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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Palmeiras firma parceria com ONG SOS Mata Atlântica

Com acordo, campeão brasileiro faz ações conjuntas de conscientização com entidade de preservação ambiental

O Palmeiras acertou uma parceria com a ONG SOS Mata Atlântica para a realização de ações conjuntas como forma de conscientização dos torcedores para a importância da preservação desse bioma.
A Mata Atlântica está presente em 17 Estados brasileiros, onde vivem 145 milhões de pessoas (cerca de 72% da população do Brasil).
“A Mata Atlântica tem hoje apenas 12,4% de sua extensão original. As áreas verdes estão acabando e ajudaremos a reverter esta tendência. O verde é a cor do Palmeiras e vamos convocar os milhões de apaixonados torcedores palmeirenses a aderir a essa causa”, afirmou Roberto Trinas, diretor executivo de marketing do Palmeiras.
“Como primeiro passo, a Fundação SOS Mata Atlântica ganhará o reforço do clube na divulgação da sua missão e dos seus trabalhos. O segundo passo será estruturar mecanismos de incentivo à colaboração financeira para os projetos da ONG”, completou.
Segundo Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação, a parceria visa posicionar e fortalecer as marcas SOS Mata Atlântica e Palmeiras.
“Pretendemos informar, educar, mobilizar e engajar colaboradores, atletas e todos os públicos com os quais o Palmeiras se relaciona a assumir atitudes e comportamentos mais responsáveis, de modo a contribuir com a preservação do bioma da Mata Atlântica, o mais ameaçado do país, por meio de ações planejadas”, afirma.
A parceria entre o clube e a ONG faz parte do “Por Um Futuro Mais Verde”, programa de sustentabilidade desenvolvido pelo Palmeiras que visa estimular em seu público um comportamento responsável em relação a suas escolhas cotidianas de consumo, descarte, hábitos de vida, entre outros.
“A história não vai nos julgar pelo crescimento econômico nem pelo quanto expandimos o consumo material, mas pelo legado que deixamos para as futuras gerações. Estamos consumindo o que é deles por direito ao sacrificar o progresso de longo prazo pela satisfação imediata. Esse é um comportamento pouco responsável”, afirmou Lívio Giosa, coordenador geral do IRES (Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental), entidade parceira do Palmeiras no programa.

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