasse a capital baiana ter recebido inúmeros turistas e algumas seleções, o Bahia esteve em evidência em dado momento, quando os atletas alemães Neuer e Schweinsteiger vestiram a camisa e cantaram o hino do time tricolor.
Além da Nike, são parceiras do Bahia atualmente Netshoes, Canaã Alimentos e TIM. Recentemente, a agremiação soteropolitana perdeu o aporte da OAS e, agora, está sem patrocínio máster. A meta é arrumá-lo até o fim de agosto. 
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Forte no futebol, Emirates é a nova patrocinadora do Benfica


A Emirates é a nova patrocinadora do Benfica. Pelo acordo, que terá duração de três anos, a companhia aérea com sede em Dubai estará exposta nos uniformes das categorias de base dos Encarnados e também terá ampla exposição no Estádio da Luz.
Os maiores contemplados com esta nova relação serão os associados do clube, que poderão desfrutar de ações especiais da empresa ao longo do acordo.
O Benfica se junta a uma ampla gama de equipes patrocinadas pela Emirates, como PSG, Arsenal, Real Madrid, AC Milan, Hamburgo SV e Olympiakos.
Fonte: MKT Esportivo

terça-feira, 29 de julho de 2014

Fluminense muda de estratégia e decide encarecer ingressos para privilegiar sócios

Clube carioca havia estabelecido preços fixos de R$ 10 a R$ 30, mas nova diretoria de marketing voltou atrás por crer que sócios-torcedores sairiam prejudicados



O Fluminense era exceção no que diz respeito a preços de ingressos no futebol brasileiro. Era o único além do São Paulo a contrariar uma tendência de encarecimento acentuada pela Copa do Mundo e a estabelecer uma tabela de preços de R$ 10 a R$ 30 conforme o rival. Era. A diretoria do clube carioca mudou de ideia e voltou atrás da decisão de baratear tíquetes.
A tática de baixar preços havia sido montada por Carlos Eduardo Moura, gerente de arenas que tratava da relação entre o time e o consórcio que administra o Maracanã. A lógica dele era que o estádio precisaria se tornar em um templo, atrair mais torcedores e ganhar com outras receitas, como venda de produtos dentro da arena. A política havia sido implementada entre a saída de Idel Halfen e a entrada de Rodrigo Terra na diretoria de marketing.
Agora, Moura foi colocado para escanteio pela nova diretoria de marketing, composta também pelo vice-presidente da pasta, Marcello Gonçalves, e a filosofia foi totalmente revista.
O principal argumento para encarecer tíquetes tem a ver com sócio-torcedor. O raciocínio é: se um torcedor comum paga R$ 10 para ir ao Maracanã, por que pagaria R$ 35 por mês para se tornar associado? A nova diretoria acredita haver prejuízo duplo: com bilheterias e sócios.
Máquina do Esporte conversou com dirigentes do Fluminense, mas nenhum topou falar da mudança abertamente. O Maracanã respondeu que não tem ingerência na precificação dos ingressos que cabem ao clube. Cláusulas do contrato, porém, limitam o time a seguir preços “praticados pelo mercado”, e havia insatisfação entre as partes por isso.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Ao mudar publicamente de discurso, Flu aparenta amadorismo e incoerência

Se havia quem discordasse da estratégia na gestão de Peter Siemsen e se ela poderia ser revista em tão pouco tempo, não havia por que divulgá-la e fazer pose de bom moço

 

