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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

São Paulo acerta com novo executivo de marketing

Ex-executivo da Dream Factory, Carlos Pereira assume pasta tricolor

O São Paulo tem um novo executivo de marketing, que trabalhará no cotidiano do clube para questões que envolvam patrocínios e ações de relacionamento com torcedores. Carlos Pereira, profissional antigo consultor da Dream Factory e com passagem pela Informídia Pesquisas Esportivas e pela Sport Track, assumirá o papel de principal nome na pasta tricolor na próxima segunda-feira.
O executivo chega ao clube em um processo de profissionalização em andamento, objetivo criado pela diretoria comandada pelo presidente Carlos Miguel Aidar. No marketing, Carlos Pereira e equipe terão como meta conseguir um novo patrocinador máster, que o São Paulo não tem desde a saída da Semp, no meio deste ano.
Além disso, o executivo terá que dar sequência ao plano do São Paulo de criar novas propriedades comerciais. O objetivo do clube é poder diversificar o faturamento em patrocínios diversos, com valores inferiores ao que se espera de um máster.
“Queremos construir uma plataforma de patrocínio que possibilite uma entrega mais tangível e faça com que clube e empresa obtenham sucesso e alcance seus objetivos”, afirmou Carlos Pereira à Máquina do Esporte.
Preencher essa lacuna era uma das principais prioridades da diretoria de marketing do São Paulo, comandada pelo publicitário Ruy Barbosa. Antes, a vaga era ocupada por Gilberto Ratto, que anteriormente passou pela Topper. Ratto foi contratado pela CBF para coordenar o marketing da entidade.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/sao-paulo-acerta-com-novo-executivo-de-marketing_27363.html#ixzz3HjqC48zc

Barcelona busca na Ásia novo patrocinador de camisa

Com saída da Qatar Airways praticamente certa, clube tenta contrato em mercados emergentes



Sem grandes perspectivas de melhora na situação econômica da Espanha, o Barcelona mira seu interesse na Ásia. O clube enviou uma delegação que passou por China, Hong Kong, Japão, Indonésia e Cingapura em busca de novos patrocinadores. O grupo foi chefiado pelo vice-presidente do clube, Javier Faus, homem de confiança do presidente, Josep María Bartolomeu.
Pode vir de lá o novo patrocinador da camisa do clube catalão, já que é dada como certa a saída da Qatar Airways, que ocupa o espaço atualmente.
Considerado um mercado estratégico para o clube, a diretoria do Barcelona já anunciou que será na Ásia que a equipe principal irá fazer a próxima pré-temporada. De olho no mercado asiático e em aumentar o número de torcedores pelo planeta, o time da Catalunha já conta inclusive com escritório em Hong Kong.
A Ásia tem sido o continente para o qual os clubes espanhóis têm focado sua atenção em busca de investidores. Recentemente, o Levante assinou contrato de patrocínio com o grupo investidor East United, de capital australiano e sul-coreano, no valor de € 3 milhões por temporada.
Na semana passada, a Huawei, terceiro maior fabricante de celulares do mundo, anunciou contrato de patrocínio de dois anos com o Atlético de Madri. A multinacional também se tornou fornecedora de tecnologia LED para o estádio Vicente Calderón.
Real Sociedad e Rayo Vallecano foram outros clubes que buscaram na Ásia novos patrocinadores

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/barcelona-busca-na-asia-novo-patrocinador-de-camsia_27359.html#ixzz3HiclqKvp

Red Bull fecha parceria de três anos com a Ponte Preta


A marca de energéticos Red Bull, que mantém uma equipe de futebol no Brasil, fechou parceria de três anos com a Ponte Preta em acordo que irá vigorar entre 2015 e 2017. Além do intercâmbio de jogadores entre os times, o contrato abrange ainda a realização de ações de marketing conjuntas entre os clubes.
Outra iniciativa do acordo é que 20% do valor pago de locação do estádio pela marca ao time de Campinas será revertido para a realização de melhorias no estádio ponte-pretano.
A Red Bull Brasil, como é chamado o time, já fechava acordos anuais para utilizar o estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, para mandar seus jogos desde 2007.

Fonte: DePrima - LanceNet

Vasco deve cobrar cerca de R$ 2 milhões de ex-parceira, diz auditoria

Conselho Fiscal recomenda que próxima gestão entre na Justiça para reaver dinheiro dos cinco anos de contrato da Penalty, antiga fornecedora de material esportivo


A depender da efetiva cobrança judicial e dos desdobramentos do caso na Justiça, pode ficar para a próxima gestão uma cobrança que deve ajudar no alívio dos cofres vascaínos. Uma auditoria que era cobrada pelo Conselho Fiscal desde a primeira gestão de Roberto Dinamite encontrou um montante alto de falta de pagamentos da Penalty, antiga fornecedora de material esportivo do Vasco. Entre repasses de royalties, valores fixos mensais e outros quesitos, o Vasco tem a receber cerca de R$ 2 milhões da ex-parceira, que foi substituída pela Umbro no fim da gestão Dinamite.   
O assunto foi tratado na noite de quinta-feira na reunião de aprovação das contas de 2012 no Conselho Deliberativo. O diretor financeiro Jorge Almeida e o Conselho Fiscal receberam o relatório de auditoria da KPMG na tarde da própria sessão com os conselheiros do clube.
Em mais de cinco anos de contrato, segundo o documento apresentado pela auditoria, o clube deixava de receber importantes somas de dinheiro. Segundo manifestação do membro do Conselho Fiscal João Amorim, o erro também foi da diretoria administrativa, que deixou de cobrar esses valores e demorou para contratar a auditoria. Para ele, a quantia deve até ultrapassar os R$ 2 milhões após cobrança judicial. Para isso, a próxima diretoria terá que notificar a Penalty e cobrar juros em cima dos valores atrasados.   
Somente nos dois primeiros anos de contrato, o Vasco deixou de receber quase R$ 1,5 milhão - pouco menos de R$ 500 mil em 2009 e quase R$ 1 milhão no ano seguinte. O relatório foi apresentado na reunião do Conselho Deliberativo, que teve um tom político e posicionamento favorável da maioria dos conselheiros pela aprovação das contas.
- Esse é um trabalho que fica de modelo para o clube. A gente tem tanto problema para conseguir dinheiro, então como pode deixar de fazer cobranças desse tamanho? Do Vasco ninguém deixa de cobrar nada. E cobra com juros evidentemente, o que a próxima gestão também deve fazer para conseguir de volta esses recursos para o clube. Isso fica acima de política do Vasco - disse, na reunião, João Amorim.
Membro do grupo de oposição Cruzada Vascaína - que apoia a chapa "Sempre Vasco", de Julio Brant, nas eleições de 11 de novembro -, Amorim também criticou o acordo feito com a Umbro. Segundo ele, o Conselho Fiscal somente participou de algumas reuniões após muita insistência e, por fim, não viu o contrato assinado com a nova parceira do Vasco.

