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terça-feira, 24 de março de 2015

A institucionalização da Diplomacia da Bola. O futebol como uma ferramenta de aproximação do Brasil com os países integrantes do Mercosul.

Por: Viviane Tinoco 


O dia 6 de Abril de 2014 foi declarado pela Assembleia Geral da ONU e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) como o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e Paz.  

A prática desportiva é vista como um instrumento importante para o desenvolvimento: aumenta a autoconfiança, promove a tolerância e desempenha um papel importante no esforço global para o alcance dos ODM - Objetivos do Desenvolvimento do Milênio - que são erradicar a extrema pobreza e a fome, atingir o ensino básico universal, promover a igualdade entre os sexos, a autonomia das mulheres, entre outros. (ONU, 2000). 

Uma breve análise da política externa do ex-presidente Lula demonstra a utilização do esporte, principalmente do futebol da seleção brasileira e de alguns jogadores brasileiros, como instrumento de política externa para uma maior projeção internacional do Brasil e integração com os países da América do Sul. Isso leva a formulação da hipótese de que o Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores - órgão do Poder Executivo responsável pela política externa e pelas relações internacionais do Brasil) teria institucionalizado, ou seja, inserido formalmente na sua agenda uma diplomacia cultural-esportiva.  

Não poderia deixar de mencionar que esse cálculo racional feito no governo Lula pode ser, - eu defendo que é -, um desdobramento da tentativa de tornar o esporte mais substancial no governo Fernando Henrique Cardoso. Nessa administração foram sediadas a XII Assembleia Geral da Associação dos Comitês Olímpicos Internacionais e a reunião do Comitê Olímpico Internacional. Internamente foram criados o Plano Nacional de Desenvolvimento do Esporte, o Esporte Solidário e o Ministério do Esporte e Turismo. (LIMA, 2013) 

É extremamente relevante, o comportamento de uma organização internacional, a FIFA, e curioso o fato dessa diplomacia ter sido institucionalizada (inserida na chancelaria do Itamaraty) logo depois que o Brasil foi escolhido como sede da Copa 2014. Alguns autores argumentam, inclusive, que discurso inicial da FIFA de que a Copa de 2014, impreterivelmente, iria ocorrer na América do Sul, pode ter condicionado o país que almeja liderança nessa região, o Brasil, a se voluntariar para sediar o Megaevento.  

O governo do presidente Lula, administração que oficializou a Diplomacia da Bola e calculou seus benefícios e ações, apresenta uma política externa que se assemelha a política doméstica em relação a alguns assuntos. Ao mesmo tempo em que internamente discursava sobre o programa Fome Zero, nos fóruns internacionais, discursava sobre a impossibilidade de existir ainda fome em diversas regiões do mundo. A retórica do ex-presidente Lula é a da cooperação e integração como solução para os problemas mundiais. Percebe-se, então, a importância que atribui aos órgãos de integração, como o Mercosul.   

Diante desses movimentos iniciados por duas figuras brasileiras políticas, FHC e Lula, e tendo o Brasil uma tradição pacifista, o Itamaraty atribuiu ênfase a essa diplomacia cultural-esportiva como instrumento de política externa. E em um cenário mundial de permanências de conflitos internos, fluxos de informações, pessoas e discussões sobre eficácia e limite dos Estados (um Estado, leia-se país, pode ou não intervir em outro Estado?), esse instrumento, em longo prazo, pode acarretar em resultados mensuráveis positivos sem a manifestação militar.  

Em relação ao futebol, especificamente, é o esporte mais praticado no mundo e pode ser trabalhado como ferramenta de soft power.  Joseph Nye(2002), um cientista político norte-americano, afirma que soft power é a habilidade de influenciar os outros a fazer o que você deseja pela atração em vez de coerção.   

A primeira manifestação da Diplomacia da Bola foi o envio da seleção brasileira de futebol ao Haiti no ano de 2004. Cabe mencionar que esse primeiro passo foi dado depois que a FIFA, em 2003, afirmou que a Copa 2014 aconteceria na América do Sul.   

