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terça-feira, 14 de abril de 2015

Em má fase, nem a Hello Kitty agradou o torcedor do AC Milan


 
Após sucessivas temporadas sem um grande desempenho para acalmar o sentimento do torcedor mais fanático, ações de marketing podem não ser um grande atrativo. Mais: podem até mesmo ter efeito contrário.
Este foi o caso do mais novo licenciamento do AC Milan com a Hello Kitty. Como a maioria dos clubes italianos possuem uma base de fãs mais madura em relação à equipes de outras ligas, a parceria com a Sanrio, empresa responsável pelo personagem, cairia como uma luva para atuar em duas frentes: no rejuvenescimento da base de fãs do clube e na geração de novas receitas.
 

Cientes que se tratava de uma ação de marketing, a parceria não foi bem aceita pelos tradicionais milanistas, que cobram resultados e reforços para dentro de campo, não fora dele. O Milan é apenas o oitavo colocado da Série A Tim.
Apesar da bela jogada de marketing dos italianos, este certamente não era o momento mais oportuno para ativá-lo. O fato de levar o personagem para dentro de campo e com ações que ganharam a arquibancada – como um pedido de casamento – pode ter invadido um espaço nobre no coração do torcedor, que não está nada disposto a engajar-se em ações de cunho comercial.
O resultado em campo é um dos principais fatores de influência no comportamento do torcedor em relação ao seu poder de compra e em responder positivamente à campanhas que envolvam o emocional. Por ora, com os italianos, o novo licenciamento não terá espaço. O mesmo não se aplica aos fãs de fora da Itália e crianças.




 
Fonte: MKT Esportivo

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