Cabeçalho

Logotipo

domingo, 30 de novembro de 2014

Bayern de Munique apresenta balanço financeiro com recorde de receitas

O Bayern de Munique segue nos ensinando muito sobre gestão e saúde financeira. Após quitar seu estádio com 16 anos de antecedência e vender 1.3 milhão de camisas, o clube ultrapassou pela primeira vez em sua história a marca de meio bilhão de euros em receitas.
Na coletiva realizada ontem para apresentar seu relatório financeiro anual aos seus dirigentes, o gigante bávaro divulgou ganhos totais de € 528.7 milhões relativos à última temporada. A maior parte do recorde do Bayern é proveniente das seguintes categorias: tickets (€ 140.8 milhões), patrocínios (€ 117.7 mi), merchandising (€ 105.2 mi) e direitos de Tv (€ 54.9 mi). O lucro total antes de impostos no período foi de € 16.5 milhões.
Os números ratificam o Bayern de Munique como um exemplo de solidez financeira e gestão sustentável, o que certamente refletirá em melhores posições nos levantamentos 2015 da Deloitte e Forbes.
Fonte: MKT Esportivo

Guarani ganha sobrevida com venda de Brinco de Ouro

Magnum arrecada estádio por R$ 44 milhões em leilão




O Brinco de Ouro da Princesa é um dos maiores símbolos do Guarani, time centenário de Campinas, mas, nos próximos anos, ele deverá deixar de existir. Em leilão realizado na sede da Justiça Federal, a empresa Magnum adquiriu o estádio por R$ 44 milhões.
Ainda que perca seu tradicional estádio, a quantia deverá assegurar a existência do clube. O valor será usado para que o Guarani arque com uma série de dívidas trabalhistas, acumuladas nos últimos anos.
A Magnum, na verdade, é parceiro do clube de Campinas. Roberto Graziano, presidente do grupo, é pessoalmente próximo do presidente do time, Horley Senna.
Todo o complexo do Brinco de Ouro, localizado em região nobre de Campinas, está avaliado em R$ 320 milhões. Esse foi o valor que a Magnum se comprometeu a investir no clube. Além dos R$ 44 milhões já destinados ao Guarani, os R$ 276 milhões restantes serão repassados para o pagamento de outras dívidas.
O que sobrar da quantia será investido em um centro de treinamento, uma nova sede social e uma arena multiuso, complexo que substituirá o Brinco de Ouro da Princesa. Em troca, a Magnum poderá transformar o terreno do estádio em um projeto imobiliário, com hotel, centro de convenções e shopping.
Para o Guarani, a venda a um grupo parceiro foi um alívio. Caso outro grupo conseguisse comprar o terreno no leilão, o clube ficará apenas com o valor arrecadado, muito abaixo do mercado, sem sede, sem estádio e ainda com uma série de dívidas.
Ainda assim, a operação não foi uma unanimidade dentro do clube. O presidente do conselho do clube, Paulo Souza, quer embargar a venda do estádio. Alega que o valor de R$ 320 milhões está abaixo do que realmente vale o terreno. O dirigente também ponderou se Roberto Graziano realmente pagará a diferença de R$ 276 milhões.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/guarani-ganha-sobrevida-com-venda-de-brinco-de-ouro_27506.html#ixzz3KVAPRJO1

sábado, 29 de novembro de 2014

Barcelona provoca Real Madrid e diz que não altera escudo por causa de patrocinador

Clube catalão respondeu a arquirrival que retirou cruz de emblema para agradar parceiro dos Emirados Árabes


O Barcelona, com patrocinadores na região do Oriente Médio, divulgou que seu escudo é intocável e que não retiraria a cruz de Saint Jordi de seu emblema por conta de pressão de parceiros de países muçulmanos.
O posicionamento do clube se deu após a polêmica retirada da cruz do rei Afonso XIII do escudo do Real Madrid. Tudo para não ferir suscetibilidades de clientes islâmicos do Banco Nacional de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, que lançou um cartão licenciado com o emblema do clube. O clube assinou com a instituição bancária até 2017. 
O clube também possui contratos com Emirates e IPIC, ambas empresas do país, mas que por serem globais, não impõem a mudança no escudo. Os muçulmanos relacionam a cruz com as Cruzadas, que pretendiam restabelecer o controle cristão sobre a Terra Santa.
O time de Madri é reincidente na iniciativa. O clube tinha acordo para a construção do parque temático Real Madrid Resort Island. O projeto, que incluía o emblema do clube sem a cruz, foi suspenso por causa da falência do fundo de investimento RAK Marjan Island Football. O Banco de Abu Dhabi se comprometeu a recuperar a obra, que espera um faturamento de € 50 milhões anuais.
Já o Barcelona, por sua vez, também conta com patrocínio de instituições do Oriente Médio, como a Qatar Aiways e o United Arab Bank, que também oferece cartão de crédito do clube, só que com escudo original.
Apesar disso, é comum encontrar, em países árabes, gorros e camisas do Barcelona sem a cruz do padroeiro da cidade, restando uma listra vermelha entre duas brancas na parte superior esquerda do escudo. O clube, porém, afirma que esses produtos, de baixa qualidade e preços menores, são falsos.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/barcelona-provoca-real-madrid-e-diz-que-nao-altera-escudo-por-causa-de-patrocinador_27503.html#ixzz3KVA3uc00

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Parceira arremata Brinco por R$ 44 milhões e "salva" Guarani em leilão

Empresa de relógios oferece quantia para evitar que dois grupos adquiram terreno e promete agilizar projeto imobiliário. Bugre ganha recurso para sanar dívida trabalhista

O Brinco de Ouro tem novo dono. Parceira do Guarani desde a aprovação do projeto imobiliário, há duas semanas, a Magnum arrematou o estádio por R$ 44,4 milhões nesta quinta-feira à tarde, em leilão realizado na sede da Justiça Federal, em São Paulo. O empresário Roberto Graziano formalizou a oferta em meio à presença de outros dois grupos interessados (um de Jaboticabal e outro liderado por um sheik árabe), que ameaçaram conseguir o patrimônio e deixar o clube em situação crítica financeiramente. O valor será usado para quitar todas as dívidas trabalhistas do Bugre, processo que a própria Justiça tomará conta a partir de agora. Os credores, entre eles o ex-lateral-esquerdo Gustavo Nery, receberão quantia proporcional. 

 
A preocupação em perder o estádio nesta quinta-feira era tão grande que os dirigentes bugrinos foram logo cedo para a capital paulista. Atolado em dívidas, o clube conta com a Magnum, uma empresa do ramo de relógios e que tem investido no futebol, para se reerguer esportiva e financeiramente. Em campo, a parceria rendeu os primeiros reforços para a Série A2 do Paulista. Fora, o Guarani confia no projeto imobiliário, aprovado pela maioria dos sócios há duas semanas. Por isso, a garantia de que o Brinco de Ouro não iria parar nas mãos de alguém fora da parceria era fundamental para que o plano seguisse em tramitação na prefeitura de Campinas.
Nos bastidores, o presidente Horley Senna sabia que possíveis interessados iriam ao leilão desta quinta-feira para tentar o estádio. Por isso, o cartola requisitou a presença de Roberto Graziano, homem-forte da Magnum e seu amigo pessoal. O temor se concretizou quando empresários da cidade de Jaboticabal e pessoas ligadas a um sheik árabe fizeram os primeiros lances. A disputa, lentamente, durou até chegar aos R$ 44 milhões. Então, Graziano se levantou e formalizou a oferta final: R$ 44,450 milhões. Ninguém cobriu, para alívio dos bugrinos presentes ao pregão.