Fonte: Globoesporte.com

Flamengo bate recorde de audiência com Copa do Brasil

Vitória sobre o Atlético Mineiro levanta Ibope da Globo

O Flamengo deu um passo importante rumo ao bicampeonato da Copa do Brasil ao bater o Atlético Mineiro no Rio de Janeiro. O jogo da semifinal teve público alto no Maracanã, com 45 mil pessoas, e fez sucesso na televisão; a Globo conseguiu sua melhor pontuação no torneio com a partida.

Foram 30 pontos de média para a emissora, com participação de 48% das televisões ligadas. Nenhuma outra partida da Copa do Brasil ou do Campeonato Brasileiro teve desempenho tão bom. Nem mesmo com a Libertadores a Globo atingiu os 30 pontos no Rio de Janeiro.

Com exceção da Copa do Mundo, o único momento em que a Globo conseguiu pontuação melhor com o futebol neste ano foi na final do Campeonato Carioca. Na ocasião, o índice chegou a 32 pontos de média, além de três pontos da Bandeirantes.

Em 2013, o Flamengo também conseguiu 30 pontos com a transmissão da semifinal da Copa do Brasil. A diferença na época era que o ponto do Ibope abrangia menos pessoas. Logo, pode-se entender que a audiência deste ano foi maior do que a apresentada na primeira partida entre Goiás e Flamengo. 

São Paulo

Em São Paulo, a Globo transmitiu a vitória do Cruzeiro sobre o Santos. Neste caso, o Ibope não foi tão positivo. Com 19 pontos de média, a emissora teve queda de dois pontos em relação ao último jogo transmitido da competição, entre Atlético Mineiro e Corinthians.

Cada ponto no Ibope equivale a 65.201 domicílios sintonizados em São Paulo e 39.600 no Rio de Janeiro, ambos apenas nas regiões metropolitanas, referências para o mercado publicitário.

Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/flamengo-bate-recorde-de-audiencia-com-copa-do-brasil_27361.html#ixzz3HicZk15B

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Em contextos ora de reclamação, ora de celebração de uma (suposta) evolução, ou apenas como uma mera constatação despretensiosa, é comum ouvirmos alguém bradar “o futebol mudou muito”. Há os que sabem o que querem dizer com isso e aqueles que apenas reproduzem o clichê. Mas, o que realmente mudou no futebol moderno?

De fato, houve, ao longo dos anos, numerosas mudanças no futebol. Vou me limitar, porém, a discorrer aqui sobre as mudanças relativas ao “dentro das quatro linhas”, deixando de lado, portanto, outras – tão e talvez até mais importantes para o esporte bretão (cifras envolvidas, mídia, público, gestão e marketing, empresários, transferências, etc.). Papo para outro momento.

Como primeiro exemplo de mudança com reflexo direto no jogo cito os avanços em áreas de conhecimento da ciência. É evidente, hoje, uma preparação muito mais eficiente dos atletas tanto no que diz respeito à parte física quanto até mesmo psicológica. Como decorrência de técnicas e métodos mais evoluídos nesses âmbitos, temos, em regra, jogadores mais resistentes, fortes, velozes e preparados para lidar com a pressão. Jogadores percorrem, hoje, por exemplo, mais ou menos o dobro da distância em campo de jogadores da década de 60. Além disso, quanto à fisiologia, os avanços na prevenção e no tratamento de lesões fazem com que os melhores jogadores atuem com mais frequência e por mais tempo.
Detalhes como a qualidade dos gramados e dos materiais esportivos (roupas, chuteiras e até a bola) e a evolução dos métodos de treinamento igualmente refletem em um ganho considerável de qualidade na parte técnica do jogo e dos jogadores, se comparado a décadas atrás.
Alterações nas regras do jogo também influenciaram, de certa forma, no jogo, sobretudo na velocidade e nas estratégias dos treinadores. Até 1958, eram proibidas, por exemplo, substituições de jogadores no decorrer das partidas. A partir daquele ano, foi autorizada 1 alteração, além do goleiro, número este que subiu para 2, em 1970 e, finalmente, 3, em 1995. Os cartões amarelo e vermelho foram implementados em 1970 e a proibição de os goleiros utilizarem-se das mãos nos casos de recuos com os pés se deu em 1992. Como último exemplo de mudança relevante na regra, cito a alteração da pontuação da vitória, de 2 para 3 pontos, em meados da década de 90.
Quanto à parte tática, a altíssima competitividade exige atualização e estudo constantes por parte dos treinadores. E os “professores” do futebol nunca tiveram tanto acesso, e com tanta velocidade, a informações e ideias alheias.
A evidenciar as mudanças de paradigmas nesse âmbito, lembremos que até a década de 60, jogava-se, em regra, com defesas em linha, laterais presos à marcação, 3 ou 4 jogadores no ataque, etc.. Tomando-se a década de 90 como exemplo, a regra no Brasil era o 4-2-2-2 e na Europa: o 4-4-2, em linhas. Ambas com laterais alternando-se no ataque, dois jogadores defensivos e dois ofensivos no meio, um atacante mais rápido e um centroavante fixo (não, não é impressão sua, vários treinadores realmente ainda adotam esse tipo de sistema de jogo).
Hoje, mais precisamente do final da década passada pra cá, a “tática da moda” tem sido o 4-2-3-1 e, mais recentemente, o 4-1-4-1, consagrada no Bayern de Munique campeão de tudo na temporada 2012/13 e que já ficou para trás com as grandes evoluções e inovações proporcionadas por Pep Guardiola.
No jogo contra a Roma o novo Bayern com apenas 1 zagueiro e Xabi Alonso onipresente no campo distribuindo. Fonte: ESPN.
 
