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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Investimentos de empresas privadas no futebol brasileiro caíram nos últimos cinco anos

Em 2009, iniciativa privada era responsável por 18 patrocínios máster dos clubes e hoje correspondem a apenas nove contratos

Em pleno ano da Copa do Mundo no Brasil, o futebol brasileiro passa pelo momento menos atrativo junto ao mercado. Nos últimos cinco anos, o número de empresas que investem no esporte mais popular do país caiu pela metade, passando de 18 patrocínios máster em 2009, para apenas nove atualmente, segundo estudo do banco Itaú BBA.

Além disso, o número de times sem uma marca no principal espaço da camisa subiu de quatro para seis equipes considerando os 23 maiores clubes do país. Entre eles estão três das quatro maiores equipes paulistas: Palmeiras, São Paulo e Santos.
E boa parte dos clubes com patrocínio máster atualmente contam com o investimento de uma empresa estatal. São nove ao todo, sendo sete patrocinados pela Caixa (federal) e outros dois pelo Banrisul (estadual).

Os investimentos das estatais têm ajudado o futebol brasileiro manter a alta com receitas publicitárias. De acordo com o estudo do Itaú BBA, o faturamento total dos 23 times nessa área atingiu R$ 471 milhões em 2013, uma alta de 14% sobre o ano anterior.

Camisas poluídas por patrocínios e má gestão das marcas pelos clubes estão entre os motivos citados no estudo do Itaú BBA para explicar a fuga de investimentos por parte da iniciativa privada no futebol. Além disso, fatores externos têm influenciado negativamente este cenário, como violência das torcidas organizadas e a desaceleração da economia brasileira.

Sem patrocínio desde o final de julho, o São Paulo tentou fechar contratos curtos até o final deste ano e fazer um rodízio com três ou quatro marcas no principal espaço de seu uniforme, mas a iniciativa não teve sucesso.

- É um cenário complicado. Primeiro por que é difícil fechar patrocínios no fim do ano, quando as empresas já determinaram o orçamento para o próximo período. Depois, o dinheiro do patrocínio foi muito direcionado para a Copa do Mundo, e os clubes ficaram a ver navios – explica o vice-presidente de marketing do São Paulo, Júlio Casares.

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