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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Falta de pagamento de direitos de TV pode parar Série B


Globo exige contrato assinado por todos os clubes até 2022, e repasse de verbas pela CBF está suspenso



A cinco rodadas para o fim, a Série B do Campeonato Brasileiro poderá ser interrompida. Segundo divulgado pelo portal "UOL", ao menos quatro equipes confirmam a possibilidade de parar o torneio em protesto à suspensão de pagamentos mensais referentes aos direitos de transmissão do torneio.

O problema ocorre porque não houve um acerto entre a CBF, a Globo e o Coritiba em relação à assinatura do contrato para a Série B para os próximos anos. O time paranaense, que disputa uma vaga de volta à elite do futebol, recebe uma cota mais alta do que a de seus rivais, graças ao fato de o ano passado ter disputado a Série A. Como no ano que vem, se voltar à elite, o clube teria contrato com o Grupo Turner, ele se recusou a assinar o acordo.
O imbróglio é que, diferentemente da Série A, em que as emissoras negociam individualmente os direitos, para a Segunda Divisão o acordo é da Globo com a CBF. E, em 2015, a emissora refez o contrato para o período de 2018 a 2022, sendo que a entidade quer, agora, a adesão a ele dos clubes que estão atualmente na Série B pelo período completo. Sem essa adesão, A CBF não consegue ter a garantia necessária no contrato para continuar a receber os pagamentos da Globo referentes a ele.
Segundo apurou a Máquina do Esporte, a Globo está fazendo valer no contrato uma cláusula que prevê o desconto dos pagamentos caso todos os clubes não tenham aderido ao contrato. Assim, desde o último mês parou de repassar à CBF a cota.  
Assim, a CBF também não fez o pagamento aos clubes. O Coritiba segue irredutível em sua posição. Para a diretoria do time, o contrato com a Turner impediria um acordo para além da atual temporada. A equipe ainda tem chances de disputar a Série A em 2019, o que mudaria sua condição na televisão fechada.
Do seu lado, a Globo também usa o contrato com a CBF para não realizar os repasses. Assim, a situação chegou ao limite. Os clubes tentam convencer uma das duas partes a aceitar as condições contratuais. Ou o Coritiba adere à proposta de assinar até 2022, mesmo que não dispute a Série B, ou a Globo aceita a assinatura até 2018 apenas.
Por enquanto, a situação está travada. A CBF confirma o imbróglio e diz estar acompanhando a evolução do tema. A Globo diz que tem cumprido integralmente seu contrato. Já o Coritiba afirmou que assinou no fim de setembro um “termo aderindo ao contrato coletivo apenas para 2018, documento que não foi aceito pela Globo para viabilizar o repasse à CBF e clubes”.
Sem uma definição, o Brasileirão da Série B corre o risco de, em sua reta final, ser boicotado pelos próprios clubes.
Fonte: Máquina do Esporte



Arsenal e Liverpool assinam com marca italiana de café


Lavazza será parceira regional oficial dos clubes ingleses no Reino Unido


A marca italiana de café Lavazza anunciou nesta quarta-feira (31) um acordo regional com dois dos mais tradicionais clubes da Premier League, Arsenal e Liverpool. A empresa será parceira regional oficial dos dois clubes ingleses no Reino Unido pelos próximos três anos.

Pelo contrato, que não teve os valores divulgados, a Lavazza terá exclusividade como fornecedora de café para o Emirates Stadium, casa do Arsenal, e o Anfield Stadium, casa do Liverpool.
Os camarotes, lounges e os principais locais de vendas de produtos dentro dos dois estádios oferecerão o café Kafa Forest, considerado carro-chefe da empresa. A marca ainda vai aproveitar a parceria para promover seu novo produto, o Tierra Colombia, que leva o certificado de agricultura sustentável da empresa.
Além disso, a Lavazza ainda terá direito a publicidade nas placas de LED ao redor dos gramados e também do lado de fora dos dois estádios, assim como nas mídias digitais de Gunners e Reds. A empresa também se comprometeu a criar uma série de experiências para os torcedores dos dois clubes.
Por último, a marca, tradicional na Itália desde 1895, também criará máquinas de café com a marca do Liverpool que serão vendidas diretamente na sede da empresa, em Turim.
“A Lavazza é sinônimo de excelência, tradição e paixão pelo café, da mesma forma que tentamos fazer com o futebol. Então, é um prazer recebê-los na família do Liverpool FC”, disse Billy Hogan, diretor geral e CCO do Liverpool.
“Vendemos perto de dois milhões de ingressos para o Emirates Stadium a cada temporada, e agora todos os visitantes poderão desfrutar do café de qualidade da Lavazza onde quer que estejam dentro do estádio”, afirmou Peter Silverstone, diretor comercial do Arsenal.
“Essas parcerias multifacetadas trarão jogadores selecionados de ambos os clubes como protagonistas de versões locais da nova campanha publicitária global da Lavazza, que será lançada primeiro no mercado do Reino Unido no final de novembro”, revelou Carlo Colpo, diretor global de comunicação e marketing da Lavazza.
Fonte: Máquina do Esporte