Não é, porém, no posicionamento dos jogadores, ou disposição tática, que reside a principal diferença do futebol moderno. A compactação das equipes, a rapidez e a dinâmica do jogo e a multiplicidade de funções de um mesmo jogador são características marcantes no futebol atual.
Perderam espaço os zagueiros que só sabem desarmar e chutar para onde o nariz esteja virado, os volantes que se limitam a defender e entregar a bola para quem estiver mais perto, o centroavante que não se dá bem fora da área, etc. etc. Vemos volantes com características de meias, meias com atributos de volantes e de atacantes, centroavantes com mais participação (e com mais condições para tanto) nas linhas de passes, goleiros com funções de líbero, etc.
Tal como o aprimoramento dos jogadores em atributos não primordiais à sua posição, a participação na marcação por parte de todos os atletas (ou pelo menos de um número muito maior se comparado a anos atrás) é medida indispensável no futebol de ponta de hoje. Anos atrás, ninguém imaginaria, por exemplo, jogadores do nível de Cristiano Ronaldo, Robben, Ribery, Bale e Di Maria acompanhando laterais. Estranharia, também, jogadores das posições em que atuam Mandzukic, Benzema e Lewandowski dando combate e participando ativamente da busca pela recuperação da bola. Pois no atual nível de competição, abrir mão de um ou outro jogador no sistema de marcação, como se via até poucos anos atrás, pode ser fatal.
 

Quanto ao dinamismo do jogo, notam-se, hoje, constantes trocas de posições no decorrer da partida, especialmente no meio-campo. Em decorrência disso, fica difícil, por exemplo, definir a exata posição em que atuam jogadores como Yaya Touré, Iniesta, Xavi, Pogba, Pirlo (de alguns anos atrás), Vidal, Schweinsteiger, entre tantos outros.
Nesse jogo de espaços reduzidos, rápido, dinâmico e de equipes compactas e com sistemas de marcação muito fortes, o jogador moderno de excelência depende cada vez mais de outras virtudes além da aptidão técnica. Força, condicionamento físico, consciência tática, aprimoramento da parte técnica em atributos secundários (não primordiais à sua posição) e, sobretudo, inteligência. Velocidade de raciocínio para ler o jogo, para saber se posicionar e, principalmente, para tomar as decisões corretas em um curto espaço de tempo.
Enfim, há quem prefira o futebol de alguns anos atrás, em que o “camisa 10 clássico” não tinha tantas responsabilidades defensivas e tinha tempo e espaço para pôr em prática toda sua criatividade. Talvez o jogo fosse mesmo mais bonito. Questão de gosto. Eu, particularmente, aprecio esse “futebol moderno”, veloz, dinâmico, estudado e, para mim, não menos emocionante.

Fonte: Site DeCanhota (Por Bruno Lajús)

Com Ronaldo e Cafu, Brahma reforça apoio à várzea

Ex-jogadores vão estrelar propaganda sobre torneio amador



No próximo domingo, a Brahma irá estrear um novo comercial na televisão aberta. Cafu e Ronaldo mais uma vez serão protagonistas de um vídeo da marca, mas dessa vez o pano de fundo não será a Copa do Mundo, mas um torneio bem menos conhecido. A marca irá promover o Peladão Brahma, torneio de futebol de várzea que acontece em Manaus.
Dessa maneira, a marca deixa claro o quanto acredita no potencial do torneio amador que, segundo a empresa, é o maior do mundo nessa categoria. E o investimento surge logo após a extinção da disputa que levava o nome de uma marca concorrente.
A Copa Kaiser se tornou popular em São Paulo e existia havia mais de uma década. Em 2013, a marca anunciou a retirada do aporte, deixando aberta uma vaga para a associação ao futebol amador. Neste ano, houve a última disputa com o nome da cerveja.
A Brahma estreou no torneio de Manaus deste ano, que teve início há cerca de um mês. Além do comercial com os pentacampeões do mundo, a marca tem feito ativações que são raras de serem vistas até no futebol profissional brasileiro. O copo distribuído na Copa do Mundo, por exemplo, foi reproduzido na disputa amadora.
Na próxima semana, também terá início uma das principais atrações do torneio. Os times começarão a disputa para saber quem tem a “musa” do torneio. O time que avançar com a mulher mais bonita, ganha pontos na tabela.  
Volta ao passado
A decisão da Brahma de apostar no patrocínio ao Peladão não deixa de ser uma volta ao passado. No início dos anos 2000, a marca apostou na Taça Brahma de Futebol de Várzea, em São Paulo.
O evento ajudava a marca a vender mais cerveja. Como contrapartida do investimento feito na melhoria dos campos dos times da várzea, a Brahma tinha exclusividade de venda nos bares ao redor dos campos nos dias de jogos. A ação ajudava a aumentar as vendas e a ativar os bares com a marca ao longo da semana. 

Vasco cria programa para se aproximar de universidades

Clube terá "embaixadores" em dez instituições do Rio de Janeiro


O marketing do Vasco anunciou o programa Embaixadores da Colina, com foco no público universitário. O clube procurou as diretorias de centros acadêmicos e atléticas de dez faculdades e realizou um processo seletivo com estudantes. Aqueles que melhor se saíram nas entrevistas foram escolhidos para representar o time em ambientes acadêmicos.
O clube tem dois objetivos centrais com o projeto. Um é entrar em contato com o universo jovem, com a realização de pesquisas e ações de marketing no ambiente universitário, além de tornar esse público mais acessível a potenciais patrocinadores. O outro é atrair um público mais jovem ao clube.
“Nós vimos em pesquisa que a torcida do Vasco é que menos tem crescido entre os mais jovens. E esse público jovem, universitários, tem um poder de persuasão muito grande dentro de suas casas, entre seus irmãos, sobrinhos”, explicou Bernardo Pontes, gerente geral de marketing do Vasco.
O projeto surgiu com a consultoria de uma empresa de comunicação, a República, mas o departamento de marketing do clube carioca assumiu toda a gestão do programa. Cada embaixador ficará em uma das dez instituições selecionadas, consideradas as melhores do Rio de Janeiro: CEFET, ESPM, FGV, IBMEC, PUC, UERJ, UFF, UFRJ (Fundão e Praia Vermelha) e UVA.
Cada embaixador tem que ter influência em sua faculdade e ter um bom conhecimento do Vasco e de sua história. Dentro da universidade, sua função vai de organizar palestrar a organizar grupos de torcedores em jogos do time.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/vasco-cria-programa-para-se-aproximar-de-universidades_27356.html#ixzz3HcjFTtnO

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Loja do Palmeiras leva consumidor para passeio aéreo sobre Allianz Parque

Unidade do Shopping SP Market sorteia passeio de helicóptero em dia de jogo contra Atlético-PR, pelo Brasileirão

