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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Adidas e Crefisa tentam amenizar crise com Palmeiras

Fornecedor exime clube de polêmica sobre camisa retrô, e Crefisa relativiza discurso após detonar clube

Na última sexta-feira, o patrocinador máster do Palmeiras, a Crefisa, criou uma situação nada confortável com o clube. A dona da empresa, Leila Pereira, usou o diário Lance! para tecer uma série de críticas à direção do time.
O mote era um email enviado pelo Palmeiras com o pedido da Adidas para fazer uma camisa comemorativa usando a marca da Parmalat, antiga parceira do time.
Sob ameaças de romper o acordo, Leila afirmou que o ato era “falta de lealdade, falta de escrúpulo com o patrocinador”.
Na segunda-feira, o sistema de combate ao incêndio foi acionado. A Adidas soltou comunicado à imprensa para esclarecer que a ideia da camisa retrô partiu, de fato, da empresa de material esportivo. E afirmou que ela só sairia do papel caso “o clube e seus demais patrocinadores estivessem totalmente de acordo”, como costuma ser o procedimento para lançar novos produtos.
Procurada pela Máquina do Esporte, Leila Pereira demonstrou irritação com a situação. A executiva afirmou que não quer mais falar sobre o assunto, tanto da camisa em questão quanto sobre a relação entre o patrocínio da Crefisa com o Palmeiras.
Mas, na entrevista ao Lance!, Leia foi além. “Onde ele [Paulo Nobre, presidente do clube] vai achar um patrocinador para fazer as contratações de quinta categoria que ele fez?”, chegou a afirmar.
Entre outras críticas, a executiva chegou a ameaçar romper com o clube e “ir para o Flamengo, que dá muito mais visibilidade”. As críticas foram mal recebidas pelos torcedores do clube paulista.
Nesta temporada, Leila Pereira, por meio da Crefisa e da Faculdade das Américas, investiu R$ 40 milhões no clube, somente com patrocínios. As empresas da família também têm auxiliado o clube com reformas nas estruturas e nas contratações de jogadores, como Lucas Barrios e Victor Hugo.
O Palmeiras não quis se pronunciar sobre o tema, evitando ampliar ainda mais a crise gerada pelo seu principal patrocinador.



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