Todo este “muda, não muda” do Flu em relação a ingressos pega mal demais para o clube. A começar porque mudar de ideia publicamente deixa impressão de amadorismo e incoerência. Se havia quem discordasse da estratégia internamente e se ela poderia ser revista em tão pouco tempo, não havia por que divulgá-la e fazer pose de bom moço com a torcida e para a mídia.
Não prosseguir é para se lamentar. Num futebol com arquibancadas tão vazias quanto o brasileiro, a iniciativa de levar mais gente ao estádio era para, no mínimo, ser testada e aprimorada com carinho. Aproximar o torcedor do clube é a primeira etapa para fazê-lo consumir alimentos dentro da arena e produtos fora dela.
Financeiramente, não era mau negócio. Em quatro jogos do Flu no Brasileiro de 2014, a receita líquida foi de R$ 673 mil. O Flamengo, em três partidas, lucrou R$ 881 mil. A diferença entre rivais existe, mas não é catastrófica, tampouco incomum.
Quanto a sócios, o argumento de que preços baixos desestimulam associação tem lógica, mas é raso. Há modos de atraí-lo: prioridade na compra de ingressos (em um Maracanã lotado, ela ganha relevância), descontos no consumo dentro do estádio e experiências variadas.
No fim das contas, a depender de quão caro vai ficar o ingresso, o Flu trocou estádio cheio e possíveis novas receitas por estádio quase vazio com pouco a mais em bilheterias e sócios-torcedores. Igualou-se a todo o resto.
Fonte: Máquina do Esporte - UOL

Estudo diz que Bota precisa de R$ 65 mi para ficar em dia até o fim do ano

Crise financeira sem precedentes torna gestão do clube quase inviável. Salários estão atrasados na Carteira e nos direitos de imagem


 

A faixa exibida pelos jogadores do Botafogo em campo antes do jogo contra o Flamengo foi a sinalização mais clara da crise sem precedentes que se instalou em General Severiano. O clube não tem dinheiro para cobrir seus mais básicos vencimentos. O salário dos jogadores está com atraso de três meses (CLT) e cinco meses (direitos de imagem) - assim como o de gerentes e diretores. Os funcionários são os únicos que estão em dia.

Um estudo encomendado à empresa KPMG por investidores traçou um raio-x sombrio do futuro do clube. Segundo a análise, o Botafogo precisa de um aporte de pelo menos R$ 200 milhões para sobreviver e ter um mínimo de competitividade em 2015. Até o fim do ano o clube precisaria de pelo menos R$ 65 milhões para colocar tudo em dia. Boa parte da receita futura já está comprometida e não há previsão de entrada de recursos.
A situação chegou ao limite com a penhora de todas as receitas alvinegras pela fazenda e pelo TRT. O clube foi excluído do Ato Trabalhista no ano passado - e desde então vem lutando para ser reintegrado. O Botafogo optou por pagar salários e deixar encargos em atraso, e o presidente Maurício Assumpção apostou as fichas que a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte seria aprovada até o início de 2014. Não foi - e a bomba começou a explodir em janeiro.

A situação se agravou também por outro motivo - que começou a ficar evidente na semana passada: o departamento de futebol não se adequou à nova realidade.  Após deixar o clube, o ex-gerente de futebol, Sidnei Loureiro, deu entrevista criticando o executivo, Sérgio Landau, e o diretor financeiro, Marcelo Murad:

- Eles disseram que se reduzíssemos os custos do futebol, pagaríamos em dia.

O presidente Maurício Assumpção deu entrevista à Rádio Globo na última sexta-feira e desmentiu Sidnei:

- A orientação de reduzir o orçamento do futebol foi minha. E ele sabia disso. Não entendi a entrevista.

Presidente Maurício Assumpção está no último ano do seu mandato (Foto: Satiro Sodré)

 

O departamento de futebol pediu um aumento na folha salarial do futebol - que pularia de R$ 5 milhões para R$ 7 milhões. A recomendação do CEO foi reduzir o custo para pouco mais do que metade disso. O orçamento foi revisado mas, ao contrário do que disse o presidente, o orçamento do departamento de futebol não foi reduzido. Pelo contrário - aumentou entre 2013 e 2014.

Em janeiro de 2014, o clube não renovou com o treinador Oswaldo de Oliveira e anteriormente havia demitido alguns membros da antiga comissão técnica. Após a eliminação da Libertadores, houve uma nova leva de demissões, que incluíram o preparador de goleiros Flavio Tenius - muito ligado ao goleiro Jefferson. Apesar disso, não houve redução na folha.