A Academia Store, loja oficial do Palmeiras, irá sortear em dezembro um passeio de helicóptero sobre as instalações do Allianz Parque. Poderão participar da promoção todos os consumidores que gastarem mais de R$ 200 em produtos da franquia (com exceção de produtos da Adidas), da unidade do Shopping SP Market, na zona sul de São Paulo.
O sorteio será realizado no dia 5 de dezembro e o passeio acontece dois dias depois, quando o Palmeiras enfrenta o Atlético-PR pelo Campeonato Brasileiro. Para Fabio Interaminense, gestor de marketing da Meltex Franchising, que administra a rede Academia Store, afirma que a promoção é uma forma de homenagear o torcedor no ano do centenário do clube.
“É mais uma oportunidade de exaltar o palmeirense. Ver a nova arena pronta é um sonho. Por isso, ter uma visão aérea do local será inesquecível”, afirmou o executivo, lembrando de promoções anteriores da rede, como a promoção de encontro com antigos ídolos do clube e lançamento de livros sobre o Palmeiras.
Para este ano, ainda está prevista uma noite de autógrafos com o ex-atacante Edmundo, na loja do Ibirapuera, no dia 7 de novembro, e um churrasco com o ex-goleiro Marcos, no dia 11 do mesmo mês.
A Academia Store conta com mais de 500 itens oficiais do clube, entre chaveiro, vestuário, acessórios, roupa de cama, mesa e banho, entre outros produtos. Para abrir uma franquia da rede é necessário investimento a partir de R$ 100 mil.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/loja-do-palmeiras-leva-consumidor-para-passeio-aereo-sobre-allianz-parque_27352.html#ixzz3HYBmwYL8

Mudança na Liga dos Campeões mostra o peso crescente da internet

A análise de Erich Beting sobre os direitos de TV da Champions

A emblemática conquista pelo Esporte Interativo dos direitos da Liga dos Campeões revela uma nova ordem no mercado de transmissão esportiva. A internet vem ganhando cada vez mais peso.
Dois fatores fazem com que a escolha da Uefa pelo EI não represente grande mudança.
O primeiro é o mercado de TV paga no país. Tendo ao lado o grupo Turner, o alcance do canal se torna praticamente igual ao de ESPN e SporTV.
O segundo é o próprio evento em si.  A força da Liga dos Campeões no Brasil faz com que o torneio seja procurado pelo consumidor independentemente do veículo que o exiba.
O que muda realmente a situação é a força que o Esporte Interativo tem na internet e nos meios digitais. Desde a concepção do canal, em 2007, o foco foi promover o crescimento do EI em outras plataformas além da TV.
Isso transformou a empresa no maior colosso da internet entre as emissoras de TV do país. Além de líder no Facebook, com mais de 9,5 milhões de pessoas conectadas, o uso da plataforma de transmissão pelo EI Plus a coloca entre as mais modernas emissoras de esporte do mundo.
A maior revolução provocada pela internet é que o consumo se tornou sob medida. Na hora e local que a pessoa determinar, no meio que ela escolher. No Brasil, hoje, só há uma emissora que atenda a esses requisitos. A Uefa percebeu isso.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/mudanca-na-liga-dos-campeoes-mostra-o-peso-crescente-da-internet_27351.html#ixzz3HYBTkdWT

Real Madrid assina acordo global com empresa dos Emirados Árabes

Fundo de investimentos IPIC irá bancar a reforma do estádio Santiago Bernabeu



O Real Madrid divulgou nesta terça-feira um contrato de longo prazo com a IPIC (International Petroleum Investment Company), que irá ajudar na reforma do estádio Santiago Bernabeu. Os detalhes do acordo não foram divulgados, mas a IPIC será uma das principais patrocinadoras do clube madrilense.
A parceria entre IPIC e Real Madrid representa a união de dois gigantes em seus setores. O fundo árabe de investimentos possui ativos de US$ 68,3 bilhões (R$ 173 bilhões). Mais rico clube do futebol mundial, Real Madrid faturou € 549,6 milhões (R$ 1,77 bilhão) em 2014.
O acordo inclui ações com o acervo do Museu do Real Madrid pelo mundo, além do licenciamento de escolas de futebol do clube nos Emirados Árabes e em outros países a serem divulgados. IPIC e Real Madrid também irão desenvolver conteúdos exclusivos para plataformas de mídia digital.
“A partir de hoje, a IPIC vai se tornar um parceiro fundamental que compartilha nossos valores e nos ajudará a promover e fortalecer a marca Real Madrid em todos os continentes. Será uma parceria estratégica que, no curto e longo prazo, irá nos ajudar a sermos ainda melhores. A partir de agora, como um de nossos patrocinadores máster, a IPIC será fundamental para a realização de uma série de projetos cruciais para o futuro do Real Madrid”, afirmou o presidente do clube, Florentino Perez.
“Isso marca o início de uma longa jornada e de uma forte parceria que, sem dúvida, irá se revelar vital para a realização de um de nossos maiores desafios: transformar o estádio Santiago Bernabeu em uma das melhores arenas do mundo, um marco arquitetônico único para Madri e um símbolo de inovação para nosso país”, acrescentou o dirigente.
No início do ano, Perez divulgou o projeto de reforma do estádio. O plano prevê a construção de teto retrátil, além de hotel e complexo comercial e de lazer ao lado da arena. A reforma irá custar entre € 400 milhões e € 500 milhões (R$ 1,3 bilhão a R$ 1,6 bilhão). Segundo o dirigente, o Real Madrid negociava com dez empresas. O anúncio de parceria com a IPIC não prevê que a empresa seja detentora dos naming rights do estádio. A arena leva o nome de Santiago Bernabeu, ex-jogador, técnico e presidente do Real Madrid, desde 1955.
“Esse acordo de longo prazo vai permitir ao Real Madrid não só construir a maior instalação esportiva do mundo, mas também a divulgação da marca em todo o planeta. E a IPIC, como uma empresa de investimentos globais, que inclui a Cepsa, a quarta maior empresa espanhola em volume de negócios, é o veículo perfeito para superar esses desafios”, afirmou Khadem Al Qubaisi, diretor da IPIC.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/real-madrid-assina-acordo-global-com-empresa-dos-emirados-arabes_27344.html#ixzz3HWgF4Ma5

Champions League será transmitida pelo canal Esporte Interativo no mercado brasileiro

Canal esportivo venceu a concorrência e irá transmitir os jogos do torneio europeu para o Brasil por três temporadas


 
O Esporte Interativo será o principal canal de transmissão no Brasil dos jogos da Champions League nas temporadas de 2015/16, 2016/17 e 2017/18. A emissora venceu a concorrência e tirou os direitos de transmitir as partidas no país dos canais ESPN. A notícia foi veiculada pelo blog de Flávio Ricco, no portal Uol, e confirmada pelo site esportivo Trivela.
Para levar a disputa, o Esporte Interativo contou com o suporte do Grupo Turner para vencer não só a ESPN como também a Globosat, que pretendia levar os jogos do tradicional torneio de clubes europeus para os canais Sportv. Outra cotada para brigar pelos direitos de transmissão da Champions League, a Fox não apresentou proposta.
No período, o Esporte Interativo também terá exclusividade dos jogos do torneio na internet. Já na TV aberta, a exclusividade de transmissão para o Brasil continuará com a Globo.