Fator Neymar impulsiona receitas da Liga Francesa


Para CEO da LFP, internacionalização do PSG tem sido boa para o futebol francês



A audiência da Ligue 1, o Campeonato Francês, aumentou 25% na temporada passada. Boa parte da “culpa” disso foi a chegada de Neymar e o consequente crescimento de status e domínio do Paris Saint-Germain no país. No entanto, se para muitos o normal seria criticar o protagonismo tão grande de um clube, para o CEO da Liga Francesa de Futebol (LFP), é exatamente o contrário.
Na opinião de Didier Quillot, ter um clube com um poder de marca tão grande tem sido essencial para o crescimento do futebol francês aos olhos do mundo desde a temporada passada. O domínio do PSG, aliás, já vinha de antes da era Neymar: foram cinco títulos da Ligue 1 nas últimas seis temporadas. Mas o crescimento do clube desde 2017 no cenário mundial tem ajudado e muito no aumento da audiência do principal torneio de futebol do país.
Quillot ainda deixou claro que espera fechar contratos de direitos televisivos em países em que ainda não há nenhum canal transmitindo o torneio até dezembro. Um caso seria o Brasil, por exemplo, onde, até o momento, ninguém comprou os direitos para exibir os jogos do principal astro brasileiro em atividade.
"É claro que você quer uma liga competitiva, e no momento o PSG domina, mas há apenas dois anos o Mônaco foi campeão. É o mesmo na Bundesliga com o Bayern de Munique, na Serie A com a Juventus e até mesmo na LaLiga com Barcelona ou Real Madrid. Apenas a Inglaterra que é única e onde você não pode escolher o vencedor no início da temporada. Então, não é apenas uma questão do futebol francês. Mesmo que o PSG esteja dominando agora, não há consequências negativas. O comparecimento está em alta, o público de TV foi 25% maior no ano passado e novos investidores estão chegando. As pessoas querem ver as estrelas. Sim, eu prefiro menos domínio, mas isso não afeta meus indicadores econômicos", revelou Didier Quillot.
Para se ter uma ideia, dentro do mercado francês, os direitos para o ciclo que vai de 2020 a 2024 já renderam mais de € 1,1 bilhão por temporada, com a agência de direitos esportivos espanhola Mediapro ficando com os três pacotes principais, enquanto a BeIN Sports e o grupo de telecomunicações Free, garantiram, cada um, um pacote.
Os acordos representaram um salto de 59,7% sobre o contrato que está vigente atualmente (€ 726,5 milhões por ano), e aproximaram os direitos domésticos da Ligue 1 do valor de campeonatos como La Liga e Bundesliga.
"Temos que melhorar o valor dos nossos direitos internacionalmente e uma forma de fazer isso é ter mais estrelas. Na China, por exemplo, os torcedores adoram clubes como Manchester United, Arsenal, Juventus, Barcelona e Real Madrid, e adoram nomes como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e Mbappé. Grandes estrelas significam grandes lucros. Na minha opinião, Neymar e Mbappé são os dois melhores jogadores do mundo neste momento, e os dois jogam na França", explicou o executivo.
O aumento da visibilidade e da audiência atrai também um número maior de patrocinadores. Recentemente, a montadora italiana Fiat renovou o contrato de patrocínio assinado em 2016 por mais esta temporada. Agora, além da marca ter visibilidade na Ligue 1 e na Ligue 2 (segunda divisão), vai aparecer pela primeira vez nas camisas dos jogadores de todos os clubes nos jogos da Copa da Liga Francesa.
Fonte: Máquina do Esporte