Pelo contrário - o Botafogo contratou uma série de auxiliares e ainda distribuiu reajustes. O ex-gerente Sidnei Loureiro, que saiu reclamando de cortes, recebeu aumento. E agora, como seu contrato foi rescindido, o clube ainda terá que arcar com a multa rescisória. Outro exemplo de aumento recente: promovido a treinador, Eduardo Hungaro foi reajustado. Ao ser rebaixado a auxiliar, em abril, continuou com o mesmo salário.

O orçamento preparado pelo departamento de futebol previa - como publicado em reportagem do GloboEsporte.com em dezembro - que o clube chegaria à final da Libertadores. Projetava um aumento de receita e contabilizava as premiações como entradas de caixa. O clube foi eliminado na fase de grupos - e obviamente a conta não fechou.

A busca por recursos tem causado preocupação em diversas correntes políticas alvinegras - com um receio comum de que o presidente assine contratos que ultrapassem seu atual mandato - buscando recursos "antecipados" para pagar os atrasados.  Na entrevista para a Rádio Globo, o presidente anunciou que o clube está negociando a criação de um cartão de consumo para o Engenhão - embora não se saiba exatamente ainda quando o Botafogo vai retomar o estádio. Por conta desse temor, alguns habituais "emprestadores" do Botafogo já sinalizaram que a fonte "secou".

Para piorar, o clube não consegue sequer vender jogadores para abater as dívidas - porque os direitos econômicos dos destaques do elenco estão penhorados. A saída de Lodeiro para o Corinthians aconteceu em junho - mas o jogador não consegue estrear pelo time paulista porque seus direitos econômicos estão "paralisados" no Botafogo. O temor atual no futebol é não conseguir verba para pagar o terceiro mês de atraso da CLT dos atletas - o que pode provocar uma debandada a qualquer momento.
Fonte: Globoesporte.com

Faleceu Espiga - maior expoente dos esportes amadores do Bangu

 

Faleceu ontem, aos 76 anos, um dos maiores banguenses que já conheci: Carlos Severino Filho, o Espiga, morador da Rua Bangu, professor de Educação Física do CEFET e atleta do próprio clube alvirrubro, na época em que ainda possuíamos equipe de basquete.

Em 1961, ganhou o único título de basquete do Bangu: um torneio realizado pela Federação Carioca entre todas as equipes da Zona Oeste. Polivalente, disputou partidas de vôlei, pólo-aquático e também praticou natação vestindo o uniforme alvirrubro.

Conhecido em todo bairro, Espiga deixa esposa, Vera Lúcia, sua companheira por 51 anos, e dois filhos, Leila e Cláudio.

Tive sorte de ser seu aluno nas aulas de basquete no CEFET, embora minha falta de habilidade me impedisse de ir além de um simples aprendiz. Tive sorte também de poder contar com sua generosa carona, que me levava de Bangu até a escola, no Maracanã, todas as manhãs. Íamos conversando e ouvindo as piadas que os locutores da Rádio Globo e Tupi soltavam, isso por volta de 1994 a 1996.

Assim como toda a nação banguense, também me sinto de luto.

O velório realiza-se na quadra do Clube Atlético Fonseca na manhã desta terça-feira e o sepultamento será às 16 horas, no cemitério do Murundu.

A família pede que, quem puder, compareça trajando a camisa do Bangu, como forma de homenagear o clube que tanto amava. Afinal, foi Espiga quem deu tantas glórias ao esporte amador nos anos 50 e 60.
Fonte: Bangu.net – Texto de Carlos Molinari

Os 5 principais pontos comerciais da relação Ronaldinho Gaúcho-Atlético/MG

 

Ronaldinho Gaúcho não é mais jogador do Atlético/MG. Em reunião realizada na tarde de ontem, a rescisão amigável do atleta com o clube mineiro foi confirmada.
Resumidamente, podemos dizer que a presença de Ronaldinho em Minas Gerais baseou-se em: chegada surpresa à Cidade do Galo, seu início com o número 49, título mineiro, da Copa Libertadores 2013, Recopa 2014 e um frustrante resultado no Mundial de Clubes. Muitos passes para gol, pouco marketing. Para o clube, uma ótima variação de receitas entre duas temporadas, mas insuficientes perto do potencial do jogador a ser explorado.
A seguir, os cinco fatos comerciais mais marcantes da relação Atlético/MG e Ronaldinho Gaúcho: 