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http://www.lancenet.com.br/minuto/Champions-League-transmitida-Esporte-Interativo_0_1238276356.html#ixzz3HWgkNmMj
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Com Esporte Interativo, Liga dos Campeões tem futuro "incerto"

Esporte Interativo não está presente em parte das operadoras no Brasil

O Esporte Interativo venceu a concorrência para a TV fechada e internet e será, no próximo triênio (2015/16 a 2017/18) o detentor exclusivo dos direitos de transmissão da Liga dos Campeões da Europa.
A surpreendente vitória do canal, que usou a força do grupo Turner para bater o consórcio formado por ESPN e Sportv, coloca em dúvida o futuro da transmissão da principal competição entre clubes na TV fechada no Brasil.
Atualmente, o EI não tem um canal de TV fechada com alcance nacional. Até hoje, a emissora usava o sinal das antenas parabólicas para transmissões, além do canal Esporte Interativo Nordeste, na TV fechada, mas de alcance regional.
A vitória do EI coloca diferentes cenários para a Liga dos Campeões no país. O primeiro deles é a emissora negociar diretamente com as operadoras para que passe a ter um canal, em processo semelhante ao feito pela Fox em 2012, quando lançou o Fox Sports.
Outra possibilidade é a emissora usar os canais da Turner (como o Space) para exibir os jogos. A terceira opção, pouco provável, seria compartilhar os direitos com outros canais.
A quarta possibilidade é usar os direitos para turbinar o EI Plus, que funciona num sistema similar ao Netflix, com a cobrança de mensalidade para ter acesso ao conteúdo em plataformas móveis. Esse modelo seria a alternativa mais radical, uma vez que representaria romper com o modelo vigente de TV paga no país. De qualquer forma, o uso do EI Plus deverá acontecer paralelamente à transmissão pela TV.
A Globo e a Band seguem como emissoras responsáveis pelos jogos da TV aberta

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/com-esporte-interativo-liga-dos-campeoes-tem-futuro-incerto_27353.html#ixzz3HYC1jJsW

Santos e Huawei celebram acordo, mas contrato permanece curto

Por ora, contrato parceria recém-apresentada prevê poucos jogos



Santos e Huawei anunciaram a parceria na manhã da última terça-feira. Empresa e clube convocaram imprensa e usaram jogadores para promover o negócio recém-fechado. Edu Dracena, Robinho e Gabriel vestiram a nova camisa para fotógrafos. A pompa do evento, no entanto, não condiz com o acordo assinado. Pelo menos por enquanto.
No anúncio oficial, o presidente do clube, Odílio Rodrigues, explicitou o caráter pontual do atual acordo. Pelo o que está assinado neste momento, a marca ficará no uniforme nos dois jogos da Copa Sadia do Brasil e na partida entre os dois encontros com o Cruzeiro, precisamente contra o Internacional.
O evento foi mais grandioso do que um patrocínio pontual convencional porque ambas as partes não entendem que o acordo ficará como está assinado atualmente. Pelo menos até o fim do ano, a prorrogação já está apalavrada. “Eles não vão anunciar nada antes de assinar”, ratificou o gerente de marketing do Santos, Fernando Montana.
O mais provável é que a empresa use esse primeiro período como teste no Brasil. A marca chinesa tem investido em esportes populares ao redor do mundo, principalmente no futebol, mas nunca fez investimento do tipo no Brasil. E esse momento de descoberta do mercado brasileiro começou com a apresentação da Huawei no CT santista, com Robinho e Cia divulgando o evento.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/santos-e-huawei-celebram-acordo-mas-contrato-permanece-curto_27348.html#ixzz3HXU2zI4F

Rússia apresenta logotipo da Copa de 2018

Marca foi exposta em projeção no teatro Bolshoi



A Fifa e o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2018 apresentaram na noite desta terça-feira, na Rússia, o emblema do próximo Mundial. Num evento realizado no teatro Bolshoi, o logotipo da Copa foi projetado no local, importante ponto turístico de Moscou.
A logomarca, desenvolvida pela agência portuguesa Brandia Central, escolhida por meio de um júri formado por dez pessoas, entre dirigentes da Fifa, do Comitê Organizador, além de personalidades do esporte, da música e das artes. Até o técnico da Rússia, Fabio Capello, e o goleiro do time nacional Igor Akinfeev fizeram parte da escolha.
O lançamento da logomarca da Copa é o ponto de partida para toda a comunicação visual do evento. Segundo a Fifa, o símbolo da Copa é responsável por captar tanto a essência do torneio quanto do país-sede.

Os próximos passos da promoção da Copa do Mundo só devem acontecer no ano que vem. Em 25 de julho de 2015 está programada a realização do Preliminary Draw, que é o sorteio das chaves das eliminatórias para o Mundial. Na ocasião o slogan oficial da Copa será apresentado, bem como toda a identidade de comunicação visual do torneio. O mascote da Copa do Mundo está programado para ser exibido ao público apenas em 2016.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/russia-apresenta-logotipo-da-copa-de-2018_27347.html#ixzz3HWgcyeCl

Hamburgueria do Grêmio vende 15 mil lanches nos primeiros 30 dias em atividade

Primeira loja da rede de fast food do clube gaúcho atraiu 50 mil pessoas, sendo 10% do total de torcedores associados



A iniciativa do Grêmio de abrir uma rede de franquias voltada para o segmento de fast-food teve grande sucesso em seu primeiro mês de atividade. A Hamburgueria 1903, como foi denominada, já comercializou 15 mil lanches desde a sua inauguração, no dia 27 de setembro, tendo atraído um total de 50 mil clientes.
Segundo Beto Carvalho, diretor de marketing do clube gaúcho, 10% do total de pessoas que consumiram na loja corresponde a associados do Grêmio.
- Esses números só vem a confirmar a grande aderência da torcida e a fortalecer ainda mais a nossa convicção sobre a potencialidade do negócio no cenário do futebol – destaca Carvalho.
O cardápio da Hamburgueria 1903 conta com hambúrgueres tradicionais e também opções gourmet, e os nome dos lanches fazem alusão a títulos e nomes que marcaram a história do clube. Entre os destaques estão o Monumental e o Mundial, os mais pedidos pelos clientes, além da opção kids Greminis.
O valor dos lanches varia de R$ 5,90 a R$ 24,90 e os associados do Grêmio têm desconto de até 10%.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Chegou o momento do Choque de Gestão no Futebol Brasileiro?

