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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

DE OLHO EM 2018 | O ‘BIG DATA’ DEVE SER O 12º JOGADOR DO SEU CLUBE

Dados devem ser parte da cultura da organização e ela deve basear seus esforços em análise. Veremos isso no ano que vem?


Recentemente destacamos como Manchester United, Manchester City e PSG se aproximam do torcedor brasileiro oferecendo benefícios a partir do fornecimento de dados. Como fãs espalhados pelo mundo todo há uma natural diversificação de público e necessidade de conhece-los à fundo para que possam desenvolver campanhas de marketing mais eficientes e que, de fato, atendam ao anseio.

Ainda que cresça rapidamente, raras são as entidades esportivas que se utilizam do Big Data e que realmente estão se beneficiando deste avanço. No Brasil, se há pouca novidade neste sentido dada a inércia das equipes e patrocinadores, este paradigma tende a mudar muito em breve em prol de um diferencial competitivo frente à diversificação da concorrência. Sim, clubes europeus se tornam cada vez mais concorrentes dos brasileiros, seja na compra de produtos licenciados, consumo de jogos ao vivo e conteúdo.

Mais do que ter para si ricos detalhes sobre o torcedor e cruzar estas informações, é parte fundamental do processo inovar, ser criativo e buscar constantemente maneiras de alavancar iniciativas focadas em dados concretos. Mais do que formulários ou ativar o envio de e-mail marketing para a base do programa de sócio-torcedor, por exemplo, os dados devem ser parte da cultura da organização e ela deve basear seus esforços em análise. E isso deve contemplar todos os seus setores.

Fonte: MKT Esportivo

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