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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Lava Jato respinga sobre Allianz Parque e Mineirão

Dono de WTorre é chamado para depor na Lava Jato através de condução coercitiva

As investigações da Lava Jato seguem a fazer estragos entre as construtoras. Na tarde de segunda-feira, dia 4 de julho, o dono da WTorre, construtora responsável pelo Allianz Parque, foi chamado para condução coercitiva pela Polícia Federal. Walter Torre, dono da empresa, é acusado de ter recebido R$ 18 milhões para não participar de uma concorrência dentro da Petrobras. Como está fora do país, ele não se apresentou.
Pouco depois, foi a vez de Roberto Capobianco, presidente da Construcap, que ergueu parte do estádio do Mineirão, ser preso dentro da Operação Abismo, deflagrada pela polícia.
Em nota, a Minas Arena, gestora do estádio mineiro, alegou que nada modifica na condução do espaço em seu dia a dia. A prisão, segundo a empresa, “não causa nenhum impacto na operação do estádio e na experiência do torcedor no Gigante da Pampulha”. Em nota, a Minas Arena ainda disse que Capobianco é apenas um membro do Conselho de Administração do estádio.
Já na WTorre, a ida de Walter Torre para prestar depoimento à PF causou o adiamento de um evento que estava programado para ocorrer na manhã desta terça-feira. A assessoria de imprensa do Allianz Parque havia convocado a mídia para um evento na última semana, mas durante a tarde emitiu nota em que confirmava o adiamento da solenidade.
Em nota, o Grupo WTorre afirmou que não houve fraude na licitação e diz ter entregue à PF os documentos. O caso não tem qualquer relação com a construção do estádio do Palmeiras.

Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/lava-jato-respinga-sobre-allianz-parque-e-mineirao_30700.html#ixzz4DfQHktH3

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