[…] foi primeiro o empreendimento da política externa brasileira, em parceria com a Federação Internacional de Futebol (FIFA), que teve o objetivo de criar uma imagem positiva do Brasil junto à população local por meio de uma Diplomacia da Bola, e, por conseguinte, do papel do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti - MINUSTAH. (Senhoras, 2014) 

A diplomacia cultural-esportiva, a princípio, instrumento de soft power, pode ser, em longo prazo, agente causador do desenvolvimento e aproximação entre diferentes Estados. Para Ministra Vera Cintia Alvarez, coordenadora do CGCE, essa diplomacia pode ser um dos motivos que ocasionaram na escolha do Brasil como sede de dois Megaeventos sucessivos, a Copa e Olimpíadas (Paraolimpíadas). Anterior a eleição do Brasil como sede para a Copa 2014 e do Rio de Janeiro para sede das Olimpíadas e Para Olimpíadas de 2016, foram enviadas delegações para as regiões onde a Diplomacia da Bola está presente, o que pode ter influenciado nas votações. 

No âmbito da área de Relações Internacionais, o tema suscitado nesse estudo é de indubitável relevância para a promoção da paz e desenvolvimento pautado na promoção de ferramentas de soft power e smart power. O Smart Power é uma mescla entre o conceito de soft power e o de hard Power que significa obter poder através de meios militares   

O Smart tpower pode ocultar os objetivos da área militar e de segurança - e potencializar seus resultados - através de práticas do soft power. Um exemplo desse conceito é a diplomacia cultural, que conceitualmente tem objetivos políticos ou econômicos e preza pelo desenvolvimento global. Aqui encontra-se a diferença entre diplomacia cultural e relação cultural, a primeira objetiva a consecução de interesses nacionais.  

A renewed liberal internationalist strategy recognizes that military power and humanitarian endeavors can be mutually reinforcing. Rather than renouncing preemption as out-of-control militarism, progressives should turn the concept around: smart preemption would emphasize that traditional liberal priorities such as counter proliferation and economic development have the potential to eliminate threats long before military action becomes an issue. (NOSSEL, 2014). 

A autora Danielle Jacon Ayres Pinto (2011), pesquisadora de política internacional, no artigo Smart Power: Os Pilares deste Poder na Política Externa Brasileira, afirma que o Brasil tem que trabalhar seus valores culturais nas instituições em que deseja participar e liderar com o complexo propósito de solidificar e atingir seus interesses. O futebol no Brasil é um valor cultural. Faz parte da cultura. 

Nesse sentido, o cálculo racional estratégico de desfrutar do esporte, especialmente, do futebol - e de criar um departamento dentro do Itamaraty para projetar a Diplomacia da Bola - para se reaproximar dos Estados da América do Sul, apresenta desdobramentos, até agora positivos ao Brasil. Tanto é que na  I Reunião de Ministros e Altas Autoridades do Esporte do Mercosul, em Janeiro de 2014, foi assinado o documento que estabelece as diretrizes de funcionamento do Mercosul Esporte, o qual foi levado ao Conselho de Ministros do bloco com a expectativa de ser aprovado. 

O modelo teórico que nos auxilia a entender essa diplomacia e a pluralidade de atores internos e externos é o modelo da Política Burocrática que possibilita a percepção de que os atores internos, através de negociação e barganha, também influenciam na definição do comportamento externo. Essa teoria está inserida na Análise de Política Externa, subárea das Relações Internacionais.   

Allison e Halperin (1972), no artigo, Bureaucratic Politics: A Paradigm and Some Policy Implications, evidenciam que o Estado não é o único ator relevante e que os grupos domésticos, que não necessariamente agem estrategicamente, - muitos seguem o que consideram como interesse nacional ou a concepção do grupo do que seria o interesse nacional – influenciam na política externa. A partir desse artigo e das críticas as análises tradicionais compreender-se a expressão “abrir a caixa-preta do Estado”. Com esses movimentos, enxerga-se os múltiplos atores com seus múltiplos interesses e a estrutura burocrática de um Estado é, finalmente, vista. 

Em outras palavras, a leitora e o leitor até agora viram uma multiplicidade de atores (o Itamaraty, o Estado Brasileiro, o ex–presidente LULA, o ex-presidente FHC, FIFA, CONMEBOL, e o COI) e devem levar em conta o interesse dos patrocinadores em vincularem suas marcas ao futebol brasileiro - a seleção brasileira - ainda mais se for em algum evento que objetive a Paz.  