Conmebol fecha patrocínio com Qatar Airways até 2022


Com acordo, companhia aérea expande visibilidade na América do Sul




A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou nesta quarta-feira (31) um acordo com a companhia aérea Qatar Airways com efeito imediato e duração até 2022. O contrato foi assinado em Doha, capital qatariana, por Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, e José Astigarraga, secretário geral da Conmebol.
Pelo acordo, a companhia aérea será responsável por todos os voos que envolvam as competições de clubes da Conmebol (Copa Libertadores, Copa Sul-Americana e Recopa Sul-Americana). Os valores das negociações não foram divulgados.
O contrato foi negociado em nome da Conmebol pela FC Diez Media, consórcio formado por IMG e Perform, que é responsável por contratar serviços de consultoria profissional em marketing, vendas e pós-vendas dos ativos dos torneios de clubes da entidade para o ciclo de negócios de 2019 a 2022, sob a supervisão independente da Ernst & Young.
"As competições da Conmebol têm um grande legado e estão entre as mais excitantes e competitivas do mundo. Graças às recentes reformas para elevar seus padrões, elas também estão entre as competições esportivas que mais crescem. Estamos satisfeitos com a parceria com a Qatar Airways, uma das mais prestigiadas companhias aéreas do mundo e a que mais cresce atualmente, para fechar uma lacuna no nosso continente e construir, conjuntamente, um futuro melhor para o futebol sul-americano", declarou Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol.
"A Qatar Airways tem o prazer de fazer parceria com a Conmebol, a mais antiga confederação continental de futebol do mundo. Nossa empresa está constantemente buscando expandir seu portfólio global de patrocínios, e este contrato é outro exemplo desse compromisso com o desenvolvimento esportivo. Além disso, estamos animados para continuar a expandir nossa presença na América do Sul e apoiar as competições da Conmebol nos próximos anos ", afirmou Akbar Al Baker.
A parceria é mais um passo na estratégia da Qatar Airways de internacionalizar sua marca por meio do esporte. No ano passado, a empresa assinou com a Fifa para ser a companhia aérea oficial da entidade até a Copa do Mundo de 2022, que será disputada justamente no Qatar. Já neste ano, fechou um acordo platinum com o Bayern de Munique e ainda se tornou patrocinadora máster da Roma.
O continente americano também tem sido foco da empresa. Em maio, a companhia aérea se tornou patrocinadora máster do Boca Juniors e, no início deste mês, chegou à NBA, com um acordo com o Brooklyn Nets e oginásio da franquia, o Barclays Center, em Nova York.
Vale lembrar ainda que a Qatar Airways possui fortes ligações na América do Sul desde 2016, quando fez um investimento estratégico e adquiriu 10% de participação no Grupo LATAM.
Fonte: Máquina do Esporte

Barça x Real bate recorde de audiência na TV paga da Espanha


"El Clásico" foi assistido por 2,69 milhões de assinantes em território espanhol



A goleada de 5 a 1 aplicada pelo Barcelona no Real Madrid no último domingo (28) não vai entrar para a história apenas pelo placar elástico. O jogo, mais conhecido como "El Clásico", foi responsável pela maior audiência da história da TV paga da Espanha: 2,69 milhões de pessoas assistiram à partida em todo o território espanhol.
A transmissão foi feita pelo canal beIN Sports e teve outro número bastante destacado no país: 50,5%, ou seja, mais da metade das televisões ligadas em toda a Espanha no horário do jogo estavam sintonizadas no clássico.
De acordo com a mídia especializada espanhola, os números alcançados são apenas mais um indício de que a temporada 2018/2019 deve fazer história em relação à audiência. Apesar da saída de Cristiano Ronaldo, da recente contusão de Messi e até da má fase do Real Madrid, o público espanhol parece estar mais ligado na LaLiga do que nos últimos anos.
Para se ter uma ideia, nas oito primeiras rodadas da competição, é justamente o Real Madrid em má fase que detém a maior média de telespectadores somando-se TV paga e TV aberta: 933 mil. Na segunda colocação, vem o arquirrival Barcelona, com 900 mil. Os números ainda não computam a partida do último domingo, que foi válida pela 10a rodada e com certeza fará as duas médias aumentarem.
"Viemos de um verão saturado de futebol com a Copa do Mundo na Rússia e isso influenciou o público a ter sido um pouco menor no início da LaLiga. No entanto, a audiência já foi recuperada e, em apenas oito rodadas, já houve mais de 35 milhões de pessoas sintonizadas nos jogos do torneio", destacou Alberto López, chefe de dados e estudos da consultoria Havas Sports.
O Top 5 é completado por Athletic Bilbao (641 mil), Atlético de Madrid (539 mil) e Real Sociedad (528 mil). Abaixo, equipes como Sevilla, Betis e Valencia também têm média superior a 450 mil telespectadores por jogo.
"O público de jogos como os derbies sevilhanos e bascos mostra-nos que o interesse na LaLiga vai muito além de Real Madrid e Barcelona", concluiu López.
Fonte: Máquina do Esporte

Sky renova direitos da Premier League no México e América Central


Emissora já havia garantido exclusividade na Alemanha, Áustria e Itália




Após garantir os direitos de transmissão da Premier League na Alemanha e na Áustria no início do mês e, na semana passada, fazer o mesmo na Itália, a Sky renovou o contrato de exclusividade para exibir o torneio inglês em mais uma série de países. A emissora anunciou nesta terça-feira (30) que permanecerá como responsável por transmitir a competição para o México e toda a América Central.

