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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CONHEÇA A DRY WORLD, A CANADENSE QUE PODE DESEMBARCAR NO BRASIL ATRAVÉS DO ATLÉTICO/MG

Com raízes no rugby, empresa quer expandir sua ainda tímida presença global e já iniciou atividades no Brasil


A Dry World deve se tornar a fornecedora de material esportivo do Atlético/MG a partir de janeiro de 2016. Se confirmada, representará a quarta marca (Topper, Lupo, Puma) a ocupar a categoria em apenas cinco anos. Segundo o UOL Esporte apurou, o contrato será de cinco temporadas e renderá ao Galo cerca de R$ 20 milhões/ano.

E você, conhece a Dry World? Sua atuação e objetivos? Antes que ela oficialize o desembarque no Brasil, oMKT Esportivo falará um pouco sobre ela. De origem canadense, a Dry World Industries se diferencia das gigantes do mercado por se autointitular “independente”.

Sua fundação data de 2010, quando cansados de utilizarem meias e chuteiras encharcadas por absorverem água dos campos de Victoria, no Canadá, os ex-jogadores de rugby Matt Weingart (escocês) e Brian McKenzie (canadense), deram os primeiros passos para lançar um calçado que maximizasse o desempenho dos atletas ao isolá-lo das condições adversas dos gramados. Em 2013, ao descobrirem que 75% dos atletas da NFL e da CFL (Canadian Football League) utilizavam chuteiras de futebol nas partidas, trataram de fechar pequenos acordos estratégicos com jogadores de ambas ligas para que eles atuassem como seus embaixadores. E funcionou.


Hoje, a Dry World está presente em 15 países, tendo a tecnologia DRYFEET como carro-chefe entre seus patrocinados, que hoje se encontram em modalidades como futebol americano, futebol, boxe, MMA e, principalmente, rugby.  Um dos grandes destaques é Rolly Lumbala, eleito o melhor jogador canadense da CFL em 2014.
Vale dar destaque a tecnologia DRYFEET, que ao ser lançada no ano passado, ligou o alerta nos bastidores de Nike e Adidas, que à época ativavam o lançamento das linhas Prime Knit e Magista. Com uma vantagem competitiva quando o assunto é o Footgear, McKenzie admite saber os pontos fortes e fracos destas gigantes do esporte.

Fonte: MKT Esportivo

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