A quantia, segundo combinado entre clube e empresa em reuniões, é um adiantamento de tudo aquilo que vai ser investido na agremiação. De acordo com projeção apresentada pela Magnum aos sócios, em meados de novembro, o Guarani receberá 14% do valor do empreendimento (estimativa é de R$ 320 milhões) por todo o estádio. Com o pagamento dos R$ 44,4 milhões, o Bugre terá então R$ 276 milhões quando a prefeitura autorizar o projeto. Esse valor será usado para quitação de dívidas fiscais, tributárias e previdenciárias, todas negociáveis diretamente pelo clube. O que sobrar vai para a construção de uma arena multiuso, um Centro de Treinamento e uma nova sede social. Tudo será discutido em assembleia de sócios no futuro.
Com a posse do Brinco de Ouro, a Magnum pretende acelerar a negociação com a prefeitura de Campinas e ganhar fôlego para tocar o projeto imobiliário. Além disso, promete manter o acordo com o Guarani normalmente. O arremate do estádio serviu, segundo a empresa, para evitar novos leilões no futuro. Os pregões nunca são cancelados, o que indicava que o clube, aos poucos, perderia o patrimônio por um valor até menor do que os R$ 44,4 milhões de hoje. O Bugre pretende explicar os trâmites da negociação nos próximos dias.
Por outro lado, o Guarani recebeu uma sinalização positiva da administração municipal e está confiante que a venda do estádio, agora de maneira oficial, saia até o fim de 2015. O aval da prefeitura é fundamental para tocar qualquer obra de grande porte, como a demolição do Brinco de Ouro. Assim que tiver a aprovação, a Magnum terá liberdade para demolir o campo e construir o que pretende (hotel, centro de convenções, parque residencial e shopping). Nisso, o clube terá o dinheiro para quitar as dívidas de uma vez por todas e remontar seu patrimônio.
 

Fonte: Globoesporte.com

Análise: Cadeiras vazias escancaram crise em precificação

Leia a opinião de Duda Lopes sobre o preço dos ingressos do Mineirão

O ano de 2014 foi o ano em que muitos clubes brasileiros tomaram uma polêmica decisão: proibir a entrada de torcedores em seus estádios. A decisão não foi aberta ao público, mas é a única explicação para a precificação dos ingressos de jogos de futebol ser tão fora da realidade nacional.
Sem dúvida, na última quarta-feira se viu o maior exemplo dessa situação. Ao colocar um ingresso totalmente irreal, o Cruzeiro proibiu que 20 mil pessoas assistissem a uma das finais mais importantes da história do clube, contra o seu principal rival.
O termo “proibição” não é exagero. Quando se limita a oferta a uma demanda inexistente, não há outra explicação.
O argumento sempre encosta na bilheteria mais alta. Mas, ao ver um setor inteiro vazio, será que alguém tirou algum dinheiro de lá? Além, claro, do tamanho da frustração do cliente, o torcedor, que foi impedido de entrar e que certamente carregará esse peso ao se relacionar com o time.
Isso acontece porque os clubes brasileiros não têm a menor ideia de como precificar o seu produto. Neste ano, foram vários exemplos. Até o Flamengo, time de maior torcida no país, chegou a jogar para 2 mil pessoas no Maracanã contra o Madureira; o ingresso mais barato era R$ 60.
Se quiserem realmente arrecadar mais e tornar o negócio do futebol mais sustentável, precificação é algo que exige urgência no futebol brasileiro.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/analise-cadeiras-vazias-escancaram-crise-em-precificacao_27501.html#ixzz3KNawuzbf

Copa do Brasil tem recorde de audiência, mas cadeiras vazias

Estádio do final teve arrecadação alta, mas cerca de 20 mil cadeiras vazias



A Copa do Brasil foi um enorme sucesso em Belo Horizonte. Pelo menos para a televisão. A partida teve recorde de Ibope da Globo, em números que superaram até mesmo o pico da novela das 21 horas.
Foram 50 pontos de média na audiência na partida entre Cruzeiro e Atlético Mineiro, com participação de 73% das televisões ligadas. Em 2014, o recorde da Globo em Belo Horizonte era da novela Amor à Vida, com 48,2 pontos. Nem mesmo a Copa do Mundo foi páreo para a final entre os rivais de Minas Gerais.
Quem viu essa comoção na cidade pela partida certamente estranhou o enorme espaço sem público que pôde ser visto no Mineirão durante a final. Apesar da alta renda de R$ 7,8 milhões, o público esteve distante da capacidade máxima da arena mineira; estiveram presentes 39,7 mil pagantes entre os 60 mil ingressos colocados à venda.
O principal problema foi a área em que a renda é destinada à concessionária do Mineirão, a Minas Arena. Pelo acordo com o Cruzeiro, o local, o mais nobre do estádio, é de controle da empresa. Ainda assim, o preço foi determinado pelo clube, que exigiu R$ 1 mil por torcedor.
Na renda, a partida alcançou a terceira posição entre as maiores bilheterias da história do país, perdendo apenas para a final da Copa do Brasil de 2013 e a final da Libertadores do mesmo ano.
Para a multidão que viu as cadeiras vazias pela televisão, certamente sobrou frustração.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/copa-do-brasil-tem-recorde-de-audiencia-mas-cadeiras-vazias_27500.html#ixzz3KNajdLrC

Premier League chega ao Cazaquistão através do Arsenal


A Premier League chegou ao Cazaquistão através do Arsenal. Primeiro clube da liga a ingressar comercialmente no país, os Gunners agora terão o Capital Bank Kazakhstan JSC como seu banco oficial na região.
O acordo não foge muito das já tradicionais alianças do futebol com instituições financeiras, ao desenvolver cartões de débito e crédito oficiais utilizando o escudo e jogadores do elenco. Por parte do Arsenal, o clube enviará anualmente profissionais do seu corpo técnico para ministrarem clínicas no país financiadas pelo Capital Bank.
Fonte: MKT Esportivo

Visa é mais uma a preocupar-se com acusações sofridas pela FIFA

O efeito dominó pode chegar com força no portfólio de patrocinadoras da FIFA. Após a saída da Emirates e a dúvida da Sony em relação a sua continuidade, agora foi a vez da Visa externar sua preocupação em relação a falta de transparência da entidade nas acusações  sofridas pela escolha de Rússia e Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022, respectivamente.
De acordo com a empresa, somente uma rápida e eficaz solução dos problemas fará com que a confiança na FIFA seja restaurada. O posicionamento exigido pela marca tem explicação: a Visa está confirmada nas próximas duas edições do evento.
 