O acordo terá início na temporada 2019/2020 e duração de três anos. O contrato garante à Sky a transmissão de todos os 380 jogos da Premier League em cada uma das próximas três temporadas. Se quiser e puder passar ao vivo, a emissora poderá fazê-lo com todas as partidas.
Vale lembrar que os direitos de transmissão do campeonato já eram da emissora britânica desde a temporada 2013/2014, mas havia outros interessados em comprar os direitos para o próximo ciclo de três anos.
“Os torcedores mexicanos são bem conhecidos em todo o mundo por sua paixão pelo futebol. A Sky Mexico fez um excelente trabalho ao fornecer cobertura aos telespectadores desde 2013, e estamos muito satisfeitos por continuarem transmitindo nossos jogos pelas próximas três temporadas”, afirmou Richard Scudamore, presidente executivo da Premier League.
“Estamos extremamente satisfeitos em continuar nossa parceria com a Premier League, que permite que nossos assinantes em todos os países em que operamos recebam a experiência da mais alta qualidade e conteúdo premium para a cobertura ao vivo do torneio. Está bem claro que continuaremos todos os esforços para manter e aumentar nossa oferta exclusiva em benefício de nossos assinantes, incluindo alternativas para fornecer a eles acesso ao conteúdo em todos os lugares”, declarou Alex Penna, presidente executivo da Sky México.
Fonte: Máquina do Esporte

Mbappé "ultrapassa" Bolt e será principal embaixador da Hublot


Segundo "Le Figaro", acordo do jogador pode valer até € 1 milhão por ano




O ano de 2018 é daqueles em que parece que não tem como dar algo errado para Kylian Mbappé. Campeão do mundo com a seleção francesa sendo destaque da competição, entre outras façanhas, o atacante do Paris Saint-Germain será o novo embaixador global da marca suíça de relógios de luxo Hublot. E, em termos de valores, deixará gente muito importante para trás.

De acordo com o jornal francês "Le Figaro", o contrato de Mbappé com a Hublot pode valer até € 1 milhão por ano. O valor exato e a duração não foram revelados oficialmente, mas, se a informação se confirmar, o atacante do PSG, conhecido pela velocidade, poderá dizer que, ao menos como embaixador da marca, "ultrapassou" o homem mais rápido mundo, o jamaicano Usain Bolt.
Aliás, o agora atacante do Central Coast Mariners, da Austrália, é apenas mais um dos grandes nomes vinculados ao esporte que passaria a ganhar menos que Mbappé. Outros nomes patrocinados pela Hublot são, por exemplo, Pelé e José Mourinho. A marca ainda é parceira da Fifa.
"Nós nos associamos a Kylian porque, com sua excelência no campo e sua humildade, atrai tanto os mais jovens como também pessoas de meia-idade", revelou Philippe Tardivel, diretor de marketing da Hublot.
Com o novo acordo, Mbappé consegue seu segundo grande patrocínio na carreira. O primeiro foi com a Nike, que também é parceira de seu cube, o Paris Saint-Germain, e da seleção francesa. Com apenas 19 anos, o jogador tem tudo para atrair cada vez mais empresas e deverá se tornar, em um futuro próximo, o rosto de diversas marcas dos mais variados segmentos.
Fonte: Máquina do Esporte


Barcelona fecha parceria regional com farmacêutica na China


Acordo servirá para abrir três novas escolinhas de futebol do clube no país




O Barcelona tem uma nova parceira regional na China, Hong Kong, Macau e Taiwan. O clube catalão assinou contrato de três anos com a líder da indústria farmacêutica chinesa Yunnan Baiyao. O acordo, que não teve os valores revelados, servirá para abrir três novas escolinhas de futebol da equipe, conhecidas como “Barça Academy”, no país asiático.
De acordo com o site do clube, as escolinhas estarão localizadas na província de Yunnan, no sudoeste chinês, perto da fronteira com a Tailândia, e terão aulas de futebol e basquete, com treinadores especializados no “estilo de jogo” do gigante espanhol. As cidades escolhidas foram Lijiang, Kunming e Fuxian Lake.
Segundo o site do próprio clube, a Barça Academy “é o modelo de escola de futebol do FC Barcelona, ​​destinada a meninos e meninas. Seu principal objetivo é a educação integral de seus alunos. Este tipo de escola de futebol foi exportado internacionalmente, com o objetivo de expandir a marca do Barça e ensinar ao resto do mundo sobre a filosofia e os valores do clube”.
O clube ainda explica que “as escolinhas trabalham por conta própria, sistema especial, baseado na metodologia do Barça desde as equipes jovens até a equipe principal, focando em um estilo de jogo criativo e ofensivo e no elemento indispensável do ensino de valores: respeito, humildade, esforço, ambição e trabalho em equipe, com resultados experimentados e testados”.
Com as três novas academias, o Barcelona chegará a seis em território chinês, fazendo do país asiático o recordista de escolinhas do clube na região da Ásia-Pacífico, que já conta com 18 ao todo. No mundo, são 49 locais com o símbolo do Barça estampado espalhados por cinco continentes e 45 mil crianças atingidas.
Vale ressaltar que o acordo com a Yunnan Baiyao como patrocinador regional representa um marco importante no crescimento previsto pelo plano estratégico do Barça, que tem como objetivo buscar parceiros adequados a valores e realidades estipulados pelo clube, além da terceirização dos melhores contratos no mundo do marketing esportivo.
Esta é a primeira vez que o Barcelona se associa a um patrocinador na região da Ásia-Pacífico de olho em um tipo diferente de relacionamento. Isso porque não há nada a mais previsto no âmbito comercial, apenas a parceria nas escolinhas.
Fonte: Máquina do Esporte

