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terça-feira, 7 de outubro de 2014

A Meritocracia do Futebol no Brasil

Por: Ciro Martins

Quem administra o futebol? Será que está preparado? Será que um dentista, um advogado, um ex-atleta, podem e conseguem gerir um clube de futebol centenário, com uma receita de milhões e milhões de reais?
Muitas perguntas, mas apenas uma única e salutar resposta, NÃO.
É só atentar para as situações atuais dos clubes, para então poder corroborar com a resposta.
Acho também, que nem um ostracismo, FairPlay financeiro ou até mesmo a Lei das responsabilidades fiscais, podem salvar os clubes, acorrer mas não resolver.
Existi uma solução óbvia, mas muito ímprobo.
Meritocratas, pessoas com mérito, pessoas capacitadas, preparadas para administrar de forma eximia e competente, que chega ao topo por méritos próprios e que não cai de paraquedas em um cargo, para que alguém, de alguma forma, possa levar vantagem daquilo, sem amadorismo, dogmas e velhos costumes.
Grandes empresas, como a Coca Cola, Sadia, Ambev, entre muitas outras, admitem seus CEOs, por seus méritos, requisitos, qualificações, sempre colocando na direção os mais preparados.
Já no nosso futebol, são os indicados, “acochambrados”, convenientes e apadrinhados.
Temos que colocar as pessoas certas nos lugares certos, graduada nas suas funções, fazendo o que foram ensinados a fazer, de forma profissional e adequada.
Quando esse pensamento começar a ser cogitado, sazonado e colocado em prática, estará aí, a inovação, a renovação e o recomeço dos clubes brasileiros.

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