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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Real bate Barça, mas Adidas sai como grande vencedora do clássico

Camisa azul dos madrilenhos gera megaexposição para marca alemã

Quem ligou a televisão para assistir ao primeiro clássico entre Barcelona e Real Madrid na temporada 2017/2018, pelo jogo de ida da final da Supercopa da Espanha, teve uma surpresa: pela primeira vez na história, o time madrilenho vestiu uma camisa diferente da tradicional branca para jogar no Camp Nou, estádio do seu arquirrival.
Sérgio Ramos, Casemiro, Marcelo, Kroos, Bale, Benzema, Cristiano Ronaldo e companhia vestiram azul, a mesma cor da camisa titular do Barcelona, e a culpada por isso tem um nome: Adidas.
Ao final da partida, o resultado de 3x1 para o time de Madrid foi bastante comemorado pelos torcedores, mas foi a marca das três listras que saiu de fato vitoriosa do Camp Nou. Para deixar os executivos da empresa ainda mais satisfeitos, a derrotada do outro lado foi justamente a rival Nike.
Tudo havia começado uma semana antes, quando a Adidas viu apenas a si mesma dentro do estádio Philip II, na Macedônia, durante a final da Supercopa da UEFA, vencida pelo Real Madrid sobre o Manchester United. Tanto o time espanhol como o time inglês, a arbitragem e todos os representantes da UEFA presentes em campo eram patrocinados pela marca alemã.
E a Adidas gostou muito disso.
Só que na decisão da Supercopa da Espanha, era impossível fazer a mesma coisa. Afinal, o Barcelona é patrocinado pela Nike.
Dessa forma, o jeito era tentar fazer algo diferente. O objetivo era transformar a marca alemã na verdadeira protagonista da final, pelo menos no primeiro jogo, acima dos craques, embaixadores das duas equipes e outros jogadores envolvidos.
Daí a ideia da mudança da cor da camisa.  
A decisão de usar o azul, terceira camisa do Real Madrid para a temporada, gerou dificuldades para diferenciar os jogadores dos dois times dentro de campo. Isso suscitou um grande debate nos meios de comunicação e nas redes sociais que catapultou a marca das três listras a uma megaexposição não só horas antes do início da partida mas também durante e após o jogo.
A repercussão, aliás, continua. E nem a expulsão de Cristiano Ronaldo, com direito a empurrão no árbitro e gancho de cinco jogos, foi capaz de diminuí-la.

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