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Juntos há oito anos, Lyon e Adidas renovam até 2025


Contrato iria até 2020, mas as duas partes já assinaram por mais cinco anos



O Lyon anunciou nesta segunda-feira (29) mais uma renovação de contrato com a Adidas, patrocinadora técnica do clube desde 2010. O contrato, que iria até 2020, foi prorrogado até 2025, o que fará com que a marca alemã vista a equipe francesa por ao menos 15 anos.

Os valores do novo acordo não foram divulgados, mas o Lyon anunciou que ficou acertado que o clube receberá pagamento de royalties a cada temporada disputada até o final do contrato. Esse dinheiro a mais, no entanto, estará sujeito a ajustes com base nas vendas de camisas e resultados do time tanto na Ligue 1 (Campeonato Francês) como nas competições europeias que vier a disputar.
“Esse acordo confirma as excelentes relações estabelecidas entre a marca e o clube desde 2010, permitindo que homens e instituições busquem uma parceria que gera muito valor. Como parceiro líder de marketing esportivo da Adidas na França, o Lyon se beneficia das forças de vendas e marketing da marca para contribuir com a crescente reputação do clube, tanto nacional quanto internacionalmente”, afirmou o clube francês, em comunicado divulgado no site oficial.
Com o anúncio, a Adidas permanece como um dos principais patrocinadores do Lyon, ao lado da montadora sul-coreana Hyundai e da empresa de energia e tecnologia francesa Veolia. Ambas têm o status de patrocinadora máster, mas a Hyundai estampa a camisa nas competições nacionais (Campeonato Francês e Copa da França), enquanto a Veolia fica com o espaço nas competições europeias (Liga dos Campeões e Liga Europa).
Vale lembrar que o Lyon teve uma temporada passada para ser comemorada financeiramente. O clube faturou 16% a mais do que na temporada anterior, cerca de € 289,5 milhões, graças, principalmente, à receita alcançada com a venda de jogadores.
Fonte: Máquina do Esporte



David Silva segue Luis Suárez e troca Adidas por Puma


Acordo pode ser indício de que o Manchester City trocará Nike por Puma




Pouco mais de dois meses após perder Luis Suárez, do Barcelona, para a Puma, a Adidas perdeu mais um nome forte de seu portfólio de atletas para a concorrente. O meia-atacante David Silva, do Manchester City, campeão do mundo em 2010 e bicampeão europeu em 2008 e 2012 com a Espanha, é o novo contratado da Puma.
Diferentemente do que foi feito com Suárez, os valores e a duração do contrato com David Silva não foram divulgados. O atacante uruguaio do Barcelona fechou por £ 1 milhão. Em seu Twitter oficial para o futebol, a Puma publicou uma foto do meia-atacante do City com uma chuteira em uma bandeja, com os dizeres "entrega de primeira classe", em alusão à característica do jogador de distribuir assistências durante as partidas.
O acerto com o meia-atacante espanhol é mais um passo dado pela Puma na estratégia de ganhar força no mercado esportivo. Recentemente, a marca alemã, além de fechar com Suárez, também contratou o rapper Jay-Z como novo diretor criativo, apresentou uma linha comemorativa especial com a Pepsi e tornou-se o calçado oficial da WNBA.
A imprensa britânica ainda especula que o acordo com David Silva pode ser um indício de que a Puma realmente será a fornecedora de material esportivo do Manchester City a partir da próxima temporada. No início de agosto, a Máquina do Esporte divulgou que os Citizens estariam costurando um mega-acordo com a marca alemã, que substituiria a Nike como patrocinadora técnica em 2019/2020.
Fonte: Máquina do Esporte

