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domingo, 3 de agosto de 2014

Expansão de contratos e equilíbrio financeiro garantem sucesso da MLS

A administração da liga como uma empresa garante às franquis praticamente o mesmo acesso às cotas de TV e patrocínios. Regra do teto salarial também é fundamental

 

A MLS é administrada como uma empresa, onde aqueles que investem nas suas franquias são sócios da liga. E são as franquias que ajudam esta empresa a captar cada vez mais torcedores.
- Não há ninguém que conheça mais o nosso público que os clubes. Então estamos em contato direto com eles, para saber quais são os seus hábitos, suas preferências e desejos. Atualmente o nosso público é formado por gente jovem. Muitos não se interessam mais por esportes americanos tradicionais como o beisebol, tido por eles como um jogo pouco dinâmico. Neste público que estamos apostando - disse ao LANCE!Net Gabriel Gabor, diretor de marketing da MLS.
A estrutura de contratos com a TV e patrocinadores também segue o padrão de outras ligas americanas. Ao contrário do que acontece em várias partes do mundo, onde os clubes com mais torcida abocanham um valor maior na divisão das cotas de TV, nos EUA ela é dividida igualmente. E será a televisão uma importante ferramenta para o desenvolvimento da liga.
- Pela primeira vez teremos contratos assinados com quatro emissoras para a transmissão dos jogos em rede nacional. A ideia é que sexta, sábado e domingo sejam noites de futebol nos Estados Unidos - disse Flávio Augusto, dono do Orlando City.
Os números do novo contrato, de duração de oito anos, não são revelados. Mas acredita-se podem chegar, ou superar, os 70 milhões de dólares (R$ 158 milhões). O valor é dividido igualmente entre as 19 equipes da liga. As emissores Fox, ESPN, NBC e Univisión transmitirão 125 partidas por temporada. Mas os clubes podem arrecadar um "por fora", pois são livres para fechar contratos com emissoras locais de suas regiões.
Outro aporte importante foi feito pela Adidas. A marca alemã assinou em 2005 um acordo de 10 anos, onde paga anualmente 150 milhões de dólares (R$ 340 milhões) para vestir todos as equipes da MLS. Assim como nos direitos de TV, a cota é dividida igualmente. Quanto aos patrocínios de camisa, estes são fechados individualmente pelos clubes. Mesmo assim os anunciantes devem obedecer a um piso, que é de 500 mil dólares (R$ 1,13 milhão). Em média, os patrocínios são de 2,4 milhões de dólares (R$ 5,4 milhões).
Ao mesmo tempo, as franquias são obrigadas a respeitar um teto salarial aos seus jogadores. Há apenas uma exceção, a do "jogador designado". Atualmente o teto está em 387.500 dólares (R$ 875.750) para cada atleta, porém um clube não pode gastar mais do que 3,1 milhões de dólares (R$ 7 milhõs) em salários anuais com todo o elenco. O motivo destas regras é manter a solvência e a competitividade das equipes.

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