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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Streaming cresce e infla mercado brasileiro


Somente nos últimos dias, mais três companhias surgiram no mercado nacional



O mercado de streaming esportivo tem mudado rapidamente. Se há cerca de um ano eram poucas as marcas atuantes nesse segmento, hoje há uma série de opções para o consumidor. Com os mais diversos produtos espalhados por empresas diferentes, ficou até difícil para o torcedor escolher.
Somente nos últimos dias, mais três companhias apareceram no mercado brasileiro, com marcas mais e menos conhecidas do público. A primeira foi a Fox Sports, que anunciou aplicativo com assinatura independente de pacote de televisão paga. Ou seja, o torcedor passou a ter acesso a torneios como Campeonato Espanhol e Libertadores diretamente da internet, com mensalidade de R$ 19.
Nesta quinta-feira (8), foi anunciado lançamento no Brasil da plataforma FloSports, que será especializado em transmissões esportivas por streaming, especialmente com o rúgbi e o jiu-jítsu. Para 2019, a empresa promete mais de 160 jogos de rúgbi, que incluem torneios como o Campeonato Francês e o Americano. A mensalidade da nova plataforma é de US$ 30 (ou R$ 110). 
A terceira novidade ainda não é oficial. Segundo o site "Sport Business", a DAZN, uma das pioneiras no streaming esportivo, chegará ao Brasil e à América Latina em breve. A empresa passou a atuar recentemente nos Estados Unidos, com o foco em lutas, mas possui diversos direitos de campeonatos europeus de futebol, como a Liga dos Campeões, para países como Áustria, Alemanha, Canadá e Japão. 
Na região, a DAZN não teria acesso aos principais torneios envolvendo times sul-americanos. O motivo é a parceria da empresa com a IMG na joint venture FC Diez Media, que comercializa os direitos das competições da Conmebol. As marcas ligadas a essa nova empresa não podem comprar direitos de mídia. Assim, restaria à DAZN tentar buscar o Campeonato Francês e, talvez, o Italiano, que este ano foi colocado às pressas para venda no serviço de streaming da IMG, já que ninguém quis pagar pelo torneio, inflacionado pela ida de Cristiano Ronaldo à Juventus.
No fim das contas, o Brasil tem um mercado já recheado de opções. Nos últimos meses, o Premiere (Globosat) e a ESPN se uniram ao Esporte Interativo ao criar plataformas de streaming independentes da TV paga. Além disso, os brasileiros ainda contam com opções esportivas no Facebook, no YouTube e no Prime Video.
Apesar de algumas das opções serem gratuitas, como a Liga dos Campeões no Facebook, a maioria dos serviços é paga. Resta saber se há bolso para tanta oferta.
Fonte: Máquina do Esporte

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