Tottenham renova parceria com a Nike até 2033


Relacionamento entre clube e marca teve início na temporada passada



O Tottenham vestirá Nike pelo menos até 2033. Em um dos contratos mais longos já assinados com uma empresa de material esportivo da história do futebol, clube e marca ratificam o relacionamento que teve início apenas na temporada passada, quando a fabricante americana substituiu sua compatriota Under Armour no uniforme dos Spurs.
De acordo com a imprensa europeia, os valores exatos da negociação não foram divulgados. No ano passado, quando a parceria foi revelada, alguns meios de comunicação britânicos noticiaram que estaria girando em torno de £ 30 milhões. Não se sabe, no entanto, se esse valor foi mantido ou superado no novo acordo de 15 anos.
"Nos últimos meses, conseguimos estender o contrato com a Nike até 2033, um dos mais longos acordos de clubes de futebol da história da Nike. Também anunciamos uma série de novos parceiros de marca, incluindo Audi, IWC Schaffhausen, HPE e EA Sports", afirmou o clube, em um comunicado oficial para a imprensa.
A notícia surge menos de uma semana depois que o Tottenham foi escolhido pela Nike para sediar a maior loja de futebol da Europa. Marca e clube inauguraram o estabelecimento dentro do novo estádio dos Spurs, em Londres. O espaço tem nada menos do que 7.010 m2 e é o maior investimento em uma loja específica de um clube na história da fabricante americana.
A prolongação do contrato entre Nike e Tottenham por tanto tempo também serve para "acalmar" um pouco o mercado britânico. Nos últimos meses, o Arsenal assinou com a Adidas e deixará a Puma ao final desta temporada, enquanto o Manchester City deverá trocar a Nike pela Puma também a partir de 2018/2019. A informação em relação aos Citizens, no entanto, ainda não foi oficializada pelo clube.
Fonte: Máquina do Esporte

Aos 27 anos, chinês é novo presidente da Inter de Milão


Steven Zhang substituirá empresário indonésio Erick Thohir




A Inter de Milão tem um novo presidente. Com apenas 27 anos, o chinês Steven Zhang vai ocupar o cargo que foi do empresário indonésio Erick Thohir nos últimos cinco anos. O novo mandatário é filho de Zhang Jindong, presidente do Suning Holdings Group, da China, que já detinha uma participação majoritária no clube e, agora, passou a ter 100% ao comprar o que faltava justamente de Thohir.
"Estou extremamente orgulhoso de liderar este clube em uma nova era. Sinto a responsabilidade de satisfazer a paixão de milhões de fãs em todo o mundo e estou mais do que pronto para aceitar o desafio de ser presidente no 110º ano deste clube de tanto prestígio no futebol mundial", afirmou o novo presidente.
Vale ressaltar que Steven Zhang é um membro importante da diretoria do clube italiano desde que o grupo de seu pai comprou a maioria das ações da equipe em junho de 2016. Segundo a imprensa italiana, o jovem de 27 anos sempre desempenhou um papel significativo na parte administrativa diária do clube.
"Continuaremos a ter o desempenho esportivo como foco número 1 de nossa atenção para garantir que o time tenha o melhor suporte necessário para competir e ter sucesso nos níveis mais altos do futebol nacional e internacional. Fora de campo, vamos tornar a Inter de Milão uma empresa tão forte quanto em campo. Precisamos construir fortes habilidades nas áreas comercial e de marketing, e fortalecer ainda mais a equipe de gerenciamento", acrescentou Steven Zhang.
Com o anúncio, feito em um vídeo postado nas redes sociais, o chinês se tornou o presidente mais jovem da história do clube italiano, dono de três títulos da Liga dos Campeões, três Mundiais de Clubes, três Copas da Uefa, 18 Campeonatos Italianos e sete Copas da Itália, entre outros títulos.
Zhang ainda acumulará outras funções, que já vinha exercendo antes da decisão do clube. Ele é presidente da Suning International, divisão internacional do grupo Suning, e membro do Comitê de Competições de Clubes da Uefa (União das Federações Europeias de Futebol).
Fonte: Máquina do Esporte

Dono do Leicester morre em acidente de helicóptero


Vichai Srivaddhanaprabha conquistou título inédito da Premier League em 2014/2015