Por: Isaías Tinoco

 
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) abriu as portas para que os Clubes e seus representantes, profissionais de diversas áreas, atletas, árbitros, imprensa e estudiosos apresentassem sugestões para o(s) próximo(s) Campeonato(s) Brasileiro(s). Repare que este é um saudável caminho para a reestruturação do futebol o que me trouxe um lampejo de mudança em pontos críticos e polêmicos.  

Não sou representante de ninguém, mas tomo a iniciativa de destacar e desde já, agradecer. É uma ação elogiável dos novos gestores do futebol, me parece que depois de muitos anos a oportunidade de críticas e sugestões esta desembarcando no mundo privado do futebol. Outro exemplo é a criticada (às vezes em excesso) Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ), que através de iniciativa inédita, tem passado a limpo o futebol Carioca, com o "I Fórum de Debates do Futebol Carioca" para os Clubes, imprensa, mídias sociais, árbitros, atletas e convidados de diversos segmentos. Tenho acompanhado os debates pelo portal da FERJ, e se o nível dos debates ainda não supera as expectativas, pelo menos tem assuntos críticos sendo abordados de forma aberta e construtiva.  Há de se registrar a ausência dos presidentes dos grandes Clubes, na totalidade, assim como dos executivos para discutir e corrigir propostas sobre os diversos eventos propostos, o que não irá justificar críticas futuras.

Assim, encaminhei a CBF uma serie de tópicos para não perder a oportunidade de participar e colaborar, pois o pior defeito do crítico é a omissão no exercício do debate.  Aspectos administrativos e técnicos foram levados em consideração para atualizar o sistema que carece de um choque de gestão. 

Eis as minhas sugestões: 

·       Confiscar os pontos das equipes em atraso com salários de funcionários, comissão técnica e atletas. É um modelo já utilizado em São Paulo com relativo sucesso e reduziu, significativamente, o atraso dos Clubes com as obrigações trabalhistas. A devolução dos pontos confiscados ao Clube que der quitação as dividas dos e salários e encargos no prazo estabelecido pelo regulamento da competição da CBF me parece uma medida saudável que dará a todos maior segurança.

·       Os Clubes deveriam receber aval específico da CBF, após apresentarem a certidão negativa de débitos, o nada consta (com salários de funcionários, comissão técnica e atletas) para participar dos eventos da CBF e Federações no mínimo até a segunda quinzena de Janeiro) no ano de 2015.

·       O Clube que demitir um membro da comissão técnica e / ou a comissão técnica, só poderá substituir com novas contratações, se, comprovadamente, quitar as verbas das rescisões contratuais dos demitidos.

·       Membros da comissão técnica que se demitirem de um Clube só poderão assinar com Clube de outra série, assim não teremos solução de continuidade no trabalho executado, e terminará com os privilégios de em uma mesma temporada o profissional trabalhar em três ou mais clubes diferentes. Diminuiria a oscilação técnica da competição garantindo a evolução do trabalho em todos os níveis.

·       As inscrições para o Campeonato Brasileiro deveriam ser aceitas até o final da janela de transferência da FIFA no meio do ano, incentivando a utilização de atletas jovens (base) e obrigando a um planejamento eficaz e eficiente sem o desequilíbrio financeiro para grandes, médias e pequenas marcas.   

Urge retornar ao critério do atleta jogar somente por uma equipe durante a mesma competição sendo vedada a participação em outra equipe da mesma serie, na mesma temporada. O limite de sete jogos para impedir a transferência para outro Clube não trouxe o desempenho desejado tanto no aspecto técnico quanto na expectativa da formação do elenco, deixando muitas vezes os Clubes fragilizados para prosseguimento do campeonato.

·     A implantação da súmula eletrônica(Já utilizado em Sã Paulo com eficácia) para evitar falhas de preenchimento e de condições de jogo, além de agilizar as informações e  documentação do evento a ser submetida ao protocolo,  departamento de registro e departamento jurídico da CBF.

·     Maior rigidez nas vistorias e aprovação dos estádios(legado da Copa do Mundo) nos quesitos  acesso, instalações e gramados, afim de proporcionar aos atletas e profissionais(sem exceção)  envolvidos na partida conforto digno, privacidade e desempenho técnico ideal, esta vistoria deveria ser feita por uma equipe multidisciplinar credenciada pela CBF, antes e durante a competição. Desta equipe deveria constar obrigatoriamente de dirigentes da CBF, representantes do CREA, representantes dos  bombeiros, representante do Sindicato dos Atletas, representante da Associação Brasileira de Treinadores, representante da Arbitragem, Engenheiro Agrônomo, representante do CREF, representante do CRM, representantes da imprensa, entre outros.

·       Urge, retomar a utilização máxima de dois estrangeiros por relação de jogo para maior insistência e investimento nas  categorias de base dos Clubes que sofrem hoje por falta de uma política de produção, visto que confunde o dirigentes com a velocidade do jogo seguinte. A forma atual inibe a formação na base devido a fatores econômicos de curto prazo que produzem efeitos danosos ao sistema em médio prazo.

·     Criar a escola de treinadores da CBF com o intuito de credenciar técnicos para atuar nas diversas séries do campeonato brasileiro. Os credenciados para a série A poderão atuar em todas as séries. Os da serie B somente poderão atuar nas series B, C, D e assim sucessivamente. O credenciamento a principio dar-se-ia por tempo de serviço, experiência profissional(direito adquirido) e currículo. Durante os dois primeiros anos do regulamento, prazo que a CBF teria para organizar cursos de treinadores e gestores com matriz curricular e carga horária especificas para cada série. 

Eis a minha colaboração para ser discutida. O certo é que precisamos de um choque de gestão para retornar a excelência que sempre produzimos, em se tratando de futebol. É óbvio que não sou o dono da verdade, pois tem efeitos jurídicos a serem discutidos. Mas fica a proposta para que nos comentários, você leitor assíduo do FutGestão faça as devidas críticas, sugestões, correções e propostas.