1- Chegada no Atlético/MG e o momento de apresentar o marketing ao clube
Poucos meses antes da rescisão de Ronaldinho com o Flamengo, seus produtos foram tirados de exposição dos principais varejos do Rio. Licenciamentos encalharam e a Olympikus contabilizou apenas 80 mil camisas vendidas com seu nome (que caíram de R$ 199 para R$ 99) enquanto esteve na Gávea.
No Atlético/MG, a oportunidade de fazer diferente, atuando diretamente na reestruturação do clube. Pelo lado da agremiação, explorar de fato a imagem de um esportista eleito duas vezes o melhor do mundo em sua modalidade, trazer a mídia mundial para si e angariar bons frutos a partir de sua exposição e presença em campo. Um departamento de marketing obrigatoriamente deveria ser instaurado. 

2 -Título inédito da Copa Libertadores da América
Já dentro de campo, Ronaldinho Gaúcho foi o líder atleticano na vitoriosa campanha da Copa Libertadores de 2013. Além do título, o meia teve um bom desempenho ao longo competição: 4 gols e 9 assistências.
Somada a receita líquida de mais de R$ 8.8 milhões com bilheteria apenas na final, o Atlético/MG ainda garantiu o prêmio de R$ 12 milhões pela conquista.

 

3 – Bom desempenho > retorno de imagem
Era de se esperar, não? Para Alexandre Kalil, presidente do Galo, esta valiosa ferramenta de comunicação chamada marketing não existe, ou melhor, é “bola dentro da casinha (gol), anúncio provocando o rival no jornal e título em campo”.
Não existe um momento ideal para explorar a imagem de um craque do nível de Ronaldinho Gaúcho. Em uma torcida apaixonada como a atleticana, cientes da importância de um atleta do seu quilate no elenco, era planejar e executar algo em conjunto com o jogador que o retorno viria naturalmente. Se tratando de 2013, então…
Ao menos na Nike, o bom momento do jogador em 2013 não passou desapercebido, voltando a figurar em uma campanha pela marca no relançamento do modelo Tiempo. 

4- O “fico” de Ronaldinho Gaúcho e da BMG
O “fico” de Ronaldinho Gaúcho no final de 2013 garantindo sua permanência no clube mineiro por mais um ano, foi suficiente para o BMG anunciar a renovação do seu patrocínio master ao Atlético/MG para 2014. Seis meses antes, o banco havia fechado com o jogador um acordo pessoal válido pela temporada. 

5- Galo na Veia, direitos de televisão e valorização de receitas
A chegada de um grande jogador como Ronaldinho impacta diretamente nos cofres de um clube. Mais precisamente no campo das receitas, o Atlético/MG registrou o maior crescimento entre os clubes brasileiros nas últimas duas temporadas (40%). Se em 2012, o Galo fechou com R$ 163 milhões, em 2013, puxado pela presença do craque e a campanha na Libertadores, o Atlético viu suas receitas subirem para R$ 227.9 milhões (dados Amir Somoggi).
A criação do programa Galo na Veia, um pedido antigo do torcedor atleticano, usou fortemente a Copa do Mundo, sem aliar à imagem do jogador, para se fortalecer. Durante o Mundial, o número de adesões foi muito positivo e hoje o clube figura na oitava posição do Brasil com 31 mil associados. O número poderia ser maior se desde a criação do programa a imagem do ‘dentuço’ fosse constantemente aliada?
Já nos direitos de televisão, a equipe presidida por Alexandre Kalil obteve um aumento de 3% entre o período de 2011-2013, hoje com 8% do montante investido pela Rede Globo.

 

Anunciado o fim do ciclo de Ronaldinho no Atlético/MG, agora é colher os frutos deixados pelo jogador no campo comercial. Alguns clubes brasileiros já passaram pela experiência de perderem um jogador com grande apelo midiático e seria muito bacana ver o Galo buscando informações a respeito desta fase transitória. Ganham os clubes, ganha o marketing esportivo do Brasil.
Fonte: MKT Esportivo