Vichai Srivaddhanaprabha, dono do Leicester City, da Inglaterra, morreu no último sábado (27), em acidente no lado de fora do estádio do clube, o King Power Stadium.
O presidente do time saía da arena uma hora após o jogo contra o West Ham, pela Premier League. Como costumava fazer, o executivo foi embora de helicóptero, mas a aeronave teve problemas logo após a decolagem e caiu ainda no estacionamento do estádio. Outras quatro pessoas estavam com Srivaddhanaprabha e também faleceram no local.
Srivaddhanaprabha foi mais um caso de investidor estrangeiro que transformou um clube de futebol da Inglaterra com a injeção de novos recursos. O executivo tailandês comprou a equipe em 2010, com um investimento inicial de € 43 milhões. Nos anos seguintes, com o objetivo de se fixar na Premier League, aumentou os gastos com atletas. Na temporada de 2014/2015, o time se sagrou campeão do mais importante torneio de futebol britânico pela primeira vez na história.
O executivo se tornou a quinta pessoa mais rica da Tailândia graças ao sucesso da rede de lojas "duty free" King Power. A empresa tem sido usada nos principais patrocínios do Leicester, o que inclui o aporte máster na camisa da equipe inglesa e os naming rights da arena.
No domingo, diversos torcedores do time se organizaram para homenagear o executivo, com flores e mensagens deixadas ao redor do King Power Stadium. O filho de Srivaddhanaprabha, hoje vice-presidente, deve assumir o clube.
Fonte: Máquina do Esporte

"Pelo Brasil", Atlético Paranaense usa camisa espanhola


Clube entrou em campo com camisa amarela que havia rejeitado antes da Copa



O Atlético Paranaense tomou uma medida no mínimo estranha no fim de semana: usou uma camisa que o próprio clube havia vetado. E mais: o modelo, uma homenagem à seleção espanhola, foi usado em “amor pelo Brasil”, em referência às eleições realizadas neste domingo (28).
A camisa amarela foi uma ação da Umbro, patrocinadora do clube, em abril deste ano. Cada equipe brasileira com contrato com a companhia fez uma homenagem a uma seleção da Copa do Mundo. A equipe de Curitiba ficou com a Espanha.
O modelo adotado pela Umbro, no entanto, não agradou os torcedores. O Atlético exibiu o uniforme em suas redes sociais, e logo a camisa virou piada na internet, com comparações que foram do Ronald McDonald’s à Emília, do Sítio do Picapau Amarelo. Houve uma série de críticas ao visual da vestimenta.
No dia seguinte, o Atlético Paranaense lançou nota oficial para afirmar que a cor e o desenho da camisa não foram aprovados pelo clube. Portanto, o time não iria utilizar e nem comercializar o novo uniforme lançado pela Umbro.
Seis meses depois, o clube parece ter mudado de ideia. A nota oficial foi retirada do site do Atlético, e uma nova mensagem foi divulgada: “A mudança de uniforme será realizada para lembrar a consciência cívica dos atleticanos e de todos os brasileiros que amanhã decidirão o futuro do nosso país. Após o jogo, as cores do Brasil vão pulsar no Estádio do Atlético Paranaense”.
Antes do primeiro turno, o time já havia entrado em campo com uma camisa com a frase “vamos todos juntos por amor ao Brasil”, em referência a Jair Bolsonaro.
Fonte: Máquina do Esporte

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Barcelona rejeita € 300 milhões por naming rights do Camp Nou


Proposta milionária foi feita pela empresa de mídia espanhola Mediapro





O Barcelona rejeitou uma proposta de € 300 milhões pelos naming rights do estádio Camp Nou. A informação foi dada pelo CEO da empresa de mídia espanhola Mediapro, James Roures, em uma entrevista à rádio também espanhola Cadena Cope. A dona da proposta: a própria Mediapro.
De acordo com Roures, Barcelona e Mediapro tiveram algumas reuniões para discutir o assunto. A ideia da empresa era pagar o valor acordado em 20 anos. No entanto, uma exigência do clube catalão para que a Mediapro retirasse uma ação movida contra Sandro Rosell, ex-presidente do clube, foi o estopim para que o negócio não desse certo.
A empresa de mídia se negou a retirar a ação, que data de 2016 e se refere a uma queixa de espionagem contra Rosell, que ocupou o cargo máximo do Barça entre 2010 e 2014. Com a negativa, o Barcelona preferiu desistir do negócio.
“Tivemos negociações com o clube por alguns meses. Houve algumas reuniões com esse objetivo, mas elas se desintegraram de repente por conta do surgimento dessa exigência que estava fora de cogitação”, declarou James Roures.
Com a dissolução das conversas, o Barcelona segue atrás de um parceiro que queira adquirir os naming rights do Camp Nou. A busca já dura quase três anos. A venda dos direitos de nome é vista como peça fundamental no processo de financiamento para a grande reforma planejada para o estádio, que faz parte do projeto “Espai Barça”.
Entre outros objetivos, o projeto quer aumentar a capacidade do local de 99.354 lugares para 105 mil e ainda construir uma arena de basquete. Em julho, o clube contratou o grupo financeiro americano Goldman Sachs como assessor em relação à reforma, orçada inicialmente em € 600 milhões.
Fonte: Máquina do Esporte