Academia LANCE! Real Madrid e Barcelona, o clássico cada vez mais planetário

Expectativa da audiência global para a partida do último sábado era de superar os 400 milhões de telespectadores



A disputa deste último sábado entre Real Madrid e Barcelona no estádio Santiago Bernabéu consolidou definitivamente esse duelo como o mais planetário do esporte mundial. O jogo será assistido nos cinco continentes.
A expectativa é que a audiência global da partida supere os 400 milhões de telespectadores, índice similar as grandes competições do planeta.
Ainda que tenhamos grandes jogos de Copa do Mundo e da Champions League com importantes confrontos, nenhum jogo se mostrou tão empolgante e esperado como o clássico dos maiores times do Campeonato Espanhol.
Os clubes figuram no topo do ranking das receitas do esporte mundial, inclusive quando comparados com os times dos EUA. Somadas as receitas na temporada 2013-14 a dupla gerou 1,04 bilhão de euros, incomparável com qualquer outro confronto. O Real Madrid fechou a última temporada com 550 milhões de euros gerados e o Barcelona com 490 milhões de euros.
E nesse valor não estão considerados os valores recebidos pelas transferências de atletas, somente os seus ganhos com direitos de transmissão, marketing e seus estádios.
Essa força na geração de receitas produziu um efeito direto no potencial de investimento na contratação dos maiores jogadores do futebol mundial. Somente em salários a dupla investiu na última temporada 557 milhões de euros, novamente incomparável com qualquer mercado.
E com isso garantem em campo uma constelação de craques, com apelo global, alimentando ainda mais a disputa e a paixão por suas marcas. De uma lado Messi, Neymar, Suarez, Iniesta e Xavi. Do outro Cristiano Ronaldo, Bale, James Rodriguez, Benzema e Kross.
Contudo, o dado mais impressionante é verificar como os clubes cresceram muito acima da realidade econômica da Espanha, provando que seus projetos de globalização foram fundamentais para atingir esse nível financeiro. A Espanha vive há anos uma grave crise econômica, enquanto os dois clubes continuam crescendo de forma acelerada.
Em 2003, o faturamento consolidado da dupla representava 0,040% do PIB Espanhol, valor que atingiu em 2014 a incrível marca de 0,102%. Isso significa que se no inicio da década para cada 1.000 euros produzidos na economia espanhola, 0,40 eram provenientes dos dois clubes, atualmente para cada 1.000 euros gerados, eles são responsáveis por 1 euro.
Como nem tudo é perfeito, o fortalecimento de Real Madrid e Barcelona foi diretamente responsável pelo enfraquecimento da Liga Espanhola como um todo. Somente recentemente atenuado um pouco pelo bom desempenho do Atlético de Madrid, mas muito distante ainda.
Isso comprova que quanto maior for a distancia dos gigantes com os demais clubes espanhóis, eles se consolidarão globalmente, mas enfraquecerão seu mercado domestico.
Um movimento que se não for corrigido tende a transformar o confronto Real X Barça no único produto com grande interesse do futebol espanhol.

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Análise: a diferença que faz olhar o esporte como negócio

Veja a opinião de Erich Beting sobre o modelo americano de pensar o esporte

Muitas vezes o mercado esportivo brasileiro teima em olhar para a Europa em busca de bons exemplos de como trabalhar ferramentas de marketing e gestão. Impregnado pela monocultura futebolística, temos a mania de não olhar para o exemplo certo na hora de pensar o esporte como negócio.
O projeto do Orlando Magic de olhar o mercado brasileiro revela o quão eficiente é olhar o esporte como um negócio, não como uma paixão. O time de basquete viu o potencial turístico do brasileiro, que nos últimos seis anos invadiu a cidade, e passou a mirar esse turista que é um consumidor frenético.
Na lógica de negócio que nutre os clubes da NBA, é preciso fazer com que o brasileiro gaste dinheiro não apenas na Disney, mas também no seu clube.
O esporte nos Estados Unidos percebe que, mais do que uma paixão, ele é uma parte importante da indústria do entretenimento. Ele precisa procurar o consumidor da mesma forma que fazem uma peça de teatro, um espetáculo de show ou um parque de diversões.
Quanto mais se restringir ao fanático, menor ficará uma modalidade esportiva. Hoje, na Europa, é esse o maior dilema que vivem os clubes de futebol da Inglaterra. Eles entenderam que é preciso abandonar a paixão que moveu o esporte no século passado e caminhar para o olhar do negócio. Só assim será possível ter dinheiro para manter o consumidor ao lado do esporte.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/analise-diferenca-que-faz-olhar-o-esporte-como-negocio_27341.html#ixzz3HRU3fEpo

“O futebol brasileiro não aproveita as opções de ativação que tem”, diz diretor da Wolff Sports

Especialista em marketing esportivo, Fábio Wolff avalia o atual mercado de patrocínios entre os grandes clubes do futebol brasileiro

