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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Sob gigantes, marcas esportivas brigam por mercado nacional

Marca Artilheiro entra na briga por clubes de divisões inferiores


 
Nesta semana, a fabricante têxtil Artilheiro anunciou o lançamento de uma marca própria no segmento de material esportivo. Com o intuito de vender peças relacionadas a esporte, a empresa aposta em ex-jogadores e em clubes da Série B; o plano é fechar dois contratos para 2015.
A empresa se junta a outras marcas que, de alguma maneira, querem algum espaço no mercado esportivo. Entre brasileiros, a Lupo Sport saiu das roupas íntimas e mergulhou de vez no esporte, há dois anos. Mais recentemente, a Meltex lançou a Pulse e fechou com a Ponte Preta. Entre as estrangeiras, Erreà e Under Armour chegaram ao país.
Para a Artilheiros, os passos ainda são curtos. “Queremos dois clubes da Série B que nos dê visualizações, mas não consideramos Série A pelo valor do investimento. Ninguém aqui está pensando em brigar com uma Adidas, Nike ou Puma”, ponderou o gerente executivo da marca, Eduardo Schimidt, à Máquina do Esporte.
Segundo o executivo, a marca tem a vantagem de já ser uma fábrica têxtil e, portanto, não precisa terceirizar o serviço. Além disso, a companhia já fabrica material esportivo há seis anos e tem ampla experiência em moda. No esporte, terá que lutar pelos clubes menores. Além da Ponte Preta, a Pulse tem o Vila Nova. A Lupo mantém o ABC de Natal, a Portuguesa e o América-MG. E ainda concorre com empresas que priorizam clubes menores, de Super Bolla a Umbro.

Fonte: Máquina do Esporte - UOL

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