Umbro celebra bi mundial do Santos em terceiro uniforme


Nova camisa do clube praiano é dourada com detalhes em preto e branco




A Umbro apresentou nesta quinta-feira (25) o terceiro uniforme do Santos para o restante da temporada e que será usado também no ano que vem. Como tema, a marca britânica decidiu homenagear os 55 anos do bicampeonato mundial conquistado pelo clube em 1963, com um time que tinha, entre outras estrelas, o camisa 10 Pelé.
O novo uniforme é todo dourado e possui apenas alguns detalhes em preto e branco, cores tradicionais do clube. Estes detalhes podem ser vistos nas mangas, que ainda possuem na parte superior um relevo que mescla os diamantes da Umbro com o nome do clube, e na gola V, com dois filetes.
O tecido da camisa tem uma construção canelada brilhante, que tem como intuito reforçar a herança histórica do clube e também da marca. Além disso, facilita a evaporação do suor e o ajuste no corpo. O escudo, como sempre, aparece bordado no lado esquerdo do peito, assim como o símbolo da Umbro surge do lado direito.
Já na parte interna da gola, a inscrição "Bicampeonato Mundial" consolida o tema da camisa e relembra o título conquistado diante do Milan. A mesma mensagem pode ser vista também em uma etiqueta na barra da camisa, exaltando os 55 anos da conquista.
"Uma homenagem especial ao bicampeonato mundial, traduzido no dourado de nossas conquistas e vocação de vitória. Acreditamos que será um uniforme com grande apelo junto à torcida e que será um produto importante para o marketing com a proximidade da Black Friday e do Natal. Gostaríamos de agradecer a parceria de todos os nossos patrocinadores que apoiaram a iniciativa de aplicarem em preto suas marcas neste novo uniforme. Sem eles, o resultado estético não seria o mesmo", disse José Carlos Peres, presidente do clube.
O uniforme fará sua estreia em campo no duelo diante do Fluminense, neste sábado (27), pela 31a rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro. O novo manto já está à venda nas lojas especializadas do país a um preço sugerido de R$ 249,90.
Fonte: Máquina do Esporte

Política usa esporte e muda sociedade na Islândia


Esporte derrubou índices de consumo de álcool, cigarro e drogas no país




No próximo domingo (28), os brasileiros decidirão o próximo presidente do país. Quem vencer o pleito, terá que enfrentar uma série de graves problemas sociais encontrados pelo Brasil. E o esporte surgirá como uma alternativa para socializar quem está à margem da sociedade. Como prova a Islândia.
Máquina do Esporte esteve na última semana em Reykjavík, capital do país europeu, e pôde vivenciar um pouco da empolgação local com o futebol. Na partida entre Islândia e Suíça, pela Liga das Nações, cerca de 10 mil pessoas se espremeram no estádio Laugardalsvöllur. Os corredores da arena têm seus dias contados; já há projeto para uma profunda modernização do espaço. A cidade não receberá nenhum megaevento, mas o passo seria a consagração de uma política pública adotada há cerca de duas décadas para sanar um problema social.
A Islândia, com rigoroso inverno e população de 330 mil pessoas, sofria com o ócio dos mais jovens, com consumo de álcool elevado e pequenos delitos. A solução do governo foi investir pesado em estruturas esportivas ao longo do país, inclusive com campos de futebol visíveis a todo instante por quem faz turismo na região. Além disso, houve a profissionalização de técnicos esportivos e professores para inserir as crianças e os adolescentes no novo contexto.
Com as novas estruturas, uma série de clubes privados surgiram, especialmente de futebol. Para participar de times, não há nenhuma seleção ou peneira, seja por idade ou por gêneros. Os pais precisam arcar com uma anuidade, mas o Estado subsidia boa parte desse valor para quem tem entre 6 e 19 anos de idade.
Os resultados foram impressionantes. Uma pesquisa nacional revelou que, em 1998, 42% dos jovens entre 15 e 16 anos já havia se embriagado pelo menos uma vez, um dos índices mais altos da Europa. Em 2017, o número caiu para 5%. O consumo de cigarro foi de 23% a 3%. Na maconha, foi de 17% para 7%.
A cultura esportiva fez com que o alto rendimento ganhasse o espaço que tem hoje, com estádio lotado para fazer a celebração viking que ficou famosa após a campanha da Islândia na Euro 2016. O campeonato local ainda sofre com o clima, mas mostrou enorme crescimento, tanto no masculino quanto no feminino.
O jogo da Liga das Nações terminou com vitória da Suíça, e a Islândia eliminada. Mas não há problema; ninguém no pequeno país aposta na manutenção de uma grande seleção. O sucesso do esporte, no entanto, já está estabelecido.
Fonte: Máquina do Esporte