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domingo, 21 de dezembro de 2014

Volta ao Ato cria otimismo para acertos com patrocínio e fornecedor

Botafogo estuda três possibilidades para material esportivo e espera renovação com a Viton 44 após liberação de suas receitas pela Justiça




Com a volta ao Ato Trabalhista, o Botafogo aos poucos vem organizando sua vida financeira. Uma das frentes de negociação é em relação ao contrato com o fornecedor de material esportivo. É grande a possibilidade de renovação com a Puma, cujo contrato se encerra no dia 31. O novo compromisso teria duração de um ano. No entanto, o Alvinegro tem em mãos uma oferta da Penalty para uma parceria de três anos de duração.
Em relação ao patrocínio, o Botafogo passou a ficar mais otimista em relação à renovação com a Viton 44. Isso porque uma das queixas da empresa era a necessidade de depositar em juízo os valores do contrato, já que todas as receitas do clube estavam bloqueadas. Agora com a volta ao Ato Trabalhista, o Alvinegro poderá passar a receber diretamente, o que facilita o trâmite. O clube também conversa com o banco BMG para uma possível parceria.
O vínculo com a Puma, iniciado em 2012, rendeu ao Botafogo cerca de R$ 15 milhões em três temporadas. Dessa forma, o clube analisa as vantagens e desvantagens de renovar por um período mais curto ou firmar com uma nova fornecedora por mais tempo.
No entanto, paralelamente o Botafogo enfrenta um processo da Justiça imposto pelo Grupo Dass, dono da marca Fila, com o qual o clube rompeu unilateralmente o contrato em 2011. Como mostrou o blog Dinheiro em Jogo, o Alvinegro pode ter de pagar R$ 10 milhões de multa por conta da ação.
Assim, é possível que Botafogo e Grupo Dass entrem e acordo, e o clube volte utilizar os uniformes da empresa como forma de amortizar a dívida. A Kappa, que pertence ao grupo, e própria Fila seriam as possibilidades.

Fonte: Globoesporte.com

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