Recentemente, a Coca-Cola também tornou pública sua insatisfação com o posicionamento da entidade diante das acusações. Segundo a gigante de refrigerantes, foram “decepcionantes” as poucas medidas tomadas pelo staff de Blatter.
Vale lembrar que o montante vindo de patrocinadores representa 40% do total das receitas da FIFA, e mesmo que as atuais marcas deixem de patrocinar a entidade, muitas outras se interessarão pela oportunidade única de estar em uma Copa do Mundo.
Fonte: MKT Esportivo

Protagonista da Nike na Copa do Mundo, atacante Ibrahimovic deixa marca

Atacante usa chuteira da Adidas e esconde o logotipo em jogo contra Ajax pela Liga dos Campeões


O atacante Ibrahimovic é mais uma baixa na Nike. O sueco, que chegou a esconder o logotipo de suas chuteiras, não possui mais contrato com a multinacional norte-americana.
“Ele terminou seu vínculo com a Nike. A relação foi difícil, não era a ideal. Sem a Nike, o Ibra está feliz. Ao contrário da Nike, que perdeu um jogador desse nível. Atualmente estamos discutindo com patrocinadores. Mas não temos nada confirmado ainda”, afirmou Mino Raiola, agente do atacante.
Na terça-feira, no confronto contra o Ajax, pela Liga dos Campeões, Ibrahimovic utilizou um par de chuteiras da Adidas, mas escondeu o logotipo. Segundo seu agente, foi em consideração a outras marcas, que também podem assinar com o jogador.
“Ele é um homem livre. Estamos encantados que ele tenha escolhido a Adidas. Mas não é a primeira vez que um jogador usa nossos produtos sem estar sob contrato. Foi o que aconteceu com Anelka e Bem Arfa, por exemplo. Nossa regra é muito clara. Nunca comentamos sobre conversas com atletas”, afirmou Emmanuelle Gaye, porta-voz da marca alemã.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/protagonista-da-nike-na-copa-do-mundo-atacante-ibrahimovic-deixa-marca_27498.html#ixzz3KMOgenm8

BuscaCruzeiro | Cruzeiro fecha parceria com empresa de compras online

O Cruzeiro lançou no início desta semana uma plataforma de buscas de produtos que irá oferecer descontos especiais aos seus torcedores e, ao mesmo tempo, trazer retorno financeiro ao clube.
O buscacruzeiro.com.br segue um modelo já amplamente difundido na web, de um e-commerce que traz diversos tipos de produtos através de parcerias com grandes players do mercado. No caso do Cruzeiro, com Netshoes, Kanui, Ricardo Eletro, Walmart, entre outros.
A responsável pela página será a empresa Busca Serviços Digitas e o Cruzeiro terá uma porcentagem em cada compra feita pelos usuários utilizando o site como intermediário.
 
Fonte: MKT Esportivo

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Melhor marketing é 'bola na casa'. Mas cuidado para não ser o único

Erich Beting analisa estratégia de promoção do Atlético-MG, campeão da Copa do Brasil, junto aos torcedores

“Marketing no futebol é bola dentro da casa. Se a bola entrar naquela casinha, vende até Modess pra homem”. A frase talvez seja um ótimo resumo de como pensa Alexandre Kalil, o homem que vai encerrar seu mandato como presidente mais vitorioso da história do Atlético-MG.
Ela foi dita à revista Placar, no fim de 2013, após Kalil levar o Galo à inédita conquista da Libertadores. 
Com ela, o dirigente justificava o fim do departamento de marketing do clube e consagrava seu estilo de usar frases de efeito e governar a pulso firme o clube que acaba de ganhar o primeiro título nacional depois de 43 anos sobre o maior rival.
De fato, o maior mérito de Kalil foi recolocar, pelo poder do resultado dentro de campo, o orgulho no torcedor atleticano. O clube voltou a ser grande, parou de viver no passado e hoje é o time do presente após quase duas gerações frustradas.
O problema é que futebol, hoje, não é só colocar a bola na casinha. Para ter o time vencedor, Kalil depenou as finanças do clube. Aumentou a dívida, teve prejuízo registrado em balanço financeiro, estraçalhou os cofres. Mas deu ao Atlético algo que  nunca antes na história foi possível.
Só que o marketing não estava lá para acompanhar o campo. O torcedor não teve produtos à disposição para comprar, não foi incentivado a consumir desenfreadamente, não teve a oportunidade de contribuir para além do bom momento no campo. Quando a bola não entrar na casinha, o que será do Atlético?

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/melhor-marketing-e-bola-na-casa-mas-cuidado-para-nao-ser-o-unico_27494.html#ixzz3KHE9Zzpp

Copa do Brasil consagra gestão folclórica de Kalil no Atlético-MG

Cartola, que chegou a dissolver departamento de marketing, tornou-se presidente mais vitorioso da história do clube



No fim deste ano, Alexandre Kalil deixará a presidência do Atlético Mineiro e, com o título da Copa Sadia do Brasil, poderá se orgulhar de ter sido o presidente mais vencedor da história do clube. Ao menos em campo, quase tudo deu certo para o dirigente.
Ao assumir o cargo, em 2008, Kalil entrou na contramão de movimentos crescentes no futebol brasileiro. Chegou, por exemplo, a dissolver o departamento de marketing do clube, alegando que “marketing era coisa de vigarista”. Segundo o dirigente, a área dava prejuízo de R$ 4 milhões ao ano.
Kalil foi também um dos últimos a resistir o fim do Clube dos 13, em 2011, quando a maior parte dos clubes se rebelou contra a organização para permanecer em parceria com a Globo. O dirigente argumenta que os novos contratos dão excessivas vantagens a Corinthians e Flamengo
A falta de filtro em entrevistas e em redes sociais o levou a episódios ridículos. Neste ano, Kalil chegou até a anunciar a contratação do atacante Anelka, que nunca pisou na Cidade do Galo. Neste fim de mandato, comprou briga com o Cruzeiro pelos ingressos de visitantes; primeira partida aconteceu com torcida única.
Se em campo houve sucesso, é difícil apontar um grande mérito fora dele. Em 2013, por exemplo, mesmo com o título da Libertadores, o futebol do clube faturou menos do que o Cruzeiro, desconsiderando venda de jogador. Nos programas de sócio-torcedor, o rival conta com o dobro de associados. No próximo ano, o time estará sem o aporte da BMG, que acompanhou a equipe nos últimos cinco anos. Será mais um desafio para o próximo presidente do campeão da Copa do Brasil.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/copa-do-brasil-consagra-gestao-folclorica-de-kalil-no-atletico-mg_27490.html#ixzz3KHCknV6M