Em pleno ano de Copa do Mundo no Brasil, uma boa parte dos clubes brasileiros está sem patrocínio, entre eles três dos quatro grandes times paulistas: Palmeiras, Santos e São Paulo. Além disso, o número de empresas que investem nos 23 principais times do país caiu pela metade nos últimos cinco anos. Em 2009, 18 companhias diferentes investiam em patrocínio máster nos clubes enquanto que hoje são apenas nove.
Além da crise econômica, outros diversos fatores influenciam para esse cenário. Nesta entrevista exclusiva ao LANCE!Bizz, o diretor da Wolff Sports & Marketing, Fábio Wolff, aponta alguns equívocos dos departamentos de marketing dos clubes que influenciam para esse cenário no futebol brasileiro.
Como avalia o atual cenário de investimentos no futebol brasileiro?
Houve uma fuga de empresas privadas nos últimos anos e há alguns fatores para isso ocorrer. Um deles é a falta de cases no futebol, que é quando empresas de determinados segmentos investem em um esporte e acaba atraindo a concorrência. Isso ocorre com frequência no vôlei e na Stock Car, mas no futebol é muito pouco. E falta uma visão a médio e longo prazo. Há muitas empresas que ficam apenas um ano pois o resultado esperado não foi atingido. Tem que saber gerenciar, ter atitudes e realizar ações diversas para que essa parceria dê resultado. Os clubes veem o patrocinador como financiador de uma verba estipulada para o departamentos de marketing e quando alcança esse valor está tudo certo. Não é assim que funciona.
O que os clubes precisam fazer para manter seus patrocínios por mais tempo?
Falta aproveitar mais as opções de ativação. Um clube grande tem cerca de 20 diferentes tipos de ativação, como placas em campo, ações com jogadores, eventos, etc. E muitas vezes falta atitude de ambos os lados, do clube e da empresa. Muitos patrocinadores não têm experiência para fazer essas ativações e acabam explorando pouco esse mercado.
A Copa do Mundo influenciou nessa falta de investimentos em clubes brasileiros?
Esse foi um ano em que as empresas investiram de maneira direta ou indireta no Mundial de futebol. Isso acaba impactando o mercado sim sobrando menos dinheiro para os clubes. Mas é difícil dizer que se não tivesse a Copa o cenário seria diferente e que todos teriam patrocínios. Mais que o evento esportivo, o principal motivo para essa queda nos investimentos é a economia brasileira que vai muito mal.
Você falou que o ideal é ter um planejamento a médio e longo prazo. Como a mudança política nos clubes afeta isso?
Esse é um outro ponto importante. As mudanças entre situação e oposição acaba gerando mudanças nos departamentos e muitas vezes todo um trabalho que vinha sendo realizado é jogado fora. Muitas empresas estão acostumadas com o padrão do mercado publicitário, com estudos de retornos de investimento, lembrança de marca, etc. E isso ainda é muito precário no futebol brasileiro.
Que outras variáveis podem influenciar nesses investimentos?
O produto futebol tem muitas variáveis e no Brasil a maioria delas é negativa, como calendário e violência. Uma empresa irá repensar seu investimento no futebol quando o seu diretor abrir o jornal e ler que um torcedor morreu em um jogo durante uma briga de torcida organizadas. Além disso, a qualidade dos atletas que atuam no país é baixa, pois somos um mercado exportador de promessas e importador de jogadores em fim de carreira. Já em relação aos serviços nos estádios, a Copa do Mundo fez o país dar um salto nesse segmento. Mas eu costumo dizer que construir é fácil, o difícil é gerenciar.
Como você avalia os modelos de marketing adotados pelos clubes brasileiros?
Um exemplo são os times do exterior, cujas camisas têm no máximo dois patrocinadores. Acima disso, gera uma poluição de marcas para o torcedor e o potencial de lembrança diminuiu muito. E boa parte dos clubes brasileiros atuam com esse modelo. O modelo europeu é um excelente benchmarking para o futebol brasileiro.

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Uniforme 1 de 2016/2017 do Flamengo tem detalhes em preto e branco

Camisas da Adidas serão votadas pelo Deliberativo na próxima terça-feira, junto com o parecer da cota extra e a proposta de inclusão de uma estrela pelo Mundial de basquete



No fim da noite da última segunda-feira, o Conselho Deliberativo do Flamengo retificou o edital da reunião da próxima terça-feira e incluiu mais um assunto para votação. No mesmo dia em que serão votadas a inclusão de mais uma estrela nos uniformes de futebol por conta do título no Mundial de basquete e do parecer da Comissão Jurídica sobre a cota extra, os conselheiros rubro-negros irão apreciar e votar as camisas da Adidas para 2016/2017. E, assim como aconteceu na votação dos uniformes para esse ano, a tendência é que as de 2016/2017 também sejam alvo de muita discussão entre os conselheiros. No modelo 1, por exemplo, o LANCE!Net apurou que a fornecedora de material esportivo inseriu detalhes em preto e branco. Os conselheiros mais conservadores já avisaram que vão votar contra, já que acreditam que o clube da Gávea não pode colocar detalhes que não sejam vermelho e preto.

Em outubro do ano passado, quando aconteceu a reunião que aprovou os uniformes da Adidas para esse ano, outras cores no uniforme também foram vetados após decisão do Conselho Deliberativo. A camisa 1 tinha detalhes em dourado nas listras das mangas, dos shorts, dos meiões e no escudo, e assim tiveram que ser retirados após votação contrária dos conselheiros. Já o modelo 2 tinha listras rosas, que também foram vetadas. A camisa de treino foi a única reprovada totalmente por ser toda laranja. Na ocasião, representantes da fornecedora de material esportivo alemã ficaram visivelmente insatisfeitos pela decisão dos conselheiros.

Vale destacar que os uniformes do Flamengo feitos pela Adidas para a temporada 2015/2016 já foram aprovados pelo Conselho Deliberativo, em dezembro do ano passado. O modelo 1 seguiu a tendência característica da fornecedora alemã, com poucas diferenças para o atual, a camisa 2 também sofreu mínimas mudanças, com novidades feitas apenas no modelo 3. Esse último terá duas versões, sendo uma delas alusiva aos 450 anos do Rio de Janeiro, que será celebrado no próximo ano.

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Aumenta o interesse dos torcedores brasileiros pelo futebol europeu

Principal torneio de clubes da Europa, a Liga dos Campeões atrai a atenção de 63% dos brasileiros que gostam muito de futebol no país



O interesse dos torcedores brasileiros pelo futebol europeu só aumentou nos últimos anos e motivos para isso não faltam. Um bom exemplo é olhar os times onde atuam os 23 convocados pelo técnico Dunga para defenderem a Seleção Brasileira nos amistosos contra Turquia e Áustria, no próximo mês. Independente do pedido da CBF para poupar os clubes brasileiros em finais de campeonato, todos os atletas chamados atuam em times europeus.
Entre eles está Neymar, que ao trocar o Santos pelo Barcelona no ano passado levou junto a atenção de milhares de torcedores para os torneios do Velho Continente – especialmente o de crianças que ainda nem escolheram o time brasileiro para qual vai torcer mas que já vestem a camisa do time espanhol.
Esse cenário foi constatado pelo levavantamento Sponsorlink, do Ibope Repucom, que aponta que 63% dos superfãs de futebol no Brasil têm interesse nos jogos da Liga dos Campeões, torneio mais tradicional de clubes da Europa. Ainda de acordo com a pesquisa, o Barcelona é o clube estrangeiro mais admirado entre os brasileiros, com 35% da preferência entre os que gostam muito de futebol.
O especialista em gestão esportiva Pedro Trengrouse, professor da FGV, chama esse fortalecimento do futebol europeu de ?globalização de mão única?, onde os times da Europa têm um calendário mais favorável a desenvolver mercados por todo o mundo enquanto que os clubes brasileiros ficam reféns à Conmebol.
– Além disso, a evolução das plataformas de comunicação no mundo digital aceleram ainda mais esse processo pois servem de ferramentas para a distribuição de grandes marcas do futebol global, cuja principal competição é a Champions League – avalia ele.
Junto ao crescimento do interesse dos torcedores do país pelo futebol europeu, a pesquisa LANCE! Ibope apontou um aumento no número de brasileiros que não torcem para nenhum time no Brasil. Em quatro anos, esse índice de ‘não-torcedores’ saltou de 18,8% para 23,4%.

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