Joseph  Nye afirma que o Brasil tem soft power em potencial para ser explorado por sua política externa, devido à atração despertada por sua vibrante cultura e promessa no futuro. (Nye, 2002)                                                      

No Brasil, a Diplomacia da Bola engendrada no governo Luiz Inácio Lula da Silva, sob a coordenação do Ministro Celso Amorim representou a concepção maior da ideologia presente na diplomacia esportiva do país, haja vista que o futebol brasileiro representa, tanto, a construção da identidade (inter) nacional do Brasil, quanto, a naturalização versátil, forte e astuta de um país emergente no mundo. (Senhoras, 2014)                        

Hobsbawm, um historiador britânico, afirma que o esporte foi uma ferramenta política do século XIX para fortalecer a identidade nacional. O futebol no final desse século, ao contrário dos demais esportes, não era mais elitista. (HOBSBAWM, 1997). O Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira, nessa mesma época, percebeu que o esporte poderia fortalecer o sentimento nacional, projetar imagem positiva do país e amenizar diferenças étnicas. Agora, no século XXI, a diplomacia brasileira, assim como a norte coreana, chinesa e a de alguns países europeus, utiliza o futebol e outros esportes coletivos como instrumento de aproximação com outros países. 

No governo Lula, o Ministério do Esporte passa a ser uma pasta independente e objetiva o desenvolvimento de uma política nacional do esporte. Após o evento Pan-Americano o mercado brasileiro e o Itamaraty, finalmente, perceberam a rentabilidade e traço comercial que tem os esportes, principalmente o futebol; o potencial de aumentar o nível de emprego, investimentos e a confiabilidade que é conferida pelos outros Estados. No caso do futebol, o fator fundamental é o apelo carismático trabalhado pelo sport business.  

De igual modo, uniformes brasileiros circulam com tanta desenvoltura e trânsito, por exemplo, em Kosovo e no Sul do Líbano, que no dizer de um Oficial do Ministério da Defesa, nesses pontos de conflagração, as camisas amarelas da Seleção parecem equivaler as bandeiras brancas da paz. Por isso, a praxe, pragmática, de as Forças Armadas brasileiras em missões de paz das Nações Unidas, em Timor Leste e no Haiti, por exemplo, procurarem recolher simpatia e receptividade das populações locais […], mediante a distribuição dos símbolos esportivos nacionais. (Vasconcelos, 2011) 

O governo brasileiro envia equipamentos, desde 2004, para a realização do futebol na América Central e Sul, África, Ásia e Oriente Médio, inclusive encaminha técnicos, jogadores, a seleção masculina e feminina.  

Com a Universidade de Brasília, por exemplo, realizou-se Curso de Aperfeiçoamento de Técnicos de Futebol da CPLP, entre março e maio de 2008. Cerca de quarenta treinadores dos oitos países membros participaram do curso. A CGCE também estabeleceu parceria com os Sindicatos de Treinadores de Futebol Profissional dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Dessas parcerias resultaram missões de profissionais brasileiros que organizaram cursos de capacitação em países como Haiti, Quênia e Uganda, bem como na realização de cursos para treinadores e árbitros africanos. Cerca de sessenta treinadores e árbitros de mais de dez países da África foram capacitados em três cursos realizados em 2010. Em parceria com o Santos Futebol Clube, a CGCE propiciou treinamento da Seleção Palestina Feminina de Futebol, na categoria Sub-20, no Brasil. (Rollemberg, 2010) 

A Bossa Nova já foi utilizada pelo Itamaraty como instrumento para criar laços bilaterais. O cinema e televisão, também, na década de 70, quando filmes nacionais e programas sobre o Brasil foram exibidos em cinemas e canais da América do Sul. Literatura e artes plásticas também foram manuseadas pelo Ministério das Relações Exteriores. (Telles, 2011) 

Cinema, música e televisão foram mais trabalhadas que a literatura e artes plásticas por que tem maior retorno comercial e o setor privado, prontamente, percebe isso. O futebol que para Gilberto Gil, ministro da cultura por cinco anos na era Lula, é espetáculo, competição, ritual, metáfora, celebração, síntese, catarse, tem rentabilidade maior. Ainda mais o futebol brasileiro que é internacionalmente conhecido como “futebol arte”. (Gil, Gilberto. Leitão, Sá) 

O esporte pode e é utilizado pelos Estados Nacionais como um elemento de soft power. Entretanto, quando firmado como base de uma diplomacia cultural é um smart power. O Brasil, por exemplo, segundo Nye possui dois elementos essenciais de soft power no plano internacional – a cultura popular do carnaval e do futebol. (Suppo apud Nye, 2012) 

O “Jogo pela Paz” que ocorreu em 2004 no Haiti foi a primeira etapa. O presidente Lula enxergou em meio a um cenário instável do país onde tropas brasileiras compunham missões de paz, a possibilidade de acontecer a primeira tentativa de projeção continental baseada no futebol e nos jogadores. A segunda etapa foi a própria criação do CGCE. Não é infundado, portanto, dado a magnitude e importância social do esporte, a criação de um dia pela ONU para celebrar o esporte.  

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