Em Belo Horizonte, final mineira bate novela e tem recorde de audiência

Decisão entre Cruzeiro e Atlético deixou capítulo de Amor à Vida para trás


A final entre Cruzeiro e Atlético Mineiro rendeu à Globo a maior audiência de 2014 em Belo Horizonte, segundo os dados preliminares do Ibope. A disputa pela taça da Copa Sadia do Brasil gerou 48,5 pontos de média, com participação de 77% das televisões ligadas.
Com essa pontuação, a vitória do Atlético Mineiro sobre o maior rival ultrapassou o recorde que pertencia à novela Amor à Vida, que chegou a ter 48,2 pontos de média. Além da novela, a final mineira deixou para trás as partidas da Copa do Mundo.
E não foi só em Belo Horizonte que a partida teve bons resultados. No Rio de Janeiro, a Globo conseguiu a terceira maior audiência entre os jogos de quarta-feira à noite. A partida chegou a 29 pontos de média, com participação de 49%, mesmo sem nenhum time da cidade em campo.
Neste ano, apenas as duas semifinais do entre Flamengo e Atlético Mineiro, pela mesma Copa do Brasil, tiveram audiências mais altas; os jogos tiveram 30 e 31 pontos de média. Mesmo quando transmitiu partidas da Libertadores, com o Flamengo em campo, a Globo não chegou a 29 pontos de média.
Em São Paulo, por outro lado, a Globo preferiu transmitir a semifinal da Copa Total Sul-Americana, mas sem tanto sucesso. Mesmo com o jogo decisivo entre Nacional de Medellín e São Paulo, que terminou com disputas de pênaltis, a audiência ficou com 22 pontos de média. Foi a mesma pontuação de Santos e Cruzeiro, pela Copa do Brasil.
Cada ponto no Ibope equivale a 65.201 domicílios sintonizados em São Paulo, 39.600 no Rio de Janeiro e 16.000 em Belo Horizonte, ambos apenas nas regiões metropolitanas, referências para o mercado publicitário.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/em-belo-horizonte-final-mineira-bate-novela-e-tem-recorde-de-audiencia_27497.html#ixzz3KIK2jLTA

Lojas dos clubes aderem a promoções do 'Black Friday'

Palmeiras, Santos e Grêmio têm semana inteira de liquidação voltada para torcedores



As lojas oficiais dos clubes brasileiros vão aderir ao Black Friday, evento americano que tem se popularizado no Brasil. As duas principais empresas que fazem franquias de times, a Meltex e a SPR, vão fazer ações relacionadas à data, que será celebrada na próxima sexta-feira (28), dia seguinte ao dia de Ação de Graças.
O dia específico, aliás, ficou em segundo plano para as franquias da Meltex. Para as lojas do Palmeiras, do Santos e do Grêmio, a estratégia foi criar uma semana de promoções. No estilo americano, foi dado o nome em inglês para as cores de cada time: Green Week, Blue Week e Black Week.
As promoções estão focadas nos produtos da linha casual. A promessa é que os descontos cheguem a 70%.   
Já a SPR fará as promoções de modo mais tradicional, na sexta-feira. No entanto, não serão todas as unidades que participarão da ação. A empresa enviou o material de ponto de venda para os franqueados que queiram aderir à promoção. Ainda assim, como isso será feito, caso seja feito, dependerá de cada lojista.
No caso da SPR, o volume de lojas é maior. Somente com o Corinthians, são mais de cem franqueados espalhados pelo país. A rede ainda conta com o São Paulo, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Internacional, Vitória e seleção brasileira.

Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/lojas-dos-clubes-aderem-promocoes-do-black-friday_27491.html#ixzz3KHCz1N3h

Redes sociais abrem caminho para ativação de marcas no Mineirão

Sadia, BMG e Minas Arena usaram instrumentos como Facebook e Instagram em campanhas para a final da Copa do Brasil


As redes sociais guiaram as marcas para as ações de ativação na final da Copa Sadia do Brasil. Os patrocinadores do torneio recorreram ao mundo virtual para aproximar o torcedor do evento.
A começar pela Sadia, detentora do nome do torneio, que usou o perfil da marca no Facebook para, perto do pontapé inicial da partida, postar uma foto com um feijão tropeiro, receita típica das Minas Gerais e iguaria servida no estádio do Mineirão. A marca também direcionava o internauta para uma página com a receita do feijão, ativando seus produtos e o patrocínio à competição.
A ação de maior impacto, porém, foi feita pela Visa. A marca de cartões de crédito criou uma campanha pelo Instagram em que o consumidor poderia ter seu rosto estampado na placa de publicidade no jogo final.
O banco BMG, patrocinador dos dois times, fez com que os jogadores entrassem em campo com uma inscrição na camisa que remetia a uma campanha feita pela marca nas redes sociais para pedir paz nos estádios. A ideia era evitar o clima de guerra entre as torcidas. 
Por fim, a Minas Arena, gestora do Mineirão, fez uma ação com o Twitter para incentivar o torcedor a “entrar” no estádio virtualmente. A ideia foi dividir o espaço e reforçar também a festa das torcidas, apagada pela disputa pela venda de ingressos entre os dirigentes dos dois clubes.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/redes-sociais-abrem-caminho-para-ativacao-de-marcas-no-mineirao_27493.html#ixzz3KHDe3PBR

Real Madrid altera escudo por acordo com banco árabe

Para não ofender muçulmanos, clube retira cruz do rei Afonso XIII do escudo em promoção com cartões de crédito

 
Para agradar o público árabe, o Real Madrid mostrou que pode mudar até seus símbolos mais tradicionais. Ao apresentar os cartões de crédito licenciados por um patrocinador dos Emirados Árabes, o clube madrileno exibiu seu escudo sem a cruz que normalmente fica exposta no alto da coroa espanhola.
O Banco Nacional de Abu Dhabi fechou com o Real Madrid em setembro um acordo para os Emirados Árabes, de maioria mulçumana. A cruz na coroa do clube é uma referência ao catolicismo; a monarquia espanhola tem origem nos Reis Católicos.
A coroa, inclusive, não é uma marca do clube, mas da própria monarquia do país. A equipe a usa desde 1920, quando o Rei Afonso XIII passou o título ao clube, que também ganhou o direito de usar o nome “Real”.
Tradições à parte, os dólares do mundo árabe têm falado mais alto no Santiago Bernabéu. O estádio, aliás, também tem dado polêmica graças aos investidores do oriente. O local deverá mudar de nome após os investimentos da IPIC (International Petroleum Investment Company), também dos Emirados Árabes.
Novamente, o problema está na tradição da arena do clube. Santiago Bernabéu foi um dos primeiros grandes jogadores da história do time, no início do século XX. Alguns anos após deixar os gramados, tornou-se presidente do Real Madrid e foi o responsável por erguer o atual estádio.
Pelo menos no caso dos cartões de crédito, a mudança é pontual, apenas para o produto do novo patrocinador.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/real-madrid-altera-escudo-por-acordo-com-banco-arabe_27492.html#ixzz3KHDBPKnT

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Fla amplia portfólio de produtos licenciados

Rubro-negro fecha contrato de licenciamento com a empresa Pro Tork, que produzirá capacete, cooler e copo térmico do clube


O Flamengo fechou contrato de licenciamento de sua marca com a Pro Tork e ampliará seu portfólio de produtos oferecidos à nação rubro-negra. Com o acordo, o clube passa a ter capacete, minicapacete, cooler e copo térmico com a sua marca sendo fabricados pela nova parceira do clube em itens licenciados.
Os produtos já podem ser adquiridos pelos torcedores em lojas de materiais esportivos e de motopeças. Nos tamanhos 56, 58 e 60, o capacete com as cores e símbolo do clube rubro-negro oferece segurança aos mais forte impactos e possui estabilizador aerodinâmico, entradas de ar, forro antialérgico, engate rápido e viseira em policarbonato. Os minicapacetes são voltados a colecionadores.
O cooler leva a o escudo do time e tem capacidade para armazenar 24 latas. Com alça para facilitar o transporte, o produto gela bebidas em 30 minutos e mantém a temperatura por até 24 horas. Já o copo térmico é feito em plástico de alta resistência e tem capacidade de 500 ml. Nas cores do time, o copo tem o escudo do Flamengo de um lado e o nome do clube de outro.

Leia mais no LANCENET!
http://www.lancenet.com.br/flamengo/Flamengo-amplia-portfolio-produtos-licenciados_0_1255674525.html#ixzz3KCLUZT8w
© 1997-2014 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!

Academia LANCE! Uma nova era para o Palmeiras

O Palmeiras precisa reformular rapidamente seu projeto de futebol para que sua equipe esteja no mesmo nível da sua linda arena

A inauguração do Allianz Parque na última semana é sem dúvida o início de uma nova era para o Palmeiras. A arena que demorou mais de quatro anos para ser concluída e foi totalmente bancada pela iniciativa privada pode ajudar o clube a se impulsionar em termos financeiros e esportivos.
A parceria do clube com a construtora WTorre, responsável pela obra e que ficará responsável pela gestão do equipamento pelos próximos 30 anos, passou por um período turbulento, o que seguramente atrasou sua entrega e causou uma série de dúvidas no mercado. Aparentemente tudo se resolveu e enfim o clube voltou a sua casa.
A partida de abertura foi um dia histórico para a torcida palmeirense, que pode exaltar sua paixão, o que ficou claro nas manifestações nas redes sociais. Poder voltar a jogar em seu estádio depois de tantos anos, mexeu com o torcedor, que mesmo com o péssimo desempenho do time na Série A, aproveitou o dia histórico para lotar a arena e confraternizar, em uma linda festa.
E aí veio a dura realidade. O time jogou muito mal e perdeu para o Sport, e no segundo tempo o que era festa, virou revolta. Infelizmente o time em campo não está a altura da bela infraestrutura erguida pela WTorre.
Atualmente o Palmeiras vive um momento de extrema dificuldade financeira, suas receitas estão abaixo dos seus principais rivais e sua dívida ultrapassa R$ 311 milhões. O investimento do futebol em 2013 ficou apenas na décima posição do futebol brasileiro, o que resulta em um time pouco competitivo e sem perspectivas de melhora.
Contudo, o Palmeiras gasta um pouco menos que Atlético-MG e Cruzeiro, mas sua eficiência é infinitamente inferior.
Por outro lado a nova arena pode impulsionar suas receitas. Somente no jogo de abertura os 36 mil torcedores presentes geraram R$ 4,9 milhões em venda de ingressos. O clube ainda terá participação em outras receitas além da bilheteria.
Portanto chegou a hora da gestão do clube aproveitar esse novo cenário e construir em torno do clube uma nova perspectiva financeira e esportiva. Por mais paixão que a nova casa produza no torcedor, um time competitivo será fundamental para que a torcida abrace o clube e consuma cada vez mais.
Por isso, após as eleições em dezembro, o Palmeiras precisa reformular rapidamente seu projeto de futebol para que sua equipe esteja no mesmo nível da sua linda arena.

Leia mais no LANCENET!
http://www.lancenet.com.br/palmeiras/Academia-LANCE-Palmeiras_0_1255674530.html#ixzz3KCkBhAfI
© 1997-2014 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!

Penalty já vendeu mais de 20 mil camisas de Rogério Ceni

Apesar das polêmicas, artigo faz sucesso entre os torcedores


Em meio à polêmica entre São Paulo, Rogério Ceni e Penalty sobre o lançamento de um uniforme para o goleiro usar em seu último jogo pelo clube, surgiu um novo problema. Os torcedores não param de comprar o modelo, mesmo que ele ainda não tenha sido oficialmente apresentado.
Segundo a Máquina do Esporte apurou, a camisa de “despedida” de Ceni, que foi colocada em pré-venda e ofertada a lojistas, já teve 20 mil peças vendidas. O número não é confirmado pela Penalty, que não vai comentar o assunto após a polêmica em torno da camisa.
O sucesso das vendas é mais um ingrediente no complicado enredo que se formou depois que a Penalty convocou uma entrevista coletiva à imprensa para apresentar o uniforme.
O evento, que aconteceria na última terça-feira, foi cancelado depois de clube e jogador iniciarem uma “batalha” contra a marca por causa da divulgação do evento sem ter sido consultados. A repercussão na mídia, de que o evento seria a confirmação de que Ceni se aposenta no fim do ano, gerou revolta no São Paulo e no atleta, que ainda não está totalmente decidido sobre o final da carreira.
Como o uniforme está tendo bastante procura, São Paulo e Rogério também perdem dinheiro com um eventual cancelamento de seu lançamento. A estimativa é de que a camisa possa gerar R$ 4 milhões em vendas.
Atualmente, as três partes têm discutido o que podem fazer para superar a crise e manter o planejamento inicial. Uma alternativa estudada no momento é fazer com que a camisa seja usada apenas no último jogo de Rogério, mesmo se ele não vier a acontecer neste ano.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/penalty-ja-vendeu-mais-de-20-mil-camisas-de-rogerio-ceni_27485.html#ixzz3KANBgrv8

Na Copa do Brasil, torcedor sofre em meio ao amadorismo

Leia a opinião de Duda Lopes sobre a final da Copa do Brasil

Entre muitos episódios lamentáveis no futebol brasileiro, a briga entre Cruzeiro e Atlético Mineiro pelos ingressos da final da Copa do Brasil merece destaque. As diretorias dos dois clubes, que há dois anos são os mais fortes do Brasil, dão um show de mesquinharia e amadorismo. Como sempre, a parte mais prejudicada é o torcedor.
A questão é simples, é conceitual: o futebol não faz sentido sem o torcedor, sem a festa, sem a rivalidade. Sem o torcedor, a máquina do esporte não gira, emperra. Não tem televisão, patrocinador, bilheteria. E, ainda assim, o futebol brasileiro insiste em excluí-lo do espetáculo de todas as maneiras possíveis. O torcedor é um consumidor absurdamente mal tratado no Brasil.
Quando os dois clubes mais fortes do Brasil pregam essa aberração no provável jogo mais importante da história do clássico mineiro, fica claro que, mesmo com estádio moderno e faturamento alto, o futebol brasileiro anda em círculos.
No meio dessa briga, o torcedor cruzeirense foi impedido de ver o time em uma final nacional. E o torcedor atleticano só verá se topar um preço absolutamente abusivo. Tudo pela incapacidade de velhos cartolas enxergarem o produto como um todo.
Tudo isso em uma das poucas cidades em que poderia haver um estádio dividido, que unisse os tempos mais românticos do nosso futebol em uma estrutura de primeiro mundo, “padrão Fifa”. Seria um evento inesquecível para cada um dos presentes. Fica pra próxima.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/na-copa-do-brasil-torcedor-sofre-em-meio-ao-amadorismo_27488.html#ixzz3KB0SJAkp

Nova fornecedora promete apostar alto para tirar Nike do Barcelona

Under Armour, que se aproxima do São Paulo no Brasil, promete chegar forte para assumir o Barça, cujo contrato com a Nike termina em 2018



Uma nova fornecedora de material esportivo promete movimentar o mercado nos próximos anos. Após se aproximar do São Paulo, a Under Armour promete investir pesado para assumir uma das maiores potências mundiais. Segundo o jornal 'Mundo Deportivo, da Espanha, a empresa, fundada em 1996 nos Estados Unidos, pretende brigar com a Nike e Adidas pelo patrocínio do Barcelona.

De acordo com um relatório publicado pelo jornal Expansión, de Madri, Under Armour fechou 2013 com um lucro líquido de 120 milhões de euros (R$ 376 milhões), um aumento de 26% em relação ao ano anterior, e espera fechar 2014 com ainda mais receitas.

A Nike possui contrato até 2018 com o Barcelona e não deve ceder facilmente às investidas de suas concorrentes. O vínculo é de 43 milhões de euros (R$ 134,8 milhões) anuais, o que dará até o fim do contrato 172 milhões de euros (R$ 539 milhões). Além da própria visibilidade do clube catalão em todo o mundo, os culés têm em seu elenco Lionel Messi, maior joia da rival Adidas.

Leia mais no LANCENET!
http://www.lancenet.com.br/sao-paulo/fornecedora-promete-Nike-patrocinar-Barcelona_0_1255674501.html#ixzz3KCL5hql0
© 1997-2014 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!

Mineiros expõem diferenças em decisão pela Copa do Brasil

Diretorias de Cruzeiro e Atlético mantêm distância em ideia de gestão



Cruzeiro e Atlético Mineiro decidem nesta quarta-feira o título da Copa Sadia do Brasil. Em campo, os times vivem um momento histórico. O Cruzeiro conseguiu um inédito bicampeonato brasileiro no último domingo e o Atlético vem da conquista da Libertadores em 2013. Fora de campo, no entanto, a briga pelos ingressos de visitantes expõe as diferenças entre os clubes.
A falta de acordo pelas entradas escancarou mais uma vez o espírito folclórico do presidente atleticano Alexandre Kalil, contra uma maior discrição do mandatário rival, Gilvan Tavares.
Após o título, Tavares fez questão de enaltecer o planejamento do time, formado a partir de 2012. Neste ano, Kalil sustentou mais um episódio quase cômico, quando anunciou a contratação do francês Nicolas Anelka. O jogador nunca chegou a pisar na Cidade do Galo.
Uma das maiores diferenças entre os dois clubes atualmente está na preocupação com a imagem. O Cruzeiro é um dos times brasileiros que dá bastante atenção ao seu departamento de marketing, comandado há quatro anos pelo executivo Marcone Barbosa.
Um dos frutos dessa preocupação está nos programas de sócio-torcedor dos dois times. Hoje, o Cruzeiro tem o dobro de associação em relação ao rival, mesmo com torcidas divididas no mercado mineiro.
Marketing, por sinal, já foi alvo de uma declaração polêmica de Kalil. Em 2011, o dirigente afirmou que “marketing era coisa vigarista”. No ano anterior, o presidente desativou todo o departamento do Atlético, com a alegação de que havia prejuízo de R$ 4 milhões por ano com a área.
Outra decisão que afastou os clubes foi o uso de novas arenas. O Cruzeiro acertou com a Minas Arena, o Mineirão, com direito de arrecadação de maior parte da bilheteria do estádio com mais de 55 mil cadeiras.
Já o Atlético-MG fechou com a Luarenas, que administra a Arena Independência, para dividir os ganhos de todas as propriedades comerciais do estádio de cerca de 20 mil pessoas. Ainda assim, Kalil já fala em planos de construção de um estádio próprio, em projeto que deve ser gerido pela próxima direção do clube.
Mesmo com todas as diferenças, os ganhos dos clubes rivais têm semelhanças. A receita com o futebol é praticamente a mesma, desconsiderando venda de jogadores. Os times têm contratos de televisão semelhantes e compartilhavam o mesmo acordo com o BMG, patrocínio máster que deixará as equipes em 2015.
Para um novo patrocínio, é possível que as equipes tenham que deixar as diferenças de lado e negociar em conjunto. No Rio Grande do Sul, Internacional e Grêmio usam essa estratégia com sucesso. Basta saber se em Minas isso será possível. Com a briga gerada na final da Copa do Brasil, é difícil de acreditar nisso. 
 
Atlético-MG
Cruzeiro
Receita com Futebol*
R$ 147 milhões
R$ 150,1 milhões
Patrocínio
R$ 25,3 milhões
R$ 22,5 milhões
TV
R$ 71,2 milhões
R$ 60 milhões
Sócio Torcedor 
33,2 mil
66,7 mil

Virtualmente, Minas Arena divide estádio na final da Copa do Brasil

Na internet, torcida visitante será bem vinda no duelo entre Cruzeiro e Atlético



Enquanto Atlético Mineiro e Cruzeiro brigam nos bastidores pelas entradas de visitantes na final da Copa Sadia do Brasil, a Minas Arena, concessionária que administra o Mineirão, lançou uma campanha no Twitter para dividir os torcedores dos dois times dentro do estádio.
Chamada de “Torcida de Gigantes”, a ação foi criada em conjunto com o Twitter. Para participar, o torcedor precisa apenas colocar uma mensagem na rede social com a hashtag #CruzeironoMineirao ou #GalonoMineirao.   
Em um hotsite criado pelo Minas Arena, há um Mineirão virtual com a porcentagem de tuítes de cada time. O estádio funciona como um gráfico, com torcedores em preto ou em azul. Até o fim da última terça-feira (25), os atleticanos eram maioria na arena, com 66%; o time joga com vantagem de dois gols de diferença, graças ao primeiro jogo no Independência.
A ação parece até uma provocação à situação vivida pelos dois clubes atualmente. Na primeira partida da final, o Atlético Mineiro abriu a carga para o Cruzeiro um dia antes da partida; o rival as recusou e o jogo teve partida única.
Agora, o Cruzeiro luta judicialmente para manter a carga do Atlético no Mineirão, de menos de dois mil ingressos, a proibitivos mil reais. O Ministério Público de Minas chegou a intervir para que a entrada baixasse a R$ 500. Ainda que seja liberada, a torcida visitante ficaria longe dos 10% do estádio, algo que se tornou norma no Brasil quando as arenas pararam de ser divididas igualmente.

Original:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/virtualmente-minas-arena-divide-estadio-na-final-da-copa-do-brasil_27487.html#ixzz3KB0BW0tF

Ao fim de contrato com BMG, Cruzeiro negocia com a Caixa Econômica

Robson Pires, diretor comercial da Raposa, revela que pode ocorrer o acordo entre o clube e a instituição federal



O Banco BMG não será mais o patrocinador máster do Cruzeiro. A instituição financeira enviou um comunicado à diretoria do atual campeão brasileiro e informou que não pretende renovar o compromisso. Em contrapartida, a Caixa Econômica Federal e outras empresas negociam com o clube celeste.
As tratativas são conduzidas por Robson Pires, diretor comercial da Raposa. Ele revela que os valores oferecidos pela empresa ligada ao governo federal são superiores aos do vínculo que tem com o BMG, que se encerra em dezembro.
Outras três empresas ainda negociam com o Cruzeiro. A cúpula estrelada, contudo, não revela quais são as interessadas em estampar as suas marcas no uniforme azul.
A parceria entre Cruzeiro e BMG se iniciou em 2010, quando Zezé Perrella ainda era presidente do clube. O fim da sociedade ocorre cinco anos depois. Neste período, a agremiação foi bicampeã brasileira e ainda pode vencer a Copa do Brasil.

Leia mais no LANCENET!
http://www.lancenet.com.br/cruzeiro/contrato-BMG-Cruzeiro-Caixa-Economica_0_1255074527.html#ixzz3K65dNTu1
© 1997-2014 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

BRASIL 1984, A PRIMEIRA PRATA !!!


Por: Edson Santos
O termo geração de prata é muito utilizada para denominar a Seleção Brasileira de Vôlei, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles.
Mas vamos lembrar aqueles Jogos sim, mas na modalidade Futebol, que encontrou um lugar no pódio Olímpico pela primeira vez depois de 7 participações anteriores ( 1952 Helsinque, 1956 Melbourne, 1960 Roma, 1964 Tóquio, 1968 Cidade do México, 1972 Munique, 1976 Toronto, em 1980 o Brasil não se classificou no Torneio Pré Olímpico Sul Americano realizado na Colômbia).
Visando a preparação para o Torneio Pré Olímpico foram realizados jogos contra o Paraguay e Romênia . Nestes jogos e no próprio Torneio, o técnico  foi o Capitão do Exército Kléber Caldas Camerino, integrante da comissão técnica (como auxiliar de preparação física) da extinta CBD NAS Copas de 1970 e 1978 já como Secretário.
O Torneio Pré Olímpico
Realizado no Equador o Brasil fez bela figura retornando com o Título de Campeão.
Time Base : Paulo Vitor (Fluminense), Edson Boaro (Corinthians), Davi (Santos), Leiz (Portuguesa) e Adalberto (Flamengo), Vitor (Flamengo), Dunga (Internacional) e Moreno (América-RJ); Gersinho (Santos), Mirandinha (Náutico) e Mário Marques (Vasco da Gama).
O elenco contava ainda com o Goleiro Sidmar (Guarani), Jorginho(Flamengo), Ricardo Gomes (Fluminense), Renê Weber (Fluminense), Geraldo Pereira (Botafogo), Marcus Vinícius (Atlético –MG)  e Márcio Fernandes (Santos).
A Campanha
Em um Grupo com Equador e Colômbia(sediado em Guaiaquil), a Seleção Brasileira teve a seguinte campanha : Brasil 2 x 1 Colômbia ( em 12/02), Brasil 0 x 0 Equador (em 15/02), já no quadrangular final venceu o Paraguay por 2 a 0( em 17/02), Equador por 2 a 0 (em 19/02) e finalmente o Chile por 3 a 2 (em 21/02)


Em pé : Paulo Vitor, Edson Boaro, Dunga, Davi, Jorginho e Leiz; Agachados: Gersinho,Renê Weber,   Mirandinha, Mario Marques e Marcio Fernandes .

Los Angeles é logo ali...
Campeão do Torneio Pré Olímpico do Equador, o Brasil seguiu para o os Jogos Olímpicos em Los Angeles , com uma equipe de profissionais, pois o COI e a FIFA  permitiram a partir de então, a formação de equipes com jogadores não amadores, mas que não tivessem disputado Copas do Mundo. Infelizmente para nós brasileiros, os clubes se recusaram a ceder os seus atletas  e o Brasil foi representado (ainda que brilhantemente) pelo time do S.C.Internacional de Porto Alegre, reforçado com cinco jogadores , respectivamente de Ponte Preta, Santos,Flamengo, Botafogo de Ribeirão Preto e Corínthians .
O treinador foi Jair Picerni, auxiliado por Ernesto Luis Lance ambos oriundo do E.C.Santo André – SP.
E  o Time Base era: Gilmar Rinaldi, Ronaldo Moraes (Corinthians), Pinga, Mauro Galvão e André Luis;Ademir Kaefer, Dunga e Gilmar Popoca (Flamengo); Tonho, Kita e Silvinho.
O elenco contava ainda com o Goleiro Luis Henrique (Botafogo –SP),Luis Carlos Winck, Davi (Santos),Milton Cruz, Chicão (Ponte Preta) e Paulo Santos.


Em pé : Davi, Dunga,Pinga, Chicão, Gilmar Rinaldi, Ronaldo Moraes, André Luis, Kita e Luis Henrique; Sentados: Luis Carlos Winck, Tonho, Paulo Santos, Ademir  Kaefer, Gilmar Popoca, Mauro Galvão, Silvinho e Milton Cruz.

A Campanha
Em um Grupo com Arábia Saudita, Alemanha Ocidental (como se dizia na época) e Marrocos (sediado em Pasadena), a Seleção Brasileira teve a seguinte campanha :
(30/07) Brasil 3 a 1 nos Árabes (treinados por Zagallo),(01/08)  1 a 0 no Alemães (que contavam com os futuros Campeões Mundiais em 1990, Guido Buchwald e Andreas Brehme) e (03/08) 2 a 0 nos Marroquinos.
Nas Quartas de Final um empate de 1 a 1 com o Canadá (decidido nos pênaltis 4 a 3 Brasil), jogo realizado em Palo Alto em 06/08.
Na Semi Final , com gols de Gilmar Popoca e Ronaldo Moraes, o Brasil venceu a Itália (de Franco Baresi, Daniele Massaro e Pietro Fanna que no ano seguinte levaria o Verona ao inédito título italiano) por 2 a 1 em Palo Alto (08/08)
 

Em pé : Pinga, Gilmar Rinaldi, Mauro Galvão, Ademir Kaefer, Ronaldo Moraes e André Luis; Agachados: Tonho, Dunga, Kita, Gilmar Popoca e Silvinho.
E por fim na Decisão da Medalha de Ouro e o do lugar mais alto do Pódio a Seleção Brasileira foi derrotada por 2 a 0 com gols de François Brisson e Daniel Xuereb.
O Brasil perdeu apenas a final , assim alcançamos pela primeira vez o pódio Olímpico e a medalha de prata , no Rose Bowl em Pasadena na Califórnia. O mesmo Palco do Tetra Campeonato Mundial  10 anos depois, mais isso é uma outra história...

Fontes: Livro o Futebol Brasileiro nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, de Aristides Almeida Rocha
Revista Placar / Editora Abril

Vice-presidente do Fla-Gávea fala sobre evolução na gestão do Flamengo

Em entrevista à rádio do Rio de Janeiro, Rafael Strauch falou sobre mudanças na governança corporativa rubro-negra


O vice-presidente do Fla-Gávea, Rafael Strauch, falou na última terça-feira (18.11.14), em uma rádio carioca, sobre o momento de reconstrução que o clube vive. O dirigente comentou diversos assuntos e destacou a evolução da gestão, que tem o objetivo de tornar a instituição mais sólida dentro e fora de campo. Você pode participar deste processo.
Confira as declarações mais importantes da entrevista:

O começo

Trouxemos uma consultoria para nos dizer quanto o Flamengo devia. E o que descobrimos? Que o Flamengo, em janeiro de 2013, devia R$750 milhões. Uma série de dívidas abertas, inclusive da própria Timemania, com risco de exclusão. Negociamos para pagar tudo na medida do possível e fomos atrás de captar novas receitas: programa sócio-torcedor, jogos para fora do Rio, preço do ingresso... Enfim, criamos medidas para pagar os R$10 milhões que precisávamos pagar todo mês. O balanço do terceiro trimestre está no site, igual às empresas listadas em Bolsa. Temos uma área de transparência no site, é só abrir ali e ver. E é um balanço que o auditor abre e diz: não tem ressalva. Temos orgulho desses avanços institucionais.

Resultados no campo com responsabilidade na gestão
Ganhamos um título nacional em 2013, mais um para nossa história e do qual nos orgulhamos muito. Foi difícil, mas conseguimos. E não vamos fugir da austeridade e da responsabilidade fiscal, porque nos esforçamos arduamente pra implementar esta filosofia, e fomos eleitos pra isso.

Clube mais transparente do Brasil
Ganhamos da Pluri Consultoria um prêmio pela transparência e qualidade das informações prestadas. O Flamengo tem se esforçado muito para ser transparente. Achamos essencial que entendam o que estamos fazendo. O esforço que temos feito nessa área: gestão, melhora na qualidade de informações e temos aprimorado
a publicação dessas informações.

Fla-Gávea
Uma série de avanços aconteceu, principalmente através de parcerias. Dividimos o Flamengo em três setores de negócios: futebol, esportes olímpicos e Fla-Gávea. Os esportes olímpicos se tornaram sustentáveis, devido aos impostos que pagamos e nos permitem nos inserir em leis de incentivo, mas o Fla-Gávea ainda é deficitário. As melhorias que conseguimos são por parcerias, especialmente dos esportes olímpicos. Logo, são por atletas e para atletas, mas é lógico que os sócios usufruem.

Nova piscina e reformas nos ginásios
Estamos indo às compras e vamos trazer a piscina mais moderna do mundo, a Myrtha, para a Gávea e acabamos de reformar os três ginásios da Sede Social. O ginásio Togo Renan Soares a gente acabou o vestiário, o Hélio Mauricio fizemos uma série de melhorias e vai ser inaugurado pelo vice-presidente da área, Alexandre Póvoa, que vai inclusive premiar os atletas de basquete no mês de dezembro.

E o ginásio Claudio Coutinho, que quando chegamos estava danificado por um incêndio, tivemos que reformar, trocar o teto e estamos esperando equipamentos, que só virão porque pudemos nos inscrever em leis de incentivo. Foi reinaugurado, mas ainda vai ser muito melhor.

Já enviamos para a análise do conselho deliberativo uma proposta de academia de ginástica de mais de mil metros quadrados. Está sob análise do Code e será um investimento fantástico. Teremos os equipamentos mais modernos de musculação para os sócios, por um valor irrisório. Um espaço só para sócios e atletas. A gente espera que os sócios que estejam lá, entendam e apoiem.

Parcerias e reconstrução da sede social

Temos uma série de acordos em andamento. Tivemos uma reforma graças à Adidas, que reformou parte do prédio para ser o receptivo na copa do mundo, uma parceria com o Comitê Olímpico Norte-americano, a parceria com a Holanda, e os ingleses (do Comitê Olímpico Britânico) estão reformando toda a academia do remo, que terá uma vista fantástica. Tem uma parceria excelente que o departamento de marketing viabilizou, que foi o Fla Experience.

Gostaria inclusive de agradecer à Futebol-Tour pelo projeto. Saí muito emocionado no dia da inauguração quando vi uma das taças que estão expostas. Quando chegamos aqui, ela ficava no chão. Agora está em um local próprio, adequado, e em destaque.

Preço dos ingressos e time competitivo
Estamos falando de outros dois departamentos que não estão sob meu comando: no caso do Alexandre Wrobel, que fala de futebol, e do Bap, vice-presidente de Marketing, no caso de ingressos. O Flamengo pratica o sétimo preço de bilhetes para jogos. O Cruzeiro está praticando mil reais, mas só falam do ingresso do Flamengo. O nosso preço é inferior ao do Botafogo, por exemplo. Goiás e Atlético-PR têm ingressos muito mais caros que os nossos. Além disso, o ingresso mais barato nos nossos jogos é o gratuito, tem essa questão da gratuidade que somos obrigados a respeitar. É ruim para todos os clubes do Rio de Janeiro. O governo define uma lei, cria uma gratuidade e não nos reembolsa por isso. O estádio para a gente faturar é menor do que é.

À medida em que o tempo for passando e as dívidas forem diminuindo, vamos ter mais recursos para investir no carro-chefe do clube, que é o futebol, principal gerador de recursos. E então poderemos trazer mais jogadores. Outras contratações já vieram este ano, como a do Canteros, a do Eduardo, e a gente ainda está na torcida para que o Wrobel possa anunciar novos nomes para temporada de 2015. Estamos trabalhando para isso, e na expectativa.

Plano diretor para a sede social: arena e estádio
O Flamengo fez uma pesquisa muito grande com os sócios, no ano passado, sobre o plano diretor envolvendo todo o espaço da Gávea, para entendermos o que o sócio quer para aquele espaço. A gente trouxe um grande escritório de arquitetura, que fez a reforma do Pinheiros Clube, e vamos apresentar no final desse ano um plano diretor, que contemple também o estádio da Gávea, ainda que seja um estádio pequeno. Essa pasta não responde só a mim. O Wallim (Vasconcellos, vice-presidente de Patrimônio) também está nessa empreitada. E além desse estádio, teremos também a Arena Mc Donald's para abrigar nosso basquete, que ficou sem ter onde jogar aqui no Rio de Janeiro. Estivemos no Iphan, na segunda-feira, eu, Rodrigo Tostes (vice presidente de Finanças), o presidente (Eduardo Bandeira de Mello) e o Wallim. Explicamos que está dentro do gabarito da Lagoa, com vinte metros de altura e respeita toda região e o espelho de água da Lagoa (Rodrigo de Freitas).

Estivemos com o arquiteto e estamos muito otimistas com a possibilidade de apoio do que governo. Precisamos desta Arena, que não tem similar na Zona Sul do Rio. Nosso basquete é campeão do mundo e não tem esse espaço. Vai ser uma Arena pequena, mas que poderá abrigar jogos de menor público.

Fonte: